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	<title>PET Química UFC &#187; Matheus dos Santos Silva</title>
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		<title>Dias de perigos esquecidos</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 11:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde os primórdios da humanidade, busca-se utilizar elementos químicos existentes para o benefício próprio. Técnicas antigas que utilizavam elementos naturais em tratamentos de doenças, metalurgia e outros fins, possuíam características religiosas que em certos casos levaram a avaliações erradas. Porém, em diversos momentos foram descobertos compostos com utilidades que estão presentes até hoje. Esta matéria [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os primórdios da humanidade, busca-se utilizar elementos químicos existentes para o benefício próprio. Técnicas antigas que utilizavam elementos naturais em tratamentos de doenças, metalurgia e outros fins, possuíam características religiosas que em certos casos levaram a avaliações erradas. Porém, em diversos momentos foram descobertos compostos com utilidades que estão presentes até hoje. Esta matéria mostrará casos de utilização de substâncias químicas para finalidades que a literatura atual mostra não ser a ideal.</p>
<p>A tabela a seguir mostra a descrição da utilização de certos compostos entre os anos 1890-1950 e o que se sabe atualmente sobre os riscos da utilização das mesmas:</p>
<p style="text-align: center;">Tabela 01: Emprego de produtos químicos perigosos no passado</p>
<table style="height: 697px;" width="784">
<tbody>
<tr>
<td width="120">Composto</td>
<td width="223">Aplicações de outrora</td>
<td width="237">Efeitos colaterais/tóxicos hoje conhecidos</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">NH<sub>3</sub> (Amônia)</td>
<td width="223">Uso interno no combate à embriaguez, sendo ingerido dissolvido em água (solução a 0,1- 0,5%) e em pequenas doses19</td>
<td width="237">Os sintomas de exposição prolongada são irritação dos olhos, nariz e garganta; dispneia, bronco espasmo e dor no peito, além de queimaduras na pele e vascularização. DL<sub>50</sub> = 350 mg kg<sup>-1 </sup>(rato, via oral, solução a 29%)</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">CHCl<sub>3</sub> (Clorofórmio)</td>
<td width="223">Uso interno (dose de 1 mL) no tratamento de cólicas, diarréia, flatulência, epilepsia, tétano, tosse espasmódica e asma; seu uso externo era puro no tratamento de reumatismo e artrite25. No século XIX e no início do XX, foi usado como anestésico</td>
<td width="237">Nocivo por ingestão. Irritante para a pele. Possibilidade de efeitos cancerígenos. Risco de efeitos graves para a saúde em caso de exposição prolongada por inalação e ingestão. Poluente hídrico. DL<sub>50</sub> = 908 mg kg<sup>-1</sup> (rato, via oral)</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">Petróleo</td>
<td width="223">Uso interno como expectorante e vermífugo; uso externo como antisséptico e para tratamento de doenças de pele. Em cada dose o paciente tomava 1-2 mL do produto</td>
<td width="237">A toxicidade depende da composição do óleo. Alguns óleos crus e frações provocam tumores malignos e benignos em ratos, após aplicação sobre a pele. A DL<sub>50</sub> depende do óleo considerado</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">HCl (Ácido clorídrico)</td>
<td width="223">Era empregado com uso interno, a fim de aumentar a ação digestiva do estômago. Era administrado em forma de solução (0,2:100)</td>
<td width="237">Sua ingestão, inalação de seus fumos ou contato com a pele pode causar queimaduras.  A inalação durante 1 h de HCl numa concentração de 3124 ppm mata 50% dos ratos submetidos a esse teste.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Adaptado de PIMENTEL, L.C.F.; CHAVES, C.R.; FREIRE, L.A.A. e AFONSO, J.C. O inacreditável emprego de produtos químicos perigosos no passado. Química Nova, v. 29, n. 5, p. 1138-1149, 2006.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas das aplicações apresentadas parecem absurdas no contexto atual, mas com o avanço de leis de regulamentação de condições de trabalho junto de estudos de toxicidade e outros fatores de risco que nos permite ampliar nosso conhecimento do que é nocivo aos seres humanos, isto leva aos diversos parâmetros e testes por quais novos produtos tem de passar antes de chegar ao público. A toxicologia estabelece o fator da dose letal (DL<sub>50</sub>), que indica a quantidade de determinada substância, que ingerida por via oral em única dose gera morte de 50% de um grupo de seres de determinada espécie em 14 dias.</p>
