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	<title>PET Química UFC &#187; Pabllo Abreu Alves</title>
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		<title>Desacidificação como forma de preservação e restauração de materiais celulósicos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 17:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Livros e outros documentos feitos com papel, como manuscritos, cartas e adereços, podem possuir grande importância histórica e cultural. Por conta disso, existe grande interesse na preservação desses materiais . O principal constituinte do papel é a celulose, que se trata de um biopolímero natural disponível em diversas formas de biomassa, como madeira e algodão. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Livros e outros documentos feitos com papel, como manuscritos, cartas e adereços, podem possuir grande importância histórica e cultural. Por conta disso, existe grande interesse na preservação desses materiais .</p>
<p style="text-align: justify;">O principal constituinte do papel é a celulose, que se trata de um biopolímero natural disponível em diversas formas de biomassa, como madeira e algodão. Como todo polímero, a celulose é formada por unidades de repetição chamadas de monômeros, que no caso são de β-D-Glucose, como pode ser visto na figura 1 .</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Unidade base da celulose</p>
<div id="attachment_3684" style="width: 862px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/desaci1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3681"><img class="size-full wp-image-3684" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/desaci1.jpg" alt="Fonte:   figura 4 p.62." width="852" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: figura 4 p.62.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A celulose costuma ser obtida rodeada de outras moléculas, o que inclui lignina, extrativos (estruturas de baixo peso molecular encontradas nos poros da madeira) e hemicelulose. Alguns desses componentes, caso não sejam devidamente separados, podem acelerar o processo de degradação da celulose. Esse polímero possui alta estabilidade em temperatura ambiente, é não-tóxico e biodegradável.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel pode perder sua qualidade visual, como diminuição do brilho e amarelamento, e se degradar de diferentes formas, sendo uma das mais comuns a hidrólise catalisada por ácidos, que está exposta na figura 2. As fibras degradadas por via ácida apresentam desgastes e as microfibras começam a emergir do corte transversal. Para realizar um estudo de degradação, deve-se avaliar diversos fatores, como a qualidade do material, poluição atmosférica, alta umidade e temperatura.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Mecanismo de hidrólise da celulose catalisada por ácido</p>
<div id="attachment_3685" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/desaci2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3681"><img class="size-full wp-image-3685" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/desaci2.jpg" alt="Fonte: Esquema 3 p.1966 " width="744" height="514" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Esquema 3 p.1966</p></div>
<p style="text-align: justify;">Levando esses fatores em consideração, a desacidificação é uma das técnicas mais eficazes para diminuir a velocidade de degradação da celulose. Os agentes desacidificantes utilizados nesse processo são materiais capazes de neutralizar a acidez, mas não podem gerar uma alcalinidade muito alta, já que isso proporciona a formação de outros mecanismos de degradação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os agentes desadificantes mais utilizados são os hidróxidos, carbonatos e bicarbonatos de metais alcalinos e alcalinos terrosos. Entre estes, os bicarbonatos de Cálcio (CaCO₃) e de Magnésio (MgCO₃) são os mais eficientes, o que deve a alcalinidade relativa e solubilidade em água alta, além de baixo custo e estabilidade. Antes da utilização desses agentes, pode-se utilizar um banco alcoólico, que ajuda a quebrar a tensão superficial da água, permitindo a melhor aderência do agente.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem trabalhos de restauração de manuscritos antigos por desacidificação que analisam outros fatores importantes, como a tinta utilizada. Por volta do século 14 eram utilizadas tintas com alto teor de ferro, que, além de funcionar como catalisador oxidativo e de hidrólise, pode destruir a estrutura cristalina celulósica. A maior parte dessa tinta é absorvida pela fibra por capilaridade e o que sobra fica retido entre os planos em uma forma semicristalina.<br />
A técnica de desacidificação é muito eficaz e possui estudos comprobatórios, como pode ser visto nas referências, mas sua utilização pode degradar materiais mais sensíveis, fazendo com que seja necessária a análise de cada caso e suas necessidades específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>BIBLIOGRAFIA<br />
BATY, John W.; MAITLAND, Crystal L.; MINTER, William; et al. Deacidification for the conservation and preservation of paper-based works: A review. BioResources, v. 5, n. 3, p. 1955–2023, 2010.<br />
GOPI, S.; BALAKRISHNAN, P.; CHANDRADHARA, D.; et al. General scenarios of cellulose and its use in the biomedical field. Materials Today Chemistry, v. 13, p. 59–78, 2019.<br />
SISTACH ANGUERA, M. CARME. Structure of Paper Fibres in Ancient Manuscripts: Acidic Decomposition and Deacidification. Restaurator, v. 17, n. 2, 1996. Disponível em: &lt;https://www.degruyter.com/view/j/rest.1996.17.issue-2/rest.1996.17.2.117/rest.1996.17.2.117.xml&gt;. Acesso em: 10 ago. 2019.</p>
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		<title>Jornalismo científico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 15:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalismo cientifico é, acima de tudo, uma área do jornalismo, diferentemente da divulgação científica, informando sobre atualidades da área e sua relação com a sociedade, dentro das normas de escrita e estrutura jornalística.  Dentro dessa definição ainda temos o papel do jornalista, que funciona como um tradutor, transcrevendo as informações técnicas em termos de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalismo cientifico é, acima de tudo, uma área do jornalismo, diferentemente da divulgação científica, informando sobre atualidades da área e sua relação com a sociedade, dentro das normas de escrita e estrutura jornalística.  Dentro dessa definição ainda temos o papel do jornalista, que funciona como um tradutor, transcrevendo as informações técnicas em termos de fácil acesso para quem não tem conhecimento prévio do assunto abordado<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>Dentre as aplicações do jornalismo científico, tem-se a cobertura de eventos científicos, como congressos, cursos e oficinas, acompanhamento jornalístico de linhas de pesquisa, sejam de universidades ou empresas privadas, e difusão científica para todas as camadas da sociedade.</p>
