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	<title>PET Química UFC &#187; Tairone Lessa</title>
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		<title>CONHEÇA TRÊS FERRAMENTAS PARA CRIAR E EDITAR APRESENTAÇÕES ACADÊMICAS</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 15:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A apresentação de trabalho faz parte do processo de comunicação científica, pois a partir dela é possível transmitir de maneira clara ideias complexas. Um dos principais modos de realizar apresentações acadêmicas é a através de slides, onde o apresentador elabora e expõe uma série de páginas com figuras, imagens e textos para abordar determinado assunto. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A apresentação de trabalho faz parte do processo de comunicação científica, pois a partir dela é possível transmitir de maneira clara ideias complexas. Um dos principais modos de realizar apresentações acadêmicas é a através de slides, onde o apresentador elabora e expõe uma série de páginas com figuras, imagens e textos para abordar determinado assunto. Boas apresentações sempre terão as seguintes características: argumentos e evidências; convencimento de que os argumentos são verdadeiros; interessante e agradável. Todo pesquisador deverá ser capaz de elaborar uma boa apresentação. Slides mal elaborados enviará a mensagem de que o apresentador não se preocupa com que está expondo e, talvez, de que nem mesmo se interesse realmente pelo assunto. Nesse sentido, conheça algumas ferramentas que irão te ajudar a elaborar e melhorar slides para apresentações acadêmicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. PowerPoint</strong> (<a href="https://www.microsoft.com/pt-br/microsoft-365/powerpoint">https://www.microsoft.com/pt-br/microsoft-365/powerpoint</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">O PowerPoint é um programa da Microsoft mais utilizado. Talvez seja a ferramenta mais conhecida no meio acadêmico, com ela é possível criar e editar slides para apresentações gráficas com o objetivo de informar sobre um determinado tema, podendo usar imagens, textos e vídeos que podem ser animados de diferentes formas. O software pode ser obtido gratuitamente por 1 mês a partir do pacote de avaliação gratuita da Microsoft. Após o período de avaliação, será cobrado um determinado valor anualmente ou, ainda, o usuário pode está acessando, sem baixar no computador, o PowerPoint online. A versão online conta com menos recursos, mas é útil na elaboração e edição de slides.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Canva</strong> (<a href="https://www.canva.com/">https://www.canva.com/</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">O Canva é uma ferramenta online que garante que qualquer pessoa possa criar qualquer design para publicar. Isso porque, além de modelos para apresentações, a plataforma conta com vários designs modelos de agendas semanais, folhas de atividades, infográfico, planos de aula, apresentação com vídeo e etc. A ferramenta ainda disponibiliza recursos para melhorar a experiência do usuário, como guias, artigos, tutoriais e dicas de design para potencializar a apresentação.</p>
<div id="attachment_5330" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/10/20211016_114126.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5329"><img class="size-medium wp-image-5330" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/10/20211016_114126-300x133.jpg" alt="Fonte: Canva  " width="300" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Canva</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Slidesgo</strong> (<a href="https://slidesgo.com/pt">https://slidesgo.com/pt</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">O slidesgo é uma ferramenta online, isto é, o usuário precisa acessar o site no navegador da web para usufruir dos recursos que a ferramenta disponibiliza. Dentre os recursos úteis para a elaboração de slides, está a disponibilização de diversos modelos prontos que se encaixam de acordo com a área ou campo de estudo do pesquisador. Além disso, no site é possível encontrar dicas e tutoriais de como editar slides, como criar uma boa apresentação, como editar gráfico e tabelas, como superar o nervosismo ao falar em público e etc.<a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/10/20211016_114150.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5329"><br />
</a></p>