<p>O olhar sobre esses erros nocivos nos mostra que é fundamental expandir o conhecimento sobre as substâncias que nos cercam, mesmo aquelas que já se tornaram presentes no cotidiano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p>PIMENTEL, L.C.F.; CHAVES, C.R.; FREIRE, L.A.A. e AFONSO, J.C. O inacreditável emprego de produtos químicos perigosos no passado. Química Nova, v. 29, n. 5, p. 1138-1149, 2006.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tiroteio Radioativo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 13:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 19 de março de 2019 na BR-101, um comboio que transportava uma carga de urânio para a usina nuclear de Angra 2 foi atacado por um grupo de bandidos, à primeira vista desta notícia, pode-se presumir que os criminosos tentaram furtar o carregamento, porém, este não é o caso. Segundo notas da Polícia Rodoviária [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 19 de março de 2019 na BR-101, um comboio que transportava uma carga de urânio para a usina nuclear de Angra 2 foi atacado por um grupo de bandidos, à primeira vista desta notícia, pode-se presumir que os criminosos tentaram furtar o carregamento, porém, este não é o caso. Segundo notas da Polícia Rodoviária federal, Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e policia civil, o ataque não teve intenção de subtrair a carga, e possivelmente, foi devido à presença de forte aparato policial em uma região de conflito por pontos de venda de drogas. Nesse contexto é interessante conhecer a utilidade no urânio dentro da produção de energia nuclear.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Urânio</p>
<div id="attachment_3248" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/imagem-do-pet-e1554469572649.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3246"><img class="size-full wp-image-3248" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/imagem-do-pet-e1554469572649.jpg" alt="Imagem 1: Urânio" width="600" height="436" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: https://www.infoescola.com/elementos-quimicos/uranio/</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O urânio pode ser utilizado como fonte de energia em usinas nucleares por meio da fissão nuclear, processo onde um átomo pesado é dividido em dois menores quando atingido por um nêutron. Além dos núcleos menores, a fissão libera de dois a três nêutrons que podem atingir outros núcleos de urânio sucessivamente liberando a energia que unia os núcleos maiores como calor dentro de um sistema com água a fim de formar vapor que move uma turbina com um gerador elétrico acoplado ao seu eixo.</p>
<p>O urânio é encontrado na natureza como: <sup>234</sup>U, <sup>235</sup>U e <sup>238</sup>U com abundâncias de 0,0058%, 0,71% e 99,28% respectivamente, sendo que o urânio-238 sofre fissão por nêutrons de elevada energia cinética e o urânio-235 pode ser fissionado por nêutrons com energia cinética baixa. Devido a abundância pequena na natureza do urânio-235, são utilizados processos de enriquecimento do urânio, onde a concentração de urânio-235 em amostras de urânio natural é aumentada.</p>
<p>A utilização de energia nuclear gera controvérsia devido aos riscos que sua utilização envolve, dessa forma a melhor forma de compreender esses riscos e os benefícios é estudando o processo em si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Imagem 2: Usina Nuclear de Angra dos Reis, para onde a carga estava sendo levada</p>
<div id="attachment_3249" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/imagem-2-e1554469791323.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3246"><img class="size-full wp-image-3249" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/04/imagem-2-e1554469791323.jpg" alt="Fonte:https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2019/03/19/comboio-para-transporte-de-uranio-e-atacado-a-caminho-das-usinas-nucleares-de-angra-dos-reis-rj.ghtml" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte:https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2019/03/19/comboio-para-transporte-de-uranio-e-atacado-a-caminho-das-usinas-nucleares-de-angra-dos-reis-rj.ghtml</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p>ELIEZER DE MOURA CARDOSO. Apostila Educativa: Energia Nuclear. Disponível em:&lt; http://portaldaradiologia.com/wp-content/uploads/2010/03/Energia-Nuclear.pdf &gt; Acesso em 05 de abril de 2019.</p>