<p>A importância da divulgação e do jornalismo científico é inegável, mas ainda precisam ser discutidos vários tópicos, como uma relação mais sólida entre os pesquisadores e os jornalistas, apoio financeiro, o que pode ocorrer por parte de instituições privadas ou públicas, meios para tornar os conteúdos acadêmicos mais interessantes para o público em geral e potenciais canais para incrementar o alcance de divulgação.</p>
<p>Os focos do jornalismo científico são as ciências da natureza e as aplicações tecnológicas, que envolvem diversas formas de engenharias e biomedicina. Essa escolha de áreas está relacionada com seleção de temas para a escrita jornalística, que deve levar em consideração o impacto social e o conhecimento do editor<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>.</p>
<p>A escolha de informações envolve diversos fatores, como pioneirismo, impacto social, relação com os acontecimentos que estão em foco na atualidade, necessidades populacionais, diversidade de conteúdo e aplicações para diversos setores.</p>
<p>Outro grande problema na escolha de materiais a serem reportados é a forma do trabalho científico, que pode ter aplicação imediata na sociedade ou contribuir para o progresso de uma pesquisa importante. Para esse último caso, o jornalismo pode impulsionar a pesquisa divulgando-a para a sociedade, mas o editor pode não investir devido ao risco de publicar uma matéria sobre um trabalho que não está completamente direcionado, ou seja, que ainda não possui uma aplicação bem definida. Por outro lado, o excesso dessas matérias sobre pesquisas puramente de contribuição pode acabar criando uma imagem errônea de que a ciência nunca chega na aplicação de suas pesquisas<sup>1</sup>.</p>
<p>O jornalismo científico no Brasil começou juntamente com os primeiros jornais, mas só começou a se especializar no assunto há pouco tempo, tendo um de seus pontapés a criação, em 1977, da Associação Brasileira de Jornalismo Científico. Essa maior atenção ao jornalismo possibilitou a criação de revistas focadas no meio científico, como a <em>Ciência Hoje</em> e a <em>Superinteressante<a href="#_ftn3" name="_ftnref3"><strong>[3]</strong></a></em>.  Outro evento importante nesse contexto histórico do Brasil foi a criação, em 2003, do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia, que é um órgão diretamente ligado ao governo.</p>
<p>No Brasil, um dos principais nomes do jornalismo científico é o Dr. Wilson da Costa Bueno, ex-professor de Jornalismo (com foco na área do jornalismo científico) da USP, editor de vários sites e empresas de comunicação, divulgação cientifica, <em>agribusiness</em> e meio ambiente, especialista em comunicação rural e ex-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC). Outro grande nome é a Dra. Luisa Medeiros Massarani, que atualmente trabalha no Núcleo de Estudos da Divulgação Científica da Fundação Oswaldo Cruz, além de ser pesquisadora associada honorária do Departamento de Ciência e tecnologia da <em>University College London </em>e líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Ciência, Comunicação &amp; Sociedade.</p>
<p>Ainda há muito trabalho a ser feito para o aprimoramento do jornalismo científico, mas essa é umas das áreas de estudo mais promissoras nesses últimos tempos devido ao seu potencial de conscientização do mundo acerca da produção científica.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> DE SEMIR, V., Scientific journalism: problems and perspectives., <strong>International microbiology : the official journal of the Spanish Society for Microbiology</strong>, v. 3, n. 2, p. 125–128, 2000.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> BERTOLLI-FILHO, Claudio, Elementos fundamentais para a prática do jornalismo científico, <strong>Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação (BOCC)</strong>, p. 1–32, 2006.</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> <em>Ibid</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>BERTOLLI-FILHO, Claudio. Elementos fundamentais para a prática do jornalismo científico. <strong>Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação (BOCC)</strong>, p. 1–32, 2006.</p>
<p>DE SEMIR, V. Scientific journalism: problems and perspectives. <strong>International microbiology : the official journal of the Spanish Society for Microbiology</strong>, v. 3, n. 2, p. 125–128, 2000.</p>
<p>CINCO VISÕES SOBRE O JORNALISMO CIENTÍFICO NO PAÍS. Disponível em: &lt;https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2018/08/31/cinco-visoes-sobre-o-jornalismo-cientifico-no-pais&gt; Acesso em: 06/03/2019</p>
<p>BONS DIVULGADORES E JORNALISTAS CIENTÍFICOS BRASILEIROS. Disponível em: &lt;http://assuperlistas.com/2016/09/12/bons-divulgadores-e-jornalistas-cientificos-brasileiros/&gt; Acesso em: 06/03/2019</p>
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		<title>Metamateriais: Uma Breve Introdução</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 11:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[   Os metamateriais são materiais modificados para possuírem propriedades que variam com a estrutura tridimensional, e não com a composição química, sendo formados por conjuntos de elementos individuais provenientes de materiais simples.     Uma das principais aplicações dos metamateriais é a manipulação das propriedades das ondas eletromagnéticas, já que cada elemento individual que compõe o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">   Os metamateriais são materiais modificados para possuírem propriedades que variam com a estrutura tridimensional, e não com a composição química, sendo formados por conjuntos de elementos individuais provenientes de materiais simples.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">    Uma das principais aplicações dos metamateriais é a manipulação das propriedades das ondas eletromagnéticas, já que cada elemento individual que compõe o metamaterial interage de uma forma diferente com a luz incidente, podendo modificar a amplitude e a fase da onda em cada região de maneira independente. Essa é a base para se poder construir um manto de invisibilidade, o que se daria através do desvio da luz pelo material sem refletir ou produzir sombra. Para que haja essa manipulação das ondas eletromagnéticas, o metamaterial precisa possuir pequenas dimensões, que chegam à faixa de nanômetros, demonstrando assim a necessidade de uma pesquisa entrelaçada com a nanotecnologia</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [1]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">    Existem pesquisas que indicam a possibilidade de fabricar certos tipos de metamateriais que são sensíveis ao magnetismo, o que funcionaria como um sistema de liga/desliga para o material, que, em seu estado padrão, apresenta certas propriedades e, após o campo magnético, deixa de apresentá-las</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [2]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><b>Aplicações:</b></span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">     A manipulação da Luz por metamateriais já está sendo utilizada para a construção de janelas para cockpits, evitando a cegueira momentânea dos pilotos por canetas de laser</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [3]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Figura 1: Modelo de avião militar que utiliza um &#8220;manto de invisibilidade’’.</span></span></p>