<div id="attachment_5332" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/10/20211016_114150.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5329"><img class="size-medium wp-image-5332" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/10/20211016_114150-300x138.jpg" alt="Fonte: Slidego" width="300" height="138" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Slidego</p></div>
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		<title>Saiba como o novo robô da Nasa produzirá oxigênio de Marte</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/saiba-como-o-novo-robo-da-nasa-produzira-o2-de-marte/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/saiba-como-o-novo-robo-da-nasa-produzira-o2-de-marte/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 22:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[  Depois de seis meses de viagem, quando foi lançado em julho de 2020 da Terra, o novo robô da Nasa finalmente chegou ao seu destino. Perseverance, como é chamado, pousou na sua nova casa, em Marte, no dia 18 de fevereiro de 2021, com o objetivo de explorar a superfície marciana atrás de vida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">  Depois de seis meses de viagem, quando foi lançado em julho de 2020 da Terra, o novo robô da Nasa finalmente chegou ao seu destino. Perseverance, como é chamado, pousou na sua nova casa, em Marte, no dia 18 de fevereiro de 2021, com o objetivo de explorar a superfície marciana atrás de vida microbiana ancestral e testar novas tecnologias para preparar o caminho para uma futura exploração humana de Marte.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Perseverance vai testar uma tecnologia que pode ser capaz de produzir oxigênio da atmosfera de Marte, que é composta em maior parte por dióxido de carbono (96%). A tecnologia chamada MOXIE, do Inglês Mars Oxygen In-Situ Resource Utilization Experiment, está instalada no robô e captará CO2 da atmosfera de Marte e em seguida, a partir de processos eletroquímicos em alta temperatura, transformará em O2.</p>
<div id="attachment_5162" style="width: 609px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5161"><img class="size-full wp-image-5162" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx.png" alt="Modelo do Rover Perseverance e a primeira foto de Marte tirada logo após o pouso. Disponível em: https://mars.nasa.gov/mars2020/" width="599" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo do Rover Perseverance e a primeira foto de Marte tirada logo após o pouso. Disponível em: https://mars.nasa.gov/mars2020/</p></div>
<div id="attachment_5163" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx-1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5161"><img class="size-full wp-image-5163" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx-1.png" alt="Sistema MOXIE e representação da localização no Rover Perseverance. Disponível em: https://mars.nasa.gov/mars2020/ " width="590" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Sistema MOXIE e representação da localização no Rover Perseverance. Disponível em: https://mars.nasa.gov/mars2020/</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">  O sistema MOXIE é dividido em três subsistemas: 1-Captação e compressão de Dióxido de Carbono (CAC); 2-Eletrólise de Óxido Sólido (SOXE); 3-Sistema de Monitoramento e Controle (MCS). O subsistema CAC, puxa a atmosfera marciana de fora do robô através de um filtro e comprime a 1 atm terrestre, o CO</span><span style="font-weight: 400;">2 </span><span style="font-weight: 400;">pressurizado é então enviado ao sistema 2. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">  A reação química que gera O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> ocorre dentro do subsistema SOXE que é composto por células de eletrólise de óxido sólido (SOECs). Cada célula consiste em um ânodo poroso (onde ocorre a reação de oxidação) composto de Zircônia estabilizada com Ítria dopado com níquel (Ni/YSZ) e um cátodo poroso (onde ocorre a reação de redução) de manganita de lantânio dopado com estrôncio (LSM) separados por um eletrólito de cerâmica de zircônia (ZrO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">). À medida que as moléculas de CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> fluem através do cátodo poroso, um potencial eletrônico é aplicado e o CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> é reduzido. O Potencial impulsiona os íons O</span><span style="font-weight: 400;">2-</span><span style="font-weight: 400;">, através do eletrólito de zircônia, para o eletrodo positivo e em seguida são oxidados para formar oxigênio. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">2CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> + 4e</span><span style="font-weight: 400;">&#8211;</span><span style="font-weight: 400;"> → 2CO + 2O</span><span style="font-weight: 400;">2-</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">2O</span><span style="font-weight: 400;">2-</span><span style="font-weight: 400;"> → O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> + 4e</span><span style="font-weight: 400;">&#8211;</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">2CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> → 2CO + O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> (equação global)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">  Os gases formados passam por um sistema de exaustão do MCS que analisa a taxa de produção de O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">, a pureza e o controle do processo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5164" style="width: 585px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx-2.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5161"><img class="size-full wp-image-5164" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/02/texto-tairone.docx-2.png" alt="Subsistema SOXE com várias células e representação do processo em uma célula. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.actaastro.2016.06.005." width="575" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Subsistema SOXE com várias células e representação do processo em uma célula. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.actaastro.2016.06.005.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Espera-se uma taxa de produção de pelo menos 10g de oxigênio por hora, com um tempo de operação programado de forma intermitente até o fim da missão. Essa tecnologia pode ajudar a testar novas maneiras de usar os recursos naturais de Marte para apoiar possíveis exploradores humanos e melhorar o suporte à vida, bem como ajudar no transporte e outros sistemas essenciais para a permanência no planeta vermelho.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mais imagens do Rover Perseverance em Marte:</p>
<p><a href="https://www.nasa.gov/perseverance/images">https://www.nasa.gov/perseverance/images</a></p>
<p><a href="https://mars.nasa.gov/mars2020/multimedia/images/">https://mars.nasa.gov/mars2020/multimedia/images/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NASA MARS. </span><b>Mars 2020 Perseverance Rover</b><span style="font-weight: 400;">. Disponível em: <a href="https://mars.nasa.gov/mars2020/" target="_blank">https://mars.nasa.gov/mars2020/</a>. Acesso em: 20 fev. 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">MEYEN, Forrest E; HECHT, Michael H; HOFFMAN, Jeffrey A. Thermodynamic model of Mars Oxygen ISRU Experiment (MOXIE). </span><b>Acta Astronautica</b><span style="font-weight: 400;">, v. 129, p. 82-87, dez./2016. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1016/j.actaastro.2016.06.005" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.actaastro.2016.06.005</a>. Acesso em: 20 fev. 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O uso da potenciometria na análise clínica</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 15:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A análise clínica é uma especialidade da medicina laboratorial que tem como objetivo medir quantidades de analitos biologicamente importantes. Os testes da análise clínica medem as concentrações ou atividades das substâncias – que podem ser íons (sais e minerais), micro ou macromoléculas orgânicas (principalmente proteínas) – nos líquidos biológicos. As medidas realizadas auxiliam os médicos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A análise clínica é uma especialidade da medicina laboratorial que tem como objetivo medir quantidades de analitos biologicamente importantes. Os testes da análise clínica medem as concentrações ou atividades das substâncias – que podem ser íons (sais e minerais), micro ou macromoléculas orgânicas (principalmente proteínas) – nos líquidos biológicos. As medidas realizadas auxiliam os médicos para dar um diagnóstico ou na confirmação de uma doença.</p>
<p style="text-align: center;">Quadro 1: Alguns analitos comuns nas análises.</p>