<p>FERREIRA, Ricardo Alberto Neto. Modelo para o comportamento de microesferas combustiveis de torio e uranio na peletização. 2000. 165p. Tese (doutorado) &#8211; Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Quimica, Campinas, SP. Disponível em: &lt;http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/267536&gt; Acesso em: 05 de abril de 2019.</p>
<p>G1. Comboio para transporte de urânio é atacado a caminho das usinas nucleares de Angra dos Reis, Disponível em:&lt;https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2019/03/19/comboio-para-transporte-de-uranio-e-atacado-a-caminho-das-usinas-nucleares-de-angra-dos-reis-rj.ghtml&gt; Acesso em: 05 de abril de 2019.</p>
<p>Elementos Químicos: Urânio, Disponível em:&lt;https://www.infoescola.com/elementos-quimicos/uranio/&gt; Acesso em: 05 de abril de 2019</p>
<p>Comboio para transporte de urânio é atacado a caminho das usinas nucleares de Angra dos Reis, Disponível em: &lt;https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2019/03/19/comboio-para-transporte-de-uranio-e-atacado-a-caminho-das-usinas-nucleares-de-angra-dos-reis-rj.ghtml&gt; Acesso em: 05 de abril de 2019</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Falha de segurança</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/falha-de-seguranca/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 20:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Laboratórios de pesquisa requerem diversos cuidados daqueles que trabalham nesse ambiente, como a utilização de equipamento de proteção apropriado (jaleco, óculos protetores, luvas e máscara) e manuseio e descarte apropriado de substâncias usadas. Quando essas normas não são seguidas, existe a possibilidade da ocorrência de acidentes que põe em risco a saúde daqueles próximos. Esta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Laboratórios de pesquisa requerem diversos cuidados daqueles que trabalham nesse ambiente, como a utilização de equipamento de proteção apropriado (jaleco, óculos protetores, luvas e máscara) e manuseio e descarte apropriado de substâncias usadas. Quando essas normas não são seguidas, existe a possibilidade da ocorrência de acidentes que põe em risco a saúde daqueles próximos. Esta matéria relata um acidente de laboratório a fim de enfatizar a necessidade de seguir as normas de segurança nesse local.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 08 de outubro de 2012 na Universidade Federal de Brasília (UnB), dois estudantes sofreram lesões devido a uma explosão de um recipiente que estava sendo guardado por um destes alunos. O corpo de bombeiro relatou que o acidente ocorreu devido a manipulação de soluções de ácido nítrico e clorídrico, esses dois ácidos são utilizados na preparação de água régia, uma solução altamente corrosiva e sua preparação produz gases que em recipiente fechado pode levar a explosões. Os membros do laboratório relataram que os feridos utilizavam equipamentos de proteção no momento do incidente, o que certamente contribuiu para que os alunos, que sofreram cortes e queimaduras, apresentassem condições estáveis em um período curto.</p>
<p style="text-align: center;">Imagem: Solução de água régia.</p>
<div id="attachment_2932" style="width: 934px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-19-at-15.02.13.jpeg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2931"><img class="size-full wp-image-2932" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-19-at-15.02.13.jpeg" alt="Fonte: https://www.thoughtco.com/making-aqua-regia-acid-solution-603641" width="924" height="694" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: https://www.thoughtco.com/making-aqua-regia-acid-solution-603641</p></div>
<p style="text-align: justify;">Laboratórios de pesquisa apresentam alta rotatividade de pesquisadores, estagiários e alunos, junto a uma variedade de atividades e a manipulação de substâncias perigosas sem a observância necessária nesse contexto contribui efetivamente para a ocorrência de acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Referências:</p>