<div id="attachment_2865" style="width: 482px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2864"><img class=" wp-image-2865" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-1-300x191.jpg" alt="Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/nao-estava-aposentado/" width="472" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/nao-estava-aposentado/</p></div>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">     A telecomunicação pode ser beneficiada pelo uso de metamateriais, já que o sinal televisivo e a internet wireless podem aumentar a eficiência de alcance contornando sólidos, além da possível aplicação em fibras óticas</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [1]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">    Os metamateriais podem ser utilizados em exames de ultrassom, melhorando a precisão e o alcance do equipamento. Um exemplo disso é o caso de um equipamento que utiliza um metamaterial capaz de anular as propriedades da camada de aberração, sendo esta normalmente formada por ossos e metais que bloqueiam ou distorcem as ondas acústicas do ultrassom</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [4]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">                                                                  Figura 2: Representação do ultrassom com e sem o metamaterial.</span></span></p>
<div id="attachment_2866" style="width: 518px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2864"><img class="wp-image-2866" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-2.jpg" alt="" width="508" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Yun Jing</p></div>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Além de ondas eletromagnéticas, os metamateriais possuem aplicações para outros tipos de onda, como as sonoras. Um exemplo disso é o desenvolvimento dos materiais antitsunami, que são formados por anéis que desviam as ondas ao seu redor</span></span><span style="color: #000000;"><sup><span style="font-size: medium;"> [5]</span></sup></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">                                                                    Figura 3: Aparelho antitsunami.</span></span></p>
<div id="attachment_2867" style="width: 496px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-3.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2864"><img class=" wp-image-2867" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/11/fig-3.jpg" alt="Fonte: CNRS Photothèque/Stéfan Enoch/" width="486" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: CNRS Photothèque/Stéfan Enoch/</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><b>Referências:</b></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">[1] </span><span style="font-size: medium;"><i>5 aplicações de metamateriais iguais às capas de</i></span><span style="font-size: medium;">. Disponível em: &lt;invisibilidadehttps://www.tecmundo.com.br/nanotecnologia/45262-5-aplicacoes-de-metamateriais-iguais-as-capas-de-invisibilidade.htm&gt; Acesso em: 24/07/2018</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">[2]</span> <span style="font-size: medium;"><i>Metamateriais ficam ativos e podem ser ligados e desligados. </i></span><span style="font-size: medium;">Disponível em: &lt;http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=metamateriais-ficam-ativos-ligados-desligados&amp;id=010160180417#.W1eQBtJKjIU&gt; Acesso em: 24/07/2018</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">[3]</span> <span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><i>Cientistas encontram aplicações para os metamateriais</i></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">. Disponível em: &lt;</span></span><span style="font-size: medium;">https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/the-new-york-times/2015/03/28/cientistas-encontram-aplicacoes-para-os-metamateriais.htm&gt; Acesso em: 24/07/2018</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">[4]</span> <span style="font-size: medium;"><i>Ultrassom agora também para ossos e metais. </i></span><span style="font-size: medium;">Disponível em:</span> &lt;<span style="font-size: medium;">http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=metamaterial-faz-ultrassom-penetrar-ossos-metais&amp;id=010160141205#.W1eW1tJKjIU &gt; Acesso em:</span> <span style="font-size: medium;">24/07/2018</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">[5]</span> <span style="font-size: medium;"><i>Cientistas debatem avanços da invisibilidade. </i></span><span style="font-size: medium;">Disponível em: &lt;https://exame.abril.com.br/ciencia/cientistas-debatem-avancos-da-invisibilidade/&gt;Acesso em:</span> <span style="font-size: medium;">24/07/2018</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
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		<title>Laerte: Vida e Arte</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2018 21:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascida em 10 de Junho de 1951, em São Paulo, Laerte Coutinho é uma cartunista e quadrinista muito importante no ramo dos quadrinhos nacionais. Ela entrou na USP em 1969 para cursar Comunicações Culturais e depois Comunicações e Artes, além de Música e Jornalismo, mas nunca concluiu nenhum dos cursos. Em 1970, Laerte começou sua [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nascida em 10 de Junho de 1951, em São Paulo, Laerte Coutinho é uma cartunista e quadrinista muito importante no ramo dos quadrinhos nacionais. Ela entrou na USP em 1969 para cursar Comunicações Culturais e depois Comunicações e Artes, além de Música e Jornalismo, mas nunca concluiu nenhum dos cursos.</p>
<p>Em 1970, Laerte começou sua vida profissional desenhando o personagem Leão para a revista SIBILA. Ainda no começo da década de 70, ela fundou, juntamente com Luiz Gê, a revista de quadrinhos BALÃO na USP.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Capa de uma edição da revista Balão.</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/gt.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2733"><img class="aligncenter size-full wp-image-2734" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/gt.jpg" alt="gt" width="210" height="315" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda nos anos 70, ela pôde participar da revista Banas de economia e na Placar, que era uma revista esportiva, além de trabalhar na Gazeta Mercantil. Ela produziu, ainda nessa época, material de divulgação para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e cartões de solidariedade.</p>
<p>Na década de 80, Laerte participou do jornal Pasquim e criou a revista Circo. Na década seguinte, ela participou da TV Pirata e TV Colosso, além de produzir textos para o programa Sai de Baixo e realizar a cobertura jornalística da copa do mundo para o Estado de São Paulo e a Folha de São Paulo.</p>