<div id="attachment_4975" style="width: 1401px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101605.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4974"><img class="size-full wp-image-4975" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101605.jpg" alt="Fonte: Adaptado de (ROBERTA REED, 2016)" width="1391" height="860" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Adaptado de (ROBERTA REED, 2016)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais líquidos biológicos frequentemente analisados são sangue, urina e saliva. Há, também, outros líquidos que são analisados para testes específicos, como o líquido amniótico que é usado para o teste de saúde fetal.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe vários métodos para quantificar as substâncias presentes em uma amostra biológica e uma delas é a potenciometria, na qual baseia-se no uso de eletrodos para medir potenciais elétricos. Um dos eletrodos (eletrodo indicador) responde à atividade do analito e o potencial medido entre esse eletrodo e um eletrodo de referência (potencial constante e conhecido) depende da concentração do analito na solução. A concentração é obtida pela equação de Nernst que é relacionada com o potencial.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Análise de eletrólitos e a equação de Nernst.</p>
<div id="attachment_4976" style="width: 1336px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101644.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4974"><img class="size-full wp-image-4976" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101644.jpg" alt="Fonte: https://www.corelaboratory.abbott/sal/learningGuide/ADD-00061345_ClinChem_Learning_Guide.pdf&gt; " width="1326" height="847" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: https://www.corelaboratory.abbott/sal/learningGuide/ADD-00061345_ClinChem_Learning_Guide.pdf&gt;</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma amostra biológica possui diferentes tipos de analitos, é possível que haja interferência na medição do potencial elétrico. Nesse sentido, há eletrodos desenvolvidos especialmente pra medir o potencial elétrico de um único tipo de íon sem a interferência de outros íons presentes na amostra biológica, é o caso dos eletrodos íon-seletivos (ISEs). Os íons que podem ser medidos dessa maneira, incluem lítio (Li+), sódio (Na+), potássio (K+), cálcio (Ca2+) e Magnésio (Mg2+). Os Eletrodos íon-seletivos (ISEs) operam com membranas com sensibilidade ou permeabilidade seletiva para a carga e o tamanho do íon. Além disso, os ISEs não se baseiam em reações de oxirredução e o potencial elétrico é gerado pela ligação seletiva de um determinado íon com uma membrana. As membranas podem ser de impregnadas com substâncias químicas (denominadas ionóforos) que permite a ligação seletiva aos íons de interesse e dessa forma sejam detectados pelo eletrodo.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 3: Eletrodo de íon-seletivo para potássio (K+).</p>
<div id="attachment_4977" style="width: 1164px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101710.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4974"><img class="size-full wp-image-4977" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/07/20200725_101710.jpg" alt="Fonte: https://www.corelaboratory.abbott/sal/learningGuide/ADD-00061345_ClinChem_Learning_Guide.pdf" width="1154" height="826" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: https://www.corelaboratory.abbott/sal/learningGuide/ADD-00061345_ClinChem_Learning_Guide.pdf</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, uma membrana de polímero impregnada com um ligante, chamado valinomicina, um antibiótico natural excretado por certos micro-organismos, é altamente seletiva para potássio (K+) e com baixa afinidade por outros íons (Figura 3). O contato do eletrodo com uma solução contendo os íons, forma-se o complexo valinomicina-K+ e estabelece uma diferença de cargas entre os lados da membrana gerando assim um potencial elétrico.<br />
Os resultados das análises de amostras biológicas são expressos em concentração do analito e em seguida comparados com uma faixa de resultados esperados para o mesmo tipo de amostra.</p>
<p style="text-align: justify;">Bibliografia</p>
<p style="text-align: justify;">ROBERTA REED, Ph. D. Clinical Chemistry Learning Guide series. Clinical Chemistry, [S. l.], 2016. Disponível em: https://www.corelaboratory.abbott/sal/learningGuide/ADD-00061345_ClinChem_Learning_Guide.pdf</p>
<p style="text-align: justify;">HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.</p>