<p style="text-align: left;">Acidente em laboratório da UnB fere dois alunos. https://educacao.uol.com.br/noticias/2012/10/09/acidente-em-laboratorio-da-unb-fere-dois-alunos.htm . Acessado em 15 de dezembro de 2018 ás 20:21</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A revitalização dos laboratórios em escolas públicas</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/a-revitalizacao-dos-laboratorios-em-escolas-publicas/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/a-revitalizacao-dos-laboratorios-em-escolas-publicas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2018 00:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo PET Química UFC, em 2018, criou o manual &#8220;Revitaliza Pet Química: Experimentando a Química no cotidiano.&#8221; A confecção deste material teve como objetivo incentivar o ensino prático de química em escolas públicas por meio de experimentos com aparelhagem acessível que possam ser sugeridos aos professores. &#160; Figura 1: Chuva ácida (Ambiental) Fonte: Autor [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo PET Química UFC, em 2018, criou o manual &#8220;Revitaliza Pet Química: Experimentando a Química no cotidiano.&#8221;</p>
<p>A confecção deste material teve como objetivo incentivar o ensino prático de química em escolas públicas por meio de experimentos com aparelhagem acessível que possam ser sugeridos aos professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Chuva ácida (Ambiental)</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-2.jpeg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2796"><img class="size-full wp-image-2797 aligncenter" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-2.jpeg" alt="revitaliza (2)" width="271" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Autor</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Inflando bexigas com vinagre (Alimentos)</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-3.jpeg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2796"><img class="size-full wp-image-2798 aligncenter" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-3.jpeg" alt="revitaliza (3)" width="281" height="159" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Autor</p>
<p>O manual possui quatro capítulos: Ambiental, Alimentos, Energia e Aromas e foi apresentado à Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) <em>Prof</em>. <em>Antônio Valmir da Silva</em>, onde houve uma demonstração de quatro experimentos, visando explanar o caráter de cada capítulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 3: Extração de óleo essencial (Aromas)</p>
<p><img class="size-full wp-image-2799 aligncenter" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-4.jpeg" alt="revitaliza (4)" width="199" height="216" /></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Autor</p>
<p style="text-align: center;">Figura 4: Pilha eletroquímica (Energia)</p>
<p><img class="size-full wp-image-2800 aligncenter" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/revitaliza-1.jpeg" alt="revitaliza (1)" width="320" height="211" /></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Autor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Os experimentos abordados apresentam conteúdos de química de forma mais acessível ao cotidiano do aluno, visando aumentar o interesse pela ciência. A escola apresentou receptividade quanto a implementação do projeto e um formulário acerca da influência do manual para o aprendizado dos alunos estão sendo obtidos.</p>
<p style="text-align: left;">O manual &#8220;Revitaliza Pet Química: Experimentando a Química no cotidiano.&#8221; está disponível abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/MANUAL-REVITALIZA-PET-QUÍMICA-UFC.pdf">MANUAL REVITALIZA &#8211; PET QUÍMICA UFC</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma breve explanação do refino de petróleo</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/uma-breve-explanacao-do-refino-de-petroleo/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/uma-breve-explanacao-do-refino-de-petroleo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 20:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o mês de junho de 2018 ocorreu a “Greve dos caminhoneiros”, originada pelo aumento no preço do combustível, dentre outras motivações. A alta do preço em questão envolve questões tecnológicas do refino de petróleo do Brasil e decisões políticas nessa área. A matéria a seguir consiste de um relato generalista do refino de petróleo, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de junho de 2018 ocorreu a “Greve dos caminhoneiros”, originada pelo aumento no preço do combustível, dentre outras motivações. A alta do preço em questão envolve questões tecnológicas do refino de petróleo do Brasil e decisões políticas nessa área. A matéria a seguir consiste de um relato generalista do refino de petróleo, visando expandir a compreensão dessa temática que afeta o cotidiano diretamente.</p>
<p>A palavra petróleo define um combustível líquido natural, constituído quase em sua totalidade de hidrocarbonetos. Todos os tipos de petróleo contêm os mesmos tipos de hidrocarbonetos, porém em quantidades diferentes. Serão tratados a seguir 3 estágios do refino, sendo que são possíveis utilizar processos auxiliares que otimizam os processos que serão citados.</p>