<p>Entre suas principais produções, estão Overman e os Piratas do Tietê, além de Los Três Amigos, que foi uma criação conjunta com os cartunistas Glauco, Adão Iturrusgarai e Angeli. Algumas dessas obras faziam parte da sua construção de discurso cômico, que, naquela época, era bastante comum em suas obras, mas viria a mudar no futuro.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Charge de Overman.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/gtt.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2733"><img class="aligncenter size-full wp-image-2735" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/gtt.jpg" alt="gtt" width="768" height="250" /></a></p>
<p>Em 2005, ela perdeu um de seus 3 filhos, Diogo, o que ocasionou grandes mudanças no seu estilo de arte e vida.</p>
<p>Em 2010, ela se identificou transgênero, adotando a prática pública de crossdressing, que se refere ao ato de alguém se vestir com roupas ou usar objetos associados ao sexo oposto.</p>
<p>Em 2012, Laerte fundou a Associação Brasileira de Transgêneros (ABRAT), que busca defender a livre expressão da identidade transgênera, os direitos civis das pessoas transgêneras e a sua maior compreensão, aceitação e inclusão na sociedade brasileira contemporânea.</p>
<p>Suas obras, atualmente, são mais voltadas a temas variados e de tom mais sério, como pode ser visto na figura 3.</p>
<p>Sua representatividade no meio artístico e social é inegável, além de possuir um grande acervo de trabalhos jornalísticos e publicitários, o que a enquadra como um dos grandes nomes da produção artística e literária brasileira.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 3: Quadrinho de Laerte sobre o aumento da jornada de trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/jjj.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2733"><img class="aligncenter size-full wp-image-2736" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/09/jjj.jpg" alt="jjj" width="748" height="591" /></a></p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p><em>Laerte Coutinho. </em>Disponível em: &lt;https://www.infoescola.com/biografias/laerte-coutinho/&gt; Acesso em: 09/08/2018</p>
<p>Biografia de Laerte: http://www2.uol.com.br/laerte/info/biografia-top.html</p>
<p><em>Laerte Coutinho. </em>Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Laerte_Coutinho&gt; Acesso em: 09/08/2018</p>
<p>Documentário <em>Laerte-se</em>, lançado em 2017 e disponível na Netflix.</p>
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		<title>Breve Introdução à Química Têxtil</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2018 21:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[A indústria têxtil, assim como qualquer outra, se baseia na transformação de uma matéria prima em um produto manufaturado. Essa indústria existe há muito tempo (existem evidências da existência de teares no Egito antigo, que utilizavam algodão e linho) [1], além de estar estritamente relacionada ao mercado da moda, o que a torna muito importante [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria têxtil, assim como qualquer outra, se baseia na transformação de uma matéria prima em um produto manufaturado. Essa indústria existe há muito tempo (existem evidências da existência de teares no Egito antigo, que utilizavam algodão e linho)<sup> [1]</sup>, além de estar estritamente relacionada ao mercado da moda, o que a torna muito importante e potente no mundo atual.</p>
<p>As etapas de produção na indústria têxtil são as seguintes:</p>
<ol>
<li>Preparação da matéria prima: obtenção de fibras, sejam estas sintéticas, artificiais ou naturais.</li>
<li>Fiação e Tecelagem: Produção de fio e tecelagem do mesmo, o que pode se dar de duas formas: entrelaçamento de fios transversais(trama) ou longitudinais(urdume).</li>
<li>Tingimento: Tingir uma certa rama.</li>
<li>Estamparia: Produção do tecido e uso de pigmentos fixados através de resinas que se apresentam apenas na superfície do tecido.<sup> [2]</sup></li>
<li>Acabamentos químicos e mecânicos: adições e modificações para um certo produto com características específicas<sup> [3]</sup>.</li>
<li>Confecção: produção de têxteis e vestuários</li>
</ol>
<p>A química está presente em tudo, não sendo diferente na indústria têxtil, que a utiliza em vários processos inclusos no chamado beneficiamento de tecidos (beneficiamento primário, tingimento, estamparia e acabamento).</p>
<p>No beneficiamento primário, as impurezas indesejadas, como óleos (produzidos nas etapas de tecelagem), e a coloração amarelada natural das fibras, são retiradas através de produtos químicos, como alvejantes e branqueadores ópticos (resíduos que aumentam a reflexão de luz ultravioleta na superfície dos tecidos e ocasionam a fluorescência).<sup> [2]</sup> Esses‘’branqueadores devem apresentar, em sua estrutura, anéis aromáticos isolados ou condensados, como benzenos, naftalenos e pirenos, ligados por pontes do tipo azometino ou etileno, além de grupamento ácido.’’<sup> [4]</sup></p>
<p><div id="attachment_2625" style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/textil-543.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2623"><img class="size-full wp-image-2625" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/textil-543.png" alt="Figura 1: Alguns branqueadores modernos. [4]" width="529" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Alguns branqueadores modernos. [4]</p></div>O tingimento se dá de diferentes formas e com certos corantes, que variam para cada ocasião. Os corantes naturais não costumam propiciar uma cor duradoura, o que indica a necessidade do uso de mordentes (metais que são fixados nas fibras do tecido para a melhor utilização de corantes)<sup> [5]</sup>. Por conta disso e de outros empecilhos, os corantes sintéticos são mais utilizados.</p>
<p>A fixação dos corantes se dá através de interações iônicas, de hidrogênio, covalentes e de Van der Waals.</p>
<p>Alguns tipos de corantes:</p>
<ul>
<li>Corantes Reativos: São corantes que interagem com fibras celulósicas, substituindo um grupo nucleofílico pela hidroxila da celulose através de uma interação covalente.<sup> [6]</sup></li>
<li>Corantes Diretos: Substâncias hidrofílicas capazes de tingir fibras celulósicas através de interações de Van der Waals.<sup> [6]</sup></li>
<li>Corantes Dispersivos: São corantes hidrofóbicos que interagem com o tecido na forma de dispersões, originadas na hidrólise do corante e precipitadas sobre o tecido com a ajuda de dispersantes.<sup>[6][7]</sup></li>
</ul>
<div id="attachment_2626" style="width: 560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/textil-5431.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2623"><img class="size-full wp-image-2626" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/textil-5431.png" alt="Figura 2: Representação de corantes têxteis." width="550" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Representação de corantes têxteis.</p></div>