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		<title>O uso de hipoclorito de sódio no combate ao coronavírus</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicações recentes avaliaram a resistência do coronavírus (SARS-CoV-2) em diferentes superfícies e revelaram que a estabilidade do vírus é de até quatro horas em cobre, até 24 horas em papelão e até dois a seis dias em plásticos e aço inoxidável (VAN DOREMALEN et al., 2020; KAMPF et al., 2020). No entanto, poucas evidências estão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicações recentes avaliaram a resistência do coronavírus (SARS-CoV-2) em diferentes superfícies e revelaram que a estabilidade do vírus é de até quatro horas em cobre, até 24 horas em papelão e até dois a seis dias em plásticos e aço inoxidável (VAN DOREMALEN <em>et al</em>., 2020; KAMPF <em>et al.</em>, 2020). No entanto, poucas evidências estão disponíveis na literatura a respeito da inativação do vírus da COVID-19. O que é disponível indica que os vírus, especialmente os envelopados, ou seja, que possuem um revestimento externo composto por uma camada lipídica, como o SARS-CoV-2, são relativamente fáceis de desativar e são mais suscetíveis a oxidantes.</p>
<p>Usando dados obtidos de coronavírus semelhantes, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), espera-se um efeito análogo  na inativação do SARS-CoV-2 com hipoclorito de sódio 0,1% (NaClO) (KAMPF, 2020). O poder virucida do hipoclorito de sódio se deve a ação oxidante frente aos vírus, na qual é controlada pelo ácido hipocloroso (HClO) que é um produto da hidrólise do NaClO. Entretanto, o HClO é um ácido fraco e que em soluções aquosas se dissocia para formar o íon hidrônio e o íon hipoclorito.</p>
<p>Hidrólise do hipoclorito de sódio:</p>
<p>(1) NaClO<sub>(aq) </sub>⇄ Na<sup>+</sup><sub>(aq)</sub> + ClO<sup>&#8211;</sup><sub>(aq)</sub></p>
<p>(2) NaClO<sub>(aq)</sub> + H<sub>2</sub>O<sub>(l) </sub>⇄ HClO<sub>(aq)</sub> + NaOH<sub>(aq)</sub></p>
<p>(3) HClO<sub>(aq) </sub>⇄ H<sub>3</sub>O<sup>+</sup><sub>(aq)</sub> + ClO<sup>&#8211;</sup><sub>(aq)</sub></p>
<p>Portanto, para que o poder virucida seja efetivo é necessário que a solução de hipoclorito de sódio esteja em valores de pH baixos.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda o uso de hipoclorito de sódio a 0,5% (equivalente a 5000 ppm) para desinfetar superfícies. Recomenda ainda, que uso do hipoclorito de sódio é exclusivo para superfícies e não substitui o sabão e o álcool em gel, na higienização das mãos, visto que a utilização incorreta de substâncias cloradas pode trazer complicações à saúde humana(EAST, 2020; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2020).</p>

<a href='http://www.petquimica.ufc.br/o-uso-de-hipoclorito-de-sodio-no-combate-ao-novo-coronavirus/49534865371_05ecf26c90_o/'><img width="300" height="234" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/04/49534865371_05ecf26c90_o-300x234.jpg" class="attachment-medium" alt="Novo coronavírus (SARS-CoV-2) por National Institute of Allergy and Infectious Diseases - NIAID. Disponível em: niaid.nih.gov/diseases-conditions/coronaviruses" /></a>
<a href='http://www.petquimica.ufc.br/o-uso-de-hipoclorito-de-sodio-no-combate-ao-novo-coronavirus/49597519106_476dd72bdb_o/'><img width="300" height="224" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/04/49597519106_476dd72bdb_o-300x224.jpg" class="attachment-medium" alt="Novo coronavírus (SARS-CoV-2) por National Institute of Allergy and Infectious Diseases - NIAID. Disponível em: niaid.nih.gov/diseases-conditions/coronaviruses" /></a>

<p>O hipoclorito de sódio pode ser encontrado comercialmente como soluções desinfetantes e alvejantes. A solução mais conhecida é frequentemente vendida como “Água Sanitária” com concentração de 2 a 2,5%, de cloro ativo, isto é, de cloro presente no hipoclorito de sódio e que tem o mesmo poder oxidante do cloro molecular (Cl<sub>2</sub>). Para preparar uma solução diluída de hipoclorito de sódio, em casa, basta observar o quadro 1.</p>
<table width="616">
<tbody>
<tr>
<td width="616"><strong> </strong><strong>QUADRO 1: PREPARO DA SOLUÇÃO DILUÍDA DE HIPOCLORITO DE SÓDIO</strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Preparo:</strong></p>
<p>1.    No rótulo da água sanitária, observe se a concentração de cloro ativo é de 2 a 2,5%.</p>
<p>2.    Pegue um copo descartável com capacidade de 250 mL.</p>
<p>3.    Coloque água sanitária pura no copo até preencher todo o volume.</p>
<p>4.    Pegue uma garrafa de plástico com capacidade de 1L, coloque um pouco de água e adicione os 250 mL de água sanitária.</p>
<p>5.    Complete o volume da garrafa com água, tampe e agite para misturar.</p>
<p>6.    Identifique, com uma caneta de tinta permanente, a garrafa com o nome “Água Sanitária Diluída”.</p>
<p><strong>Aplicação:</strong></p>
<p>7.    Molhe um pano limpo com essa solução, passe em maçanetas, nas mesas, nos pisos etc.</p>
<p>8.    Se você tiver a pele mais sensível utilize a solução com luvas.</p>