<p>O início do processo de refino consiste na separação dos componentes do petróleo onde é possível utilizar processos de destilação, em que o petróleo é aquecido a elevadas temperaturas, até evaporar. O vapor atravessa uma coluna com diferentes níveis, a fim de separar os diferentes componentes do petróleo através de resfriamento. A destilação também pode se utilizar de outros fatores, como a pressão para provocar o fracionamento.</p>
<div id="attachment_2662" style="width: 202px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Sem-título.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2659"><img class="size-full wp-image-2662" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Sem-título.png" alt="Figura 1: Torres de destilação. Fonte: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/refino-petroleo.htm" width="192" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Torres de destilação. Fonte: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/refino-petroleo.htm</p></div>
<p>O segundo momento do refino consiste nos processos de conversão, que consistem de métodos químicos onde é modificada a natureza molecular de uma fração do petróleo mais pesado, visando aumentar o seu valor agregado.</p>
<p>Um exemplo de processo de conversão é o craqueamento catalítico, onde grandes cadeias de hidrocarbonetos são quebradas em moléculas de cadeias menores através de condições severas de temperatura e pressão conjuntos e um catalisador que pode ser a zeólita, hidrossilicato de alumínio, bauxita e alumino-silicatos. Também é possível combinar hidrocarbonetos de cadeia curta para formar cadeias longas, esse processo é chamado de reforma.</p>
<p>Após esses estágios são realizados processos de tratamento a fim de retirar impurezas e adequar os produtos obtidos ao padrão de mercado. Esses processos retiram principalmente compostos a base de enxofre e nitrogênio que alteram a acidez e odor do produto além de outros efeitos indesejados. O hidrotratamento (HDT) catalítico é um processo de tratamento que utiliza hidrogênio e um catalisador alterando a massa molar ou removendo contaminações.</p>
<div id="attachment_2663" style="width: 403px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Sem-título-1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2659"><img class="size-full wp-image-2663" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Sem-título-1.png" alt="Tabela: exemplos de processos utilizados em cada etapa do refino incluindo os auxiliares. Fonte: http://geopg.blogspot.com/2014/07/geo-aula-refino-do-petroleo-aula-2.html " width="393" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela: exemplos de processos utilizados em cada etapa do refino incluindo os auxiliares. Fonte: http://geopg.blogspot.com/2014/07/geo-aula-refino-do-petroleo-aula-2.html</p></div>
<p>Referências:</p>
<p>DIETZ, ANA CLÁUDIA. Modelagem e simulação de reatores de hidrotratamento (HDT) de correntes de diesel. [online]. Disponível em: <a href="http://hdl.handle.net/10183/105021">http://hdl.handle.net/10183/105021</a></p>
<p>REFINO DE PETRÓLEO E PETROQUÍMICA. [online]. Disponível em: <a href="http://www.nupeg.ufrn.br/downloads/deq0370/curso_refino_ufrn-final_1.pdf">http://www.nupeg.ufrn.br/downloads/deq0370/curso_refino_ufrn-final_1.pdf</a></p>
<p>PRETROBRAS. Refino. [online]. Disponível em: <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/areas-de-atuacao/refino/">http://www.petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/areas-de-atuacao/refino/</a> .</p>
<p>CRAIG C. FREUDENRICH &#8211; traduzido por HowStuffWorks Brasil. [online]. Disponível em: <a href="http://www.saviesa.org.br/mapeamento/biblioteca/Como%20funciona%20o%20refino%20de%20petroleo.pdf">http://www.saviesa.org.br/mapeamento/biblioteca/Como%20funciona%20o%20refino%20de%20petroleo.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A química no projeto A.G.I.R</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 23:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta matéria visa abordar a atuação do grupo PET Química UFC no projeto A.G.I.R, que se trata de uma ação conjunta dos grupos do programa de educação tutorial do Ceará com o intuito de levar ações sociais para a comunidade, contemplando as competências de cada grupo PET e sendo realizado em escolas públicas. O objetivo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta matéria visa abordar a atuação do grupo PET Química UFC no projeto A.G.I.R, que se trata de uma ação conjunta dos grupos do programa de educação tutorial do Ceará com o intuito de levar ações sociais para a comunidade, contemplando as competências de cada grupo PET e sendo realizado em escolas públicas. O objetivo é que toda a comunidade ao redor da escola seja alcançada pela ação, desde os alunos até seus parentes próximos.</p>