<p>Uma das grandes preocupações da indústria têxtil atualmente é o desenvolvimento sustentável. Já foram desenvolvidos processos mais eficientes, como os que utilizam menor quantidade de água, e produtos químicos menos agressivos, como corantes dispersos livres de metais pesados. <sup>[8]</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<p>1-<em>10 fatossobre tecidos inteligentes para a indústria têxtil. </em>Disponível em:<em>&lt;</em><a href="http://tnsolution.com.br/2017/02/15/tecidos-inteligentes-na-industria-textil/">http://tnsolution.com.br/2017/02/15/tecidos-inteligentes-na-industria-textil/</a>&gt; Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>2-<em>Soluções em produtos químicos para indústriatêxtil.</em>Disponívelem: &lt;<a href="http://metachem.com.br/blog/solucoes-em-produtos-quimicos-para-industria-textil/">http://metachem.com.br/blog/solucoes-em-produtos-quimicos-para-industria-textil/</a>&gt; Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>3-<em>Processo produtivo da indústria têxtil, a confecção de casacos e fatos. </em>Disponível em: &lt;<a href="https://www.industria-transformadora.info/processo-produtivo-da-industria-textil-a-confeccao-de-casacos-e-fatos/">https://www.industria-transformadora.info/processo-produtivo-da-industria-textil-a-confeccao-de-casacos-e-fatos/</a>&gt;Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>4-<em>Ácido 4,4&#8242;-bis-(triazinilamino)-estilbeno-2,2, C20H16N8O 6S2. </em>Disponível em:&lt;<a href="http://qnint.sbq.org.br/qni/popup_visualizarMolecula.php?id=Remd9KdyPvX5VHW-1YRxTHYsFfZw96bM9p20FDQ4-AqpcnSUDoWMGwiRKTzx2NxnQm3m0cA2azNw9_yDwO04qw==">http://qnint.sbq.org.br/qni/popup_visualizarMolecula.php?id=Remd9KdyPvX5VHW-1YRxTHYsFfZw96bM9p20FDQ4-AqpcnSUDoWMGwiRKTzx2NxnQm3m0cA2azNw9_yDwO04qw==</a>&gt; Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>5-<em>Processos químicos têxteis.</em> Disponível em:&lt;<a href="http://www.ebah.com.br/content/ABAAABux0AJ/processos-quimicos-texteis">http://www.ebah.com.br/content/ABAAABux0AJ/processos-quimicos-texteis</a>&gt; Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>6-<em>Corantes têxteis</em>. Disponível em:&lt;<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-40422000000100013">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-40422000000100013</a>&gt;Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>7-<em>CORANTES DISPERSOS</em>. Disponível em:&lt;<a href="http://www.geocities.ws/jnrgomes/ApontamentosTingimento2.pdf%20">http://www.geocities.ws/jnrgomes/ApontamentosTingimento2.pdf </a>&gt; Acesso em: 14/02/2018.</p>
<p>8-<em>Sustentabilidade na indústria</em>. Disponível em:&lt;têxtilhttp://www.textilia.net/materias/ler/textil/conjuntura/sustentabilidade_na_industria_textil&gt;Acesso em: 15/02/2018.</p>
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		<title>Breve Resumo Sobre Pílulas Anticoncepcionais</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2018 21:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[1 INTRODUÇÃO Os métodos contraceptivos são pesquisados e utilizados desde a Grécia antiga (Hipócrates já sabia que as sementes de cenouras selvagens eram capazes de prevenir a gravidez) [1]. A aprovação da utilização de pílulas contraceptivas (ocorrida em meados de 1960) foi uma revolução na área médica, industrial e social ao redor de todo o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>1 INTRODUÇÃO</p>
<p>Os métodos contraceptivos são pesquisados e utilizados desde a Grécia antiga (Hipócrates já sabia que as sementes de cenouras selvagens eram capazes de prevenir a gravidez)<sup> [1]</sup>.</p>
<p>A aprovação da utilização de pílulas contraceptivas (ocorrida em meados de 1960) foi uma revolução na área médica, industrial e social ao redor de todo o mundo, mas os efeitos colaterais das pílulas (na época de seu lançamento eram muito intensos), como aumento da coagulação sanguínea, o que pode ocasionar trombose, retenção de líquidos e problemas relacionados à depressão, geraram controvérsias.  Atualmente, os remédios contraceptivos foram aperfeiçoados para gerar menores ou nenhum efeito colateral e podem ser utilizados por uma grande parte da população, sendo suas contraindicações direcionadas apenas para pessoas com predisposição às doenças antes relacionadas ao seu uso.</p>
<p>O uso de pílulas anticoncepcionais é um método eficaz para evitar a gravidez, além de poder ser utilizado para amenizar o fluxo menstrual e aliviar cólicas, sendo assim recomendados em alguns casos por ginecologistas.</p>
<p>2 FUNCIONAMENTO E TIPOS</p>
<p>A ovulação ocorre através do aumento dos hormônios progesterona e estrógeno. A maior parte das pílulas anticoncepcionais é composta por dois hormônios sintéticos que imitam o estrógeno e a progesterona, o que &#8220;engana&#8221; o cérebro e impede que ele produza estes hormônios e assim não ocorra a ovulação.</p>
<p>Alguns antibióticos como ampicilina e doxiciclina, podem interagir com os anticoncepcionais, o que pode ocasionar alguns problemas<sup> [2]</sup>. Mesmo assim, os únicos antibióticos, comprovados cientificamente, que podem anular o efeito de pílulas contraceptivas são a Rifampicina e seus derivados, normalmente utilizados no tratamento de Tuberculose.</p>
<p>Um mecanismo proposto para a interação do antibiótico com o contraceptivo oral(CO) leva em consideração o cicloêntero-hepático:</p>
<p>Os CO’s, após ingeridos, são absorvidos pelo trato gastrointestinal, levados, através da corrente sanguínea, até o fígado, onde seus componentes principais (o estrógeno e a progesterona sintéticos) são metabolizados e possuem como grande parte do seu produto (entre 42% e 58%) compostos sem atividade contraceptiva (conjugados sulfatados e glucuronídeos), sendo que estes necessitam retornar ao trato gastrointestinal para serem hidrolisados por bactérias e adquirirem caráter de estrógeno ativo (possui efeito contraceptivo). Alguns antibióticos podem destruir as bactérias responsáveis pela hidrolise, reduzindo o nível de estrógeno ativo.<sup> [6]</sup></p>
<p>Existem três tipos básicos de pílulas<sup> [3]</sup>:</p>
<p>1]Monofásica:  É o tipo de pílula mais popular, sendo formada por doses iguais de estrógeno e progesterona. Sua utilização é diária, se inicia entre o primeiro e o quinto dia da menstruação e termina quando acaba a cartela.</p>
<p>2]Multifásica: São pílulas com dosagens diferentes de hormônios que variam conforme a fase do ciclo e podem ter menos efeitos colaterais.</p>
<p>3]Minipílula: É um tipo de pílula de baixa dosagem, sendo formada por um único hormônio, que normalmente é a progesterona. Seu uso é diário, sem interrupção e costuma ser ministrado durante a amamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2476" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/download.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2474"><img class="wp-image-2476 size-medium" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/download-300x300.jpg" alt="download" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1- Ciclo menstrual resumido. Fonte: http://andreiatorres.com.br/blog/emagrecimento-para-mulheres</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>3 ALGUMAS INDICAÇÕES DE CO’s</p>
<ol>