<p><strong> </strong>Fonte: Autor.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O hipoclorito de sódio é um composto instável e requer cuidados na hora do preparo e armazenamento. A estabilidade das soluções de hipoclorito de sódio depende de vários fatores, como concentração, pH, temperatura, luz e etc (LUCCA, 2006). Após o preparo das soluções, é recomendado que o armazenamento seja em garrafas de vidro escuro, visto que a luz acelera a decomposição do hipoclorito de sódio perdendo, assim, seu efeito desinfetante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p>EAST, Middle. Infection Prevention and Control recommendations during Health Care when COVID-19 infection is suspected INFECTION PREVENTION AND CONTROL RECOMMENDATIONS DURING HEALTH CARE WHEN COVID-19 IS SUSPECTED NCDC INTERIM GUIDANCE. <em>[S. l.]</em>, n. March, p. 1–5, 2020.</p>
<p>KAMPF, G. <em>et al.</em> Persistence of coronaviruses on inanimate surfaces and their inactivation with biocidal agents. <strong>Journal of Hospital Infection</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 104, n. 3, p. 246–251, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jhin.2020.01.022</p>
<p>KAMPF, Günter. Potential role of inanimate surfaces for the spread of coronaviruses and their inactivation with disinfectant agents. <strong>Infection Prevention in Practice</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 2, n. 2, p. 100044, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.infpip.2020.100044</p>
<p>LUCCA, Lourenço De. Controle de qualidade do Hipoclorito de Sódio no Processo de Produção. <em>[S. l.]</em>,  2006.</p>
<p>WORLD HEALTH ORGANIZATION. Water , sanitation , hygiene and waste management for COVID-19. <em>[S. l.]</em>, n. March, p. 1–9, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1056/NEJMoa2001191.7</p>
<p>VAN DOREMALEN, N. <em>et al.</em> Aerosol and Surface Stability of SARS-CoV-2 as Compared with SARS-CoV-1. <strong>New England Journal ofMedicine</strong>. 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça quatro ferramentas que gerenciam referências para trabalhos acadêmicos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 18:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo das referências bibliográficas é mostrar para o leitor o embasamento teórico-científico do autor e ajudá-lo a encontrar determinadas informações presentes no trabalho. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), estabelece normas e convenções para a transcrição e apresentação de informações no documento e orienta a preparação e compilação de referências de material utilizado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O objetivo das referências bibliográficas é mostrar para o leitor o embasamento teórico-científico do autor e ajudá-lo a encontrar determinadas informações presentes no trabalho. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), estabelece normas e convenções para a transcrição e apresentação de informações no documento e orienta a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de trabalhos acadêmicos. No entanto, escrever manualmente todas as referências de um trabalho, seja ele artigo, tese, dissertação ou TCC, acaba tornando-se uma tarefa difícil. Conheça agora quatro ferramentas que te ajudarão na preparação e organização de referências bibliográficas do seu trabalho.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Menthor</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O Menthor é totalmente gratuito e foi criado exatamente para gerar referências bibliográficas de acordo com as normas da ABNT.</p>
<div id="attachment_4663" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/Texto-1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4662"><img class="size-medium wp-image-4663" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/Texto-1-300x131.png" alt="Figura 1: Reprodução/ Tairone Lessa" width="300" height="131" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Reprodução/ Tairone Lessa</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na ferramenta, o usuário ainda pode selecionar qualquer uma das três opções de categoria de referências como de livros, artigos e sites. Para salvar a referência, de acordo com as normas da ABNT, é necessário inserir os dados essenciais do trabalho.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li>EndNote X9</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O EndNote é outra opção de gerenciador de referências, bastante utilizado em instituições de pesquisa que possuem licença paga. O software também possui uma versão web, na qual a ferramenta ajuda na colaboração online e organização de listas de publicações.</p>