<p>Diante disso, o PET Química UFC desenvolveu atividades durante as edições II, III e IV do projeto, visando externar conhecimentos adquiridos pelos integrantes do grupo para o público.</p>
<p>A oficina “Química nossa de cada dia” foi aplicada durante as duas primeiras atuações do PET Química no A.G.I.R.  Essa atividade buscava demonstrar a utilidade de reações químicas simples no cotidiano, como produção de repelente natural contra o <em>Aedes aegypti</em>, utilização de ketchup na remoção de manchas de panelas, produção de refrigerante de uva natural e utilização do repolho roxo como indicador de PH.</p>
<div id="attachment_2509" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Apresentação1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2508"><img class="size-large wp-image-2509" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Apresentação1-1024x317.jpg" alt="Figura 1: Atuação do PET QUÍMICA nas edições 2 e 3 do A.G.I.R." width="1024" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Atuação do PET QUÍMICA nas edições 2 e 3 do A.G.I.R.</p></div>
<p>Através da execução dessa ação, percebeu-se que, por meio das explanações dessas simples demonstrações, os ouvintes puderam alterar sua percepção de que o conhecimento de química não é algo inacessível ao público leigo e pode ser benéfico em diversas ações cotidianas, despertando assim a curiosidade pelo estudo nessa área.</p>
<p>Durante a 4° realização do projeto, que ocorreu na Escola de Ensino Fundamental e Médio Professor Mário Schenberg, em 10/03/2018, o grupo Pet Química aplicou a oficina “Aprendendo com a Água”, que utiliza experimentos envolvendo a água para explicar e entender os fenômenos ópticos, como reflexão e refração, densidade, tensão superficial, capacidade calorífica, polaridade e condutividade elétrica, empregando temas do nosso cotidiano e de relevância ambiental.</p>
<p>Alguns dos experimentos abordados foram: a mistura de uísque e água através da passagem desses fluídos por uma interface de interação entre eles, demonstrando o efeito da densidade dos mesmos, a criação de um labirinto hidrofóbico, a fim de evidenciar a interação das moléculas de água com certos materiais específicos, e a demonstração da variação na trajetória da luz através de um feixe de água.</p>
<div id="attachment_2510" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/i-3.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2508"><img class="size-medium wp-image-2510" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/i-3-300x200.jpg" alt="Atuação do PET no 4º A.G.I.R" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Atuação do PET no 4º A.G.I.R</p></div>
<p>Não apenas a comunidade encontrou proveito nessa atividade, como os membros do PET Química também obtiveram melhoria na sua oralidade e no seu desenvolvimento intelectual, através do planejamento e execução das oficinas. Desta forma, o A.G.I.R representa uma troca de conhecimentos.</p>
<p>Esperamos sua participação no próximo A.G.I.R.</p>
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		<title>A química do medo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 20:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[O medo é uma reação involuntária fundamental na sobrevivência do ser humano até os dias atuais. À partir do estímulo externo, ocorre uma reação em cadeia que provoca efeitos no corpo, como a aceleração do batimento cardíaco e outros que serão enunciados nesse texto. O medo é regulado por uma parte do lobo temporal chamada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O medo é uma reação involuntária fundamental na sobrevivência do ser humano até os dias atuais. À partir do estímulo externo, ocorre uma reação em cadeia que provoca efeitos no corpo, como a aceleração do batimento cardíaco e outros que serão enunciados nesse texto.</p>
<p>O medo é regulado por uma parte do lobo temporal chamada de amigdala, sendo que esta envia um sinal ao hipotálamo, que tem função de controle de metabolismo, aumentando a produção da adrenalina, noradrenalina, acetilcolina e cortisol. A adrenalina é um hormônio neurotransmissor, pois atua no sistema nervoso simpático e possui dois enantiômeros, sendo que a atividade hormonal é realizada apenas pela adrenalina levogira.</p>
