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	<title>PET Química UFC &#187; POA</title>
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		<title>Tratamento de água pela aplicação de POA</title>
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		<pubDate>Wed, 17 May 2017 17:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thiago Vasconcelos da Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[POA]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[radical hidroxila]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de efluentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Há milhões de anos, a água, assim como outras substancias e outros compostos, possui um ciclo biogeoquímico, o que permite a sua recirculação na Terra e o seu armazenamento em seus depósitos naturais. No entanto, este ciclo tem sido alterado devido, principalmente, ao crescimento populacional e ao modelo econômico atual, que trouxeram consigo grandes avanços [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há milhões de anos, a água, assim como outras substancias e outros compostos, possui um ciclo biogeoquímico, o que permite a sua recirculação na Terra e o seu armazenamento em seus depósitos naturais. No entanto, este ciclo tem sido alterado devido, principalmente, ao crescimento populacional e ao modelo econômico atual, que trouxeram consigo grandes avanços tecnológicos que acabaram gerando transformações no meio ambiente.</p>
<p>Diante disso, a poluição ambiental tem sido um assunto de extremo interesse em todas as partes do mundo, tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.</p>
<p>Nesse sentido, diversas pesquisas desde final do século XX vêm sendo desenvolvidas para aplicação de seus resultados no tratamento de água e efluentes industriais. Vários tratamentos utilizando processos bioquímicos e físicos, como lagos de estabilização e outros já foram testados e sãos aplicados até hoje. Entretanto, esses métodos convencionais de purificação de água frequentemente não são efetivos no tratamento e degradação de poluentes que apresentam uma elevada estabilidade química.  Diante dessa ineficiência, os Processos Oxidativos Avançados (POAs) surgiram como alternativa interessante para suprir essa necessidade.</p>
<p>Esses processos, como os POAs, são baseados na geração do radical hidroxila (.OH) que tem um alto poder oxidante (E°=2,8V) comparado ao Cl<sub>2 </sub>(E°=1,36) que é utilizado como agente oxidante nos processos convencionais. Esse radical é produzido <em>in situ </em>e permite à completa mineralização de inúmeras espécies químicas de relevância ambiental, isto é, convertê-los inteiramente em CO<sub>2</sub>, H<sub>2</sub>O e ácidos minerais em tempos relativamente curtos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2000" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/05/1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1999"><img class="size-full wp-image-2000" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/05/1.png" alt="Figura 1: Mineralização da Molécula do corante recative red 243." width="960" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Mineralização da Molécula do corante recative red 243.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os radicais hidroxila podem ser gerados através de reações envolvendo oxidantes fortes, como ozônio (O<sub>3</sub>) e peróxido de hidrogênio (H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>), semicondutores, como dióxido de titânio (TiO<sub>2</sub>) e óxido de zinco (ZnO), e irradiação ultravioleta (UV) (Mansilla et al, 1197). Os processos que contam com a presença de catalisadores sólidos são chamados de heterogêneo, enquanto os demais são chamados homogêneos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="586">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="312"><strong>SISTEMAS HOMOGÊNEOS </strong></td>
<td colspan="2" width="274"><strong>SISTEMAS HETEROGÊNEOS </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="172">C/ Irradiação</td>
<td width="140">S/ Irradiação</td>
<td width="142">C/ Irradiação</td>
<td width="132">S/ Irradiação</td>
</tr>
<tr>
<td width="172">O<sub>3</sub>/UV</td>
<td width="140">O<sub>3</sub>/H<sub>2</sub>O<sub>2</sub></td>
<td width="142">TiO<sub>2</sub>/UV</td>
<td width="132">Eletro-Fenton</td>
</tr>
<tr>
<td width="172">H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>/UV</td>
<td width="140">O<sub>3</sub>/OH<sup>&#8211;</sup></td>
<td width="142">TiO<sub>2</sub>/H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>/UV</td>
<td width="132"></td>
</tr>
<tr>
<td width="172">H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>/Fe<sup>2+</sup>(Foton-Fenton)</td>
<td width="140">H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>/Fe<sup>2+</sup> (Fenton)</td>
<td width="142"></td>
<td width="132"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tabela 1: Tipos de processos oxidativos avançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A oxidação de um composto pelo radical hidroxila pode ocorrer via um dos três mecanismos gerais:</p>
<ul>
<li>HO<sup>.</sup> + RH à H<sub>2</sub>O + R    (Remoção de Hidrogênio);</li>
<li>HO<sup>. </sup>+ RX à HO<sup>&#8211;</sup> + RX<sup>+     </sup>(Transferência de Elétrons);</li>
<li>HO<sup>. </sup>+ X<sub>2</sub>C=CX<sub>2</sub> à X<sub>2</sub>C(OH)-CX<sub>2      </sub>(Adição a uma ligação insaturada);</li>
</ul>
<p>Os processos oxidativos avançados possuem diversas vantagens no tratamento e purificação da água, entre elas:</p>
<ul>
<li>Não trocam somente de fase o contaminante, e sim o transforma quimicamente;</li>
<li>Serve para tratar contaminantes em concentrações muito baixas (pro exemplo, ppb);</li>
<li>Eliminam os efeitos sobre a saúde humana provocada por desinfetantes e oxidantes como o cloro;</li>
</ul>
<p>Para mais informações acessar o <a href="http://lqa.iqm.unicamp.br/cadernos/caderno3.pdf">link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>KARLA SANTOS DE ARÁUJO<strong>.  Processos  oxidativos avançados: uma revisão de fundamentos e aplicações no tratamento de águas residuais urbanas e efluentes industriais. </strong>Disponivel em &lt;<a href="http://www.scielo.br/pdf/ambiagua/v11n2/1980-993X-ambiagua-11-02-00387.pdf">http://www.scielo.br/pdf/ambiagua/v11n2/1980-993X-ambiagua-11-02-00387.pdf</a>&gt; Acesso em: 10 de maio de 2017.</p>
<p>UNICAMP.<strong> Processos Oxidativos Avançados: Conceitos teóricos. </strong>Disponível em &lt;http://lqa.iqm.unicamp.br/cadernos/caderno3.pdf&gt; Acesso em: 10 de maio de 2017.</p>
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