<div id="attachment_4664" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/texto-2.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4662"><img class="size-medium wp-image-4664" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/texto-2-300x151.png" alt="Figura 2: Reprodução/ EndNote https://endnote.com" width="300" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Reprodução/ EndNote https://endnote.com</p></div>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o EndNote permite que o usuário pesquise centenas de recursos online em busca de referências e PDFs, como também, criar regras para organizar automaticamente as referências e acompanhar as alterações e visualizações de atividades dos colegas em bibliotecas compartilhadas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li>Mendeley</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvido pela Elsevier, o Mendeley é um gerador de referências gratuito onde além de gerar bibliografias automaticamente, ele é uma rede social acadêmica que pode ajudar pesquisadores a colaborarem com outras pessoas online e descobrir pesquisas mais recentes.</p>
<div id="attachment_4665" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/texto-3.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4662"><img class="size-medium wp-image-4665" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/texto-3-300x173.png" alt="Figura 3: Reprodução/ Tairone Lessa" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: Reprodução/ Tairone Lessa</p></div>
<p style="text-align: justify;">O gerador de referências do Mendeley funciona também como um plugin para Microsoft Word, mas é necessário a instalação do programa. O sistema de importação de citações e referências é simples e segue as normas da ABNT. No entanto, qualquer referência que não esteja na biblioteca do aplicativo ou que seja mais moderna, como vídeos no YouTube, sites etc., exige grandes intervenções do usuário.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li>Zotero</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O Zotero é outra ferramenta gratuita, assim como o Mendeley, que gerencia referências bibliográficas. Além disso, o usuário pode coletar, organizar, citar e compartilhar pesquisas dentro do software, que também detecta automaticamente pesquisas da web.</p>
<div id="attachment_4666" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/Texto-4.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4662"><img class="size-medium wp-image-4666" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/03/Texto-4-300x169.png" alt="Figura 4: Reprodução/ Zotero   https://www.zotero.org/" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4: Reprodução/ Zotero https://www.zotero.org/</p></div>
<p style="text-align: justify;">O software pode indicar citações nos textos, criar bibliotecas e importar informações de trabalhos acadêmicos e artigos científicos de bases de dados. A ferramenta também está adequada à ABNT e permite criar instantaneamente referências e bibliografias para qualquer editor de texto e diretamente no Word.</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. <strong>NBR 6023</strong>: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2018.</p>
<p>Conheça os melhores aplicativos para gerenciar referências bibliográficas de sua pesquisa. Publicado pelo canal Fábio Portela – Mentor Acadêmico. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=M-UjjPmro2o. Acesso em 01 mar. 2020.</p>
<p>Gerenciadores de Referências Bibliográficas. Publicado pelo canal NUTEDS – UFC. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=OoFYLzxXtlM. Acesso em 01 mar. 2020.</p>
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		<title>Sci-Hub e a pirataria acadêmica</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/sci-hub-e-a-pirataria-academica/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tairone Lessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A ciência, da forma como é feita hoje, é feita através de publicações. Essas publicações são submetidas a um sistema de revisão, chamadas de peer-review, ou seja, um sistema de revisão por pares, onde  aquelas pessoas que estão trabalhando em um mesmo tema irão revisar o artigo atrás de erros grosseiros para saber se aquele [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3257" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/scihub.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3261"><img class="size-medium wp-image-3257" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/scihub-300x169.jpg" alt="Slogan: &quot;Para remover todas as barreiras no caminho da ciência&quot;" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Slogan: &#8220;Para remover todas as barreiras no caminho da ciência&#8221;</p></div>