<div id="attachment_2353" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/12/adrena.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2352"><img class="size-full wp-image-2353" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/12/adrena.jpg" alt="Imagem 1 : principais áreas do cérebro responsáveis pelo medo" width="328" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1 : principais áreas do cérebro responsáveis pelo medo</p></div>
<p>A adrenalina é responsável pelo aumento da frequência cardíaca, pressão arterial e provoca a dilatação das paredes musculares dos brônquios, possibilitando o aumento do fluxo de ar e da taxa respiratória. A adrenalina também promove a redução na secreção de insulina no pâncreas e no fígado, induzindo o aumento da taxa de glicose na corrente sanguínea, o que leva a fermentação da glicose dos músculos. A noradrenalina é também um neurotransmissor e um percursor da adrenalina, com efeito de vasoconstrição periférica e aumento da pressão arterial. A acetilcolina é uma amina produzida no citoplasma das terminações nervosas e é responsável pela contração muscular e o cortisol ajuda a manter o balanço da pressão sanguínea.</p>
<div id="attachment_2354" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/12/aaaaaaa.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2352"><img class="size-full wp-image-2354" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/12/aaaaaaa.png" alt="Imagem 2: Adrenalina" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Adrenalina</p></div>
<p>O conhecimento de como se origina o medo pode ser uma importante ferramenta em momentos em que devemos supera-los, tendo consciência que é um processo natural e que se aplica a todo ser humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem 1: <strong>LIVESCIENCE</strong>. Scary Science: How Your Body Responds to Fear. Fonte: https://www.health.harvard.edu/staying-healthy/understanding-the-stress-response</p>
<p>Acesso em: 22/12/17</p>
<p>Imagem 2 :<strong>INFOESCOLA</strong>. Adrenalina. Fonte: https://www.infoescola.com/hormonios/adrenalina/</p>
<p><strong>Acesso em: 22/12/17 </strong></p>
<p><strong>Howstuffworks</strong>. How Fear Works. Fonte: https://science.howstuffworks.com/life/inside-the-mind/emotions/fear2.htm</p>
<p>Acesso em: 22/12/17 ás 12:42</p>
<p>Portal São Francisco. <strong>Acetilcolina</strong>. Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/biologia/acetilcolina</p>
<p>Acesso em: 22/12/17</p>
<p>Huffpost brasil. <strong>Adrenaline, Cortisol, Norepinephrine: The Three Major Stress Hormones, Explained</strong>. Fonte: http://www.huffpostbrasil.com/entry/adrenaline-cortisol-stress-hormones_n_3112800</p>
<p>Acesso em: 22/12/17</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O preço e a representatividade da ciência</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 11:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da história política do Brasil, a ciência sempre sofreu grandes perdas de recursos em períodos de crises político-econômicas, devido ao fato de que os governantes desse país não enxergam o avanço científico como um investimento válido, tal como foi abordado em uma matéria (1) deste mesmo site anteriormente. Atualmente, a comunidade científica volta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da história política do Brasil, a ciência sempre sofreu grandes perdas de recursos em períodos de crises político-econômicas, devido ao fato de que os governantes desse país não enxergam o avanço científico como um investimento válido, tal como foi abordado em uma matéria<sup> (1)</sup> deste mesmo site anteriormente.</p>
<p>Atualmente, a comunidade científica volta a sofrer sérias restrições orçamentárias. Um ponto de partida para essa situação pode ser entre 2015 e 2016, onde o programa Ciências sem fronteiras começou a perder verba até seu fim, em abril de 2017, para a modalidade de graduação. Nesse contexto, em março de 2017, o atual governo programou uma série de cortes em gastos públicos <sup>(2)</sup> e, dessa forma,  44 % do fundo federal foi cortado do Ministério de Ciência, tecnologias, inovações e comunicações (MCTIC), sendo que perda de recursos em outros departamentos governamentais foi, em média, de 28 % dos recursos.</p>