<li>Para quem sofre com retenção de líquidos: uso de pílulas com drospirenona, já que estas anulam estimulantes de reabsorção de água.<sup> [7]</sup></li>
<li>Para quem sofre de dor de cabeça: uso de pílulas sem o Estrogênio, pois este possui efeito vasoconstritor.<sup> [7]</sup></li>
<li>Para quem sofre com pele e cabelos oleosos: uso de pílulas com gestodeno, que possuem efeito antiandrogênico, podendo regular a oleosidade da pele.<sup> [7]</sup></li>
<li>Para quem sofre com tensão pré-menstrual: o uso de Pílulas com drospirenona, que possuem efeito diurético e diminuem o estresse típico.<sup> [7]</sup></li>
<li>Para mulheres fumantes, hipertensas e obesas: Uso de minipílula (pílula de progesterona) e implante anticoncepcional.<sup> [8]</sup></li>
<li>Para mulheres com histórico de AVC e/ou doença cardíaca isquêmica: O não uso de CO’s, sendo recomendados outros métodos, como o uso de DIU (dispositivo intrauterino).<sup> [8]</sup></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>4 CONCLUSÃO</p>
<p>O uso de medicamentos anticoncepcionais pode ser benéfico, contanto que o usuário procure acompanhamento médico, já que o uso desses medicamentos varia das individualidades de cada pessoa, suas necessidades e estilos de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em>Breve História da Contracepção</em> .Disponível em :&lt;https://pharma.bayer.com.br/pt/areas-terapeuticas/saude-de-a-a-z/contracepcao/metodos-contraceptivos/historia-contracepcao/index.php&gt;Acesso em: 06/02/2018</li>
<li><em>Pílulas Anticoncepcionais</em>. Disponível em :&lt;http://gpquae.iqm.unicamp.br/textos/T2.pdf&gt;Acesso em: 06/02/2018</li>
<li>.Disponível em :&lt;http://www.sobiologia..com.br/conteudos/Anticoncepcionais_doencas/metodos4.php&gt;Acesso em: 06/02/2018</li>
<li><em>Conheça os hormônios usados nas pílulas anticoncepcionais</em>. Disponível em :&lt;https://www.dicasdemulher.com.br/conheca-os-hormonios-usados-nas-pilulas-anticoncepcionais/&gt; Acesso em: 06/02/2018</li>
<li><em>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS DA PÍLULA ANTICONCEPCIONAL</em>. Disponível em :&lt;https://www.mdsaude.com/2008/12/interao-medicamentosa-anticoncepcionais.html&gt; Acesso em: 21/03/2018</li>
<li><em>Efeito dos antimicrobianos sobre a eficácia dos contraceptivos orais. </em>Disponível em :&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-06631998000300007&gt; Acesso em: 21/03/2018</li>
<li><em>VEJA QUAL O MELHOR ANTICONCEPCIONAL PARA CADA CASO</em>. Disponível em :&lt;https://convivendocomsop.wordpress.com/2016/04/05/veja-qual-o-melhor-anticoncepcional-para-cada-caso/&gt; Acesso em: 21/03/2018</li>
<li><em>MÉTODO ANTICONCEPCIONAL MAIS INDICADO PARA CADA SITUAÇÃO</em>. Disponível em :&lt;https://www.mdsaude.com/2015/06/anticoncepcional-problemas-de-saude.html&gt; Acesso em: 21/03/2018</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tributo a Stephen Hawking</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 02:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Morreu nesta quarta-feira, dia 14/03/2018, aos seus 76 anos, Stephen William Hawking, um dos maiores nomes da ciência moderna. Nascido em 8 janeiro de 1942, Stephen Hawking entrou, em 1959, para a universidade de Oxford, onde se formou 3 anos depois, para o curso de física, já que o seu curso de interesse, matemática, não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Morreu nesta quarta-feira, dia 14/03/2018, aos seus 76 anos, Stephen William Hawking, um dos maiores nomes da ciência moderna.</p>
<p>Nascido em 8 janeiro de 1942, Stephen Hawking entrou, em 1959, para a universidade de Oxford, onde se formou 3 anos depois, para o curso de física, já que o seu curso de interesse, matemática, não estava disponível na Universidade.  Após sair de Oxford, Hawking foi estudar cosmologia em Cambridge, onde veio a se tornar doutor em cosmologia, professor de matemática e professor Lucasiano Emérito, cargo que também foi ocupado por Isaac Newton e Paul Dirac. Ele foi diagnosticado aos 21 anos com ‘’esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma enfermidade motora neurodegenerativa rara, paralisante e sem cura, que afeta o controle dos músculos.’’<sup> [1]</sup> Mesmo com esse problema, ele conseguiu superar as expectativas e viveu 56 anos com a doença.</p>
<p>Hawking, devido a ELA, perdeu sua mobilidade e, em 1985 durante uma visita a uma usina nuclear, sua voz, o que foi ocasionado por uma cirurgia relacionada a forte tuberculose. Mesmo com essas limitações físicas, ele continuou trabalhando com o auxílio de um software que analisava os movimentos dos músculos de sua bochecha e dos seus olhos, transmitindo mensagens a partir disso.</p>
<p>Stephen Hawking fez diversas pesquisas relacionadas a buracos negros, sobre os quais ele descobriu que emitiam radiação ao morrerem devido a separação do par partícula-antipartícula, na qual uma parte é capturada pelo buraco negro e a outra escapa na forma de radiação, o que era visto como impossível na época, já que nada escapava da atração gravitacional de um buraco negro. Ele também sempre procurou uma relação geral que unisse a mecânica quântica com a teoria de relatividade e pudesse explicar os eventos do universo, sendo este tema abordado no seu livro “<em>Uma Breve História do Tempo”</em>, que foi lançado em 1988 e abordava vários assuntos de cosmologia, como buracos negros e a formação do universo.</p>
<div id="attachment_2455" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/illustration-rayonnement-hawking.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2454"><img class="size-full wp-image-2455" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/illustration-rayonnement-hawking.jpg" alt="Figura 1: representação da formação da radiação Hawking em um buraco negro." width="542" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: representação da formação da radiação Hawking em um buraco negro.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de 14 livros foram escritos por Stephen, dentre eles o aclamado “<em>O Universo numa Casca de Noz”</em>, na qual ele debate a física teórica através de esquemas e exemplos do dia a dia, e<em> “Buracos Negros, Universos Bebês e Outros Ensaios”.</em></p>
<div id="attachment_2462" style="width: 961px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/Slide11.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2454"><img class="size-full wp-image-2462" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/Slide11.jpg" alt="Figura 2: Capas de livros famosos de Stephen Hawking. " width="951" height="493" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Capas de livros famosos de Stephen Hawking.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma homenagem foi feita para Stephen Hawking no filme britânico “<em>A teoria de tudo”,</em> que foi lançado em 2014 e possibilitou o ator Eddie Redmayne, que interpreta Stephen, ganhar o Oscar de melhor ator.</p>