<p>A ciência, da forma como é feita hoje, é feita através de publicações. Essas publicações são submetidas a um sistema de revisão, chamadas de peer-review, ou seja, um sistema de revisão por pares, onde  aquelas pessoas que estão trabalhando em um mesmo tema irão revisar o artigo atrás de erros grosseiros para saber se aquele artigo está apto, ou não, para ser publicado em uma revista científica  como a Nature, a Science e etc.</p>
<p>No sistema de revisão por pares, quanto mais for considerado rigoroso, isto é, mais revisores ou uma revisão mais detalhada, melhor é considerada a revista científica. Com esse grau de confiabilidade, que determinadas revistas têm, o índice de impacto torna-se notório, ou seja, mais pessoas vão ler aquele trabalho de pesquisa e mais pessoas irão citar aquele artigo. No entanto, para você conseguir ler em algumas dessas revistas prestigiosas, é necessário uma assinatura (paywall)  para ter acesso aos artigos científicos.</p>
<p>Cansada com os acessos limitados e os altos custos dos artigos científicos, em 2011, a neurocientista cazaque,  Alexandra Elbakian criou um método de piratear as assinaturas das revistas científicas, ela criou o Sci-Hub: o primeiro site pirata do mundo a fornecer acesso em massa e público a dezenas de milhões de trabalhos de pesquisa. Elbakian, começou a “crackear” os acessos que eram, em primeiro momento, privilégios de bibliotecas,universidades e pesquisadores e passar para qualquer pessoa que queira ter acesso, a qualquer hora e lugar,  a algum artigo científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3264" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/alexandra-elbakyan-001.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3261"><img class="size-medium wp-image-3264" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/alexandra-elbakyan-001-300x159.jpg" alt="Alexandra Elbakyan, fundadora do Sci-Hub. " width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandra Elbakyan, fundadora do Sci-Hub.</p></div>
<p>Atualmente, o projeto sci-hub, possui um repositório com mais de 70 milhões de trabalhos de pesquisas disponíveis para downloads. Para ter acesso aos artigos, o usuário precisa fornecer o endereço eletrônico (URL), o Identificador de Objeto digital do artigo (DOI) ou PMID.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</p>
<p>Sci-Hub. Disponível em: &lt;<a href="https://sci-hub.tw/">https://sci-hub.tw/</a>&gt;. Acesso em 22 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Elsevier. <strong>What is peer review?</strong>. Disponível em: &lt;<a href="https://www.elsevier.com/pt-br/reviewers/what-is-peer-review">https://www.elsevier.com/pt-br/reviewers/what-is-peer-review</a>&gt;. Acesso em 22 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Penseira. <strong>Como o Sci-Hub funciona</strong>. Disponível em: &lt;<a href="https://webpenseira.wordpress.com/2017/07/08/como-o-sci-hub-funciona/">https://webpenseira.wordpress.com/2017/07/08/como-o-sci-hub-funciona/</a>&gt;. Acesso em 22 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Canal do Pirula. <strong>Sci-Hub e a pirataria acadêmica.</strong> Disponível em: &lt;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=HTyseMNsrd4">https://www.youtube.com/watch?v=HTyseMNsrd4</a>&gt;. Acesso em 25 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Direto da Ciência. <strong>Justiça dos EUA condena Sci-Hub a indenizar Elsevier.</strong> Disponível em: &lt;<a href="http://www.diretodaciencia.com/2017/06/23/boletim-de-noticias-23jun-justica-dos-eua-condena-sci-hub-a-indenizar-elsevier/">http://www.diretodaciencia.com/2017/06/23/boletim-de-noticias-23jun-justica-dos-eua-condena-sci-hub-a-indenizar-elsevier/</a>&gt;. Acesso em 25 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Nature. <strong>US court grants Elsevier millions in damages from Sci-Hub.</strong> Disponível em: &lt;<a href="https://www.nature.com/news/us-court-grants-elsevier-millions-in-damages-from-sci-hub-1.22196">https://www.nature.com/news/us-court-grants-elsevier-millions-in-damages-from-sci-hub-1.22196</a>&gt;. Acesso em 25 de fevereiro de 2019.</p>
<p>International Business Times. <strong>Sci-Hub: &#8216;Pirate bay scientists&#8217; ordered to pay Elsevier $15m in damages.</strong> Disponível em: &lt;<a href="https://www.ibtimes.co.uk/sci-hub-pirate-bay-scientists-ordered-pay-elsevier-15m-damages-1627569">https://www.ibtimes.co.uk/sci-hub-pirate-bay-scientists-ordered-pay-elsevier-15m-damages-1627569</a>&gt;. Acesso em 25 de fevereiro de 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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