<div id="attachment_2230" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/09/imagem-1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2229"><img class="size-full wp-image-2230" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/09/imagem-1.jpg" alt="Imagem 1 : Orçamento do antigo MCTI e atual MCTIC de 2010 á 2017. Fonte: NATURE" width="500" height="558" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1 : Orçamento do antigo MCTI e atual MCTIC de 2010 á 2017. Fonte: NATURE</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em represália a essas medidas que vem sendo tomadas ao longo de anos, houve manifestações de resistência, como abaixo assinados e a marcha pela ciência <sup>(3)</sup>, que, apesar de um esforço válido, mostrou a falta de cientistas e simpatizantes engajados quando comparado ao número de participantes com outras edições da manifestação pelo mundo. Ainda dentro dessas reações vale evidenciar a iniciativa de criar um partido político exclusivamente dedicado a educação, ciência, tecnologia e inovação<sup> (4),(5)</sup>.</p>
<div id="attachment_2231" style="width: 980px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/09/imagem-2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2229"><img class="size-full wp-image-2231" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/09/imagem-2.jpg" alt="Imagem 2: Marcha pela ciência em São Paulo. Fonte: Folha de São Paulo." width="970" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Marcha pela ciência em São Paulo. Fonte: Folha de São Paulo.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia de que os cientistas tenham um mecanismo de diálogo direto com os políticos, a fim de obter maior influência, parece interessante. Porém, os cientistas nacionais sempre tiveram dificuldade de conversar com o público civil. Dessa forma, se esse partido não se focar em uma área relativamente pouco proeminente, que é a de divulgação científica no Brasil, não obterá o apoio popular e, consequentemente, não obterá êxito em seus objetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[1] PET QUÍMICA UFC. A criação do MCTIC e a relevância política da Ciência no Brasil. Disponível em: &lt;http://www.petquimica.ufc.br/2017/05/a-criacao-do-mctic-e-a-relevancia-politica-da-ciencia-no-brasil/ &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>[2] NATURE. Brazilian scientists reeling as federal funds slashed by nearly half. Disponível em: &lt; http://www.nature.com/news/brazilian-scientists-reeling-as-federal-funds-slashed-by-nearly-half-1.21766 &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>[3] FOLHA DE SÃO PAULO. Por que a marcha pela ciência foi um fiasco no Brasil? Disponível em: &lt; http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2017/04/23/por-que-a-marcha-pela-ciencia-foi-um-fiasco-no-brasil/ &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>[4] ESTADÃO: Cientistas contemplam criar partido político para ter voz no Congresso Nacional. Disponível em: &lt; http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/cientistas-contemplam-criar-partido-politico-para-ter-voz-no-congresso-nacional/ &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>[5] DRAGÕES DE GARAGBEM<strong>. Manifesto do Partido da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – PECTI. </strong>Disponível em<strong>:</strong> &lt; http://dragoesdegaragem.com/wp-content/uploads/2017/08/manifesto_pecti.pdf &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>1Imagem 1: Disponível em: &lt; http://www.nature.com/news/brazilian-scientists-reeling-as-federal-funds-slashed-by-nearly-half-1.21766 &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>Imagem 2: Disponível em: &lt; http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/50213-marcha-pela-ciencia-sao-paulo &gt;. Acessado em 21/09/17.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aspectos do vidro e o escoamento de vitrais</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/aspectos-do-vidro-e-o-escoamento-de-vitrais/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 16:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Vidro]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrais]]></category>

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		<description><![CDATA[O vidro é um material indispensável no cotidiano moderno e essa matéria buscará falar sobre aspectos desse material. O vidro é um sólido amorfo, opticamente transparente e produto inorgânico de fusão, que foi resfriado até atingir rigidez sem formar cristais. Ele é um material que possui uma composição química consideravelmente variável, dessa forma pode-se imbuir [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O vidro é um material indispensável no cotidiano moderno e essa matéria buscará falar sobre aspectos desse material. O vidro é um sólido amorfo, opticamente transparente e produto inorgânico