<div id="attachment_2457" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/a-teoria-de-tudo.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2454"><img class="size-medium wp-image-2457" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/a-teoria-de-tudo-300x250.jpg" alt="Figura 3: ator Eddie Redmayne ao lado de Stephen Hawking." width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: ator Eddie Redmayne ao lado de Stephen Hawking.</p></div>
<p>&#8220;Ele teve três filhos. Casou-se pela primeira vez em 1965 com Jane Hawking e se separou em 1991. Em 1995, teve seu segundo casamento com a enfermeira Elaine Mason e se divorciou em 2006.&#8221;<sup>[1]</sup></p>
<div id="attachment_2469" style="width: 224px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/1419771636_555372_1419792103_noticia_normal.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2454"><img class="size-medium wp-image-2469" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/1419771636_555372_1419792103_noticia_normal-214x300.jpg" alt="Figura 4: Stephen Hawking ao lado da escritora Jane Howking no dia do seu casamento. " width="214" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4: Stephen Hawking ao lado da escritora Jane Hawking no dia do seu casamento.</p></div>
<p>Stephen Hawking foi um dos cientistas mais importante que já viveu, tendo grande papel no desenvolvimento de teorias físicas e astronômicas, como radiação Hawking e teoria da singularidade, e divulgação científica, que se deu através de seus livros consagrados, além de ser um exemplo de superação e perseverança.</p>
<p>Aqui está meu tributo a este que foi um dos nomes mais importantes dos últimos tempos. Descanse em paz, Stephen Hawking.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Referências:</p>
<p>[1] <em>como age a doença que acometia Stephen Hawking.</em> Disponível em: &lt;<a href="https://super.abril.com.br/saude/como-age-a-doenca-que-acometia-stephen-hawking/">https://super.abril.com.br/saude/como-age-a-doenca-que-acometia-stephen-hawking/</a> &gt;  Acesso em: 14/03/2018</p>
<p>[2]<em> Stephen Hawking, físico britânico, morre aos 76 anos. </em>Disponível em: &lt;<a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/morre-o-fisico-stephen-hanking.ghtml?utm_source=facebook&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=g1">https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/morre-o-fisico-stephen-hanking.ghtml?utm_source=facebook&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=g1</a> &gt; Acesso em: 14/03/2018</p>
<p>Outras fontes:</p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Teoria_de_Tudo">https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Teoria_de_Tudo</a></p>
<p><a href="http://www.searadaciencia.ufc.br/folclore/folclore95.htm">http://www.searadaciencia.ufc.br/folclore/folclore95.htm</a></p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Universo_numa_Casca_de_Noz">https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Universo_numa_Casca_de_Noz</a></p>
<p><a href="https://super.abril.com.br/ciencia/a-vida-privada-de-stephen-hawking/">https://super.abril.com.br/ciencia/a-vida-privada-de-stephen-hawking/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CIÊNCIA E SOCIEDADE: A ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 12:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A ciência busca o entendimento do mundo ao nosso redor através de questionamentos, formulações de hipóteses e análises empíricas, que utilizam equipamentos para a determinação de dados. As tecnologias surgem como aplicações dos conhecimentos científicos, o que possibilita o avanço da humanidade. Mesmo com toda essa importância, o conhecimento científico acaba por ser parcialmente oculto [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A ciência busca o entendimento do mundo ao nosso redor através de questionamentos, formulações de hipóteses e análises empíricas, que utilizam equipamentos para a determinação de dados.</p>
<p>As tecnologias surgem como aplicações dos conhecimentos científicos, o que possibilita o avanço da humanidade. Mesmo com toda essa importância, o conhecimento científico acaba por ser parcialmente oculto para uma boa parte da população e isso dá espaço para a o crescimento do misticismo e de pseudociências, que são crenças divulgadas como ciência, mas que não utilizam métodos empíricos.</p>
<p>Uma aplicação tecnológica pode envolver muitas questões sociais e ambientais, o que faz com que uma decisão feita por um seleto grupo de especialistas possa não ser a melhor possível, já que isso envolve muitos setores e precisa ser analisado por diferentes pessoas. Um exemplo disso é o uso do DDT(diclorodifeniltricloroetano), que foi um pesticida largamente utilizado durante a segunda guerra mundial e teve suas influências nocivas, como bioacumulação e potencial cancerígeno, denunciadas pelo cientista Carson (1980) no seu livro <em>Primavera Silenciosa</em>. Essas denuncias não foram levadas em consideração por boa parte da comunidade científica e de empresas químicas, sendo que o combate ao DDT e a sua posterior proibição só aconteceram por conta da ação de grupos ativistas formados por cidadãos que leram o livro de Carson e compreenderam a proporção do problema, o que indica a importância da participação da população e o seu respectivo conhecimento acerca do caso envolvendo tecnologia/ciência [1].</p>
<p>As decisões que envolvem a ciência, em âmbito social, precisam ser tomadas de modo democrático, levando em conta uma boa parte da população, já que a “elitização do conhecimento” [2] pode gerar decisões tendenciosas, o que cria a necessidade de um conhecimento mínimo por parte dos cidadãos em geral. O processo de adquirir esse conhecimento tecnológico e científico é chamado de alfabetização científica e precisa ocorrer desde cedo dentro da formação pessoal.</p>
<p>Para que a alfabetização científica possa ocorrer, é necessário que haja investimentos, por parte do governo e empresas, o que se apresenta como uma grande barreira, principalmente no Brasil, na educação básica. Além desse investimento, é interessante a criação de um ensino mais dinâmico, que transmita a real natureza da ciência de maneira didática e de fácil entendimento.</p>
<p>Segundo o site InfoEscola, o conceito de alfabetização científica pode se dar em três formas: “o primeiro aborda aspectos relativos ao interesse dos educandos pelas ciências, o segundo à interação das ciências aos aspectos sociais dos alunos, e o terceiro à compreensão científica da vida em um contexto geral” [3].</p>
<p>Referências:</p>
<p>[1] JOÃO PRAIA. O Papel da Natureza da Ciência na Educação para a Cidadania. Ciência e educação v. 13, n. 2, p. 141-156, 2007</p>
<p>[2] A Elitização do Ensino. Disponível em: &lt;https://www.alemdosmuros.org/single-post/2017/06/21/A-Elitiza%C3%A7%C3%A3o-do-Ensino&gt; Acesso em: 24/01/2018</p>
<p>[3] Alfabetização Científica no Processo de Ensino-Aprendizagem. Disponível em: &lt;http://www.infoescola.com/educacao/alfabetizacao-cientifica-no-processo-de-ensino-aprendizagem/&gt; Acesso em: 24/01/2018</p>
<p>• Leia mais em:</p>
<p>http://w3.ufsm.br/labdros/arquivos/exper/ciencia.htm</p>
<p>http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a09.pdf</p>
<p>http://redes.moderna.com.br/2015/07/24/pnld-2016-a-alfabetizacao-espacial-e-cientifica-para-despertar-a-vontade-de-aprender-sempre-mais/</p>
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		<title>Uma nova perspectiva para a produção de hidrogênio como fonte energética</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Nov 2017 17:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pabllo Abreu Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, foi utilizado, por uma equipe de cientistas da Universidade da Flórida, nos EUA, um nanomaterial híbrido de baixo custo (MoS2/TiO2) como catalisador para produzir hidrogênio em um sistema alimentado com energia solar [1]. Os combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, amplamente utilizados hoje em dia, são recursos não renováveis que podem, através [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, foi utilizado, por uma equipe de cientistas da Universidade da Flórida, nos EUA, um nanomaterial híbrido de baixo custo (MoS<sub>2</sub>/TiO<sub>2</sub>) como catalisador para produzir hidrogênio em um sistema alimentado com energia solar<sup> [1]</sup>.</p>
<p>Os combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, amplamente utilizados hoje em dia, são recursos não renováveis que podem, através da sua queima, gerar gases tóxicos, como o CO<sub>2, </sub>que contribui para o efeito estufa, além de outros resíduos nocivos para a natureza e a população. Por conta disso, estão sendo pesquisadas novas fontes energéticas para combustíveis que não agridam o meio ambiente, como o hidrogênio, que é inesgotável, renovável e, através de sua queima em contato com o oxigênio, produz apenas água e calor, o que o torna não poluente.<sup> [2]</sup></p>
<p><div id="attachment_2271" style="width: 648px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/08-06.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2270"><img class="size-full wp-image-2271" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/08-06.png" alt="Figura 1: Matriz energética do Brasil em 2012. [5]" width="638" height="489" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Matriz energética do Brasil em 2012. [5]</p></div>O hidrogênio tem uma grande capacidade de armazenar energia, o que permite que ele seja utilizado como combustível veicular, mas isso também leva a sua alta tendência explosiva, que, junto a dificuldade de armazenamento (1 kg desse gás ocupa 11 000 L), representam as problrmáticas de sua utilização. Outro problema é a produção de hidrogênio, que pode levar a grandes gastos e isso não é bem visto pelas indústrias de combustíveis. Algumas das formas de se obter hidrogênio utilizam reações fotocatalíticas, que se baseiam na presença de um material, em meio aquoso, capaz de absorver a luz no espectro visível e, com isso, liberar energia necessária para quebrar as ligações das moléculas de água<sup> [3]</sup>.</p>
<p>O dióxido de titânio (TiO<sub>2</sub>) é um dos materiais mais utilizados na fotocatálise, já que ele não é toxico, possui baixo custo e grande abundância na terra. Existem alguns problemas relacionados à sua utilização, como o seu alto <em>band gap</em> e a lenta cinética de transferência de cargas, mas eles podem ser contornados pela utilização de outros materiais combinados com o TiO<sub>2</sub>, já que este tem grande facilidade de interação.</p>
<p><div id="attachment_2272" style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/oxidation-reduction.gif" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2270"><img class="size-full wp-image-2272" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/oxidation-reduction.gif" alt="Figura 2: Representação do mecanismo fotocatalítico do TiO2 para produzir H2.[4]" width="350" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Representação do mecanismo fotocatalítico do TiO2 para produzir H2.[4]</p></div>O dissulfeto de molibdênio(MoS<sub>2</sub>) é um material que possui uma estrutura do tipo <em>sandwich</em>, na qual os átomos de Mo estão entre duas camadas, no formato hexagonal e em 2D, de enxofre. As fracas interações de <em>Van der Waals</em>, presentes entre essas camadas 2D, favorecem a formação de nanoestruturas. O tamanho das estruturas de MoS<sub>2 </sub>influenciam o seu <em>band gap,</em> o que acaba dando maior relevância a sua forma nanoestrutural para a formação de um híbrido.<sup> [1]</sup></p>
<p><div id="attachment_2273" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/singh.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2270"><img class="size-large wp-image-2273" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/10/singh-1024x451.jpg" alt="Figura 3: Representação da estrutura tipo sandwich do MoS2.[6]" width="1024" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: Representação da estrutura tipo sandwich do MoS2.[6]</p></div>O trabalho, citado no primeiro parágrafo do texto, tem por objetivo utilizar um híbrido de MoS<sub>2 </sub>com o TiO<sub>2</sub>, que são materiais bastante conhecidos dentro da fotocatálise, além de possuírem baixo custo, para produzir hidrogênio em meio aquoso. Essa pesquisa busca resolver a problemática de obtenção do hidrogênio, através de um método acessível, que, no caso, consiste em realizar nanocavidades no dióxido de titânio e depois revesti-las com o dissulfeto de molibdênio com uma única camada atômica de espessura, o que resulta em um híbrido que possui uma alta resistência à corrosão marinha, absorve uma grande banda da luz visível e pode ter seu <em>band gap</em> controlado de maneira mais efetiva.<sup>[1]</sup></p>
<p><sub> </sub></p>
<p>[1] L. GUO, Z. YANG, K. MARCUS, Z. LI, B. LUO, L. ZHOU X. WANG, Y. DU, Y. YANG.  MoS2/TiO2 heterostructures as nonmetal plasmonic photocatalysts for highly efficient hydrogen Evolution. <em>Royal Society of Chemistry</em>, Reino Unido, v. 174, p. 1-10, 28 de setembro de 2017.</p>
<p>[2] <em>Combustível Hidrogênio</em>.  Disponível em:</p>
<p>&lt; <a href="http://alunosonline.uol.com.br/quimica/combustivel-hidrogenio.html">http://alunosonline.uol.com.br/quimica/combustivel-hidrogenio.html</a>&gt;. Acesso em: 21/10/2017.</p>
<p>[3] <em>Fotocatálise como método de produção de hidrogênio</em>.  Disponível em:</p>
<p>&lt; <a href="http://seer.unipampa.edu.br/index.php/siepe/article/view/3863">http://seer.unipampa.edu.br/index.php/siepe/article/view/3863</a>&gt; Acesso em: 21/10/2017.</p>
<p>[4] <em>A Fotocatálise</em>. Disponível em:</p>
<p>&lt; <a href="http://www.fotocatalisador.com/br/fotocatalise.htm">http://www.fotocatalisador.com/br/fotocatalise.htm</a>&gt; Acesso em: 21/10/2017.</p>
<p>[5] <em>Um panorama sobre a energia geotérmica no Brasil e no Mundo: Aspectos ambientais e econômicos</em>. Disponível em:</p>
<p>&lt;http://www.revistaespacios.com/a17v38n01/17380108.html&gt; Acesso em: 21/10/2017</p>
<p>[6] <em>Engineer improves rechargeable batteries with MoS2 nano &#8216;sandwich&#8217;. </em>Disponível em: &lt;<a href="http://www.k-state.edu/media/newsreleases/apr15/singh41615.html">http://www.k-state.edu/media/newsreleases/apr15/singh41615.html</a>&gt; Acesso em: 21/10/2017</p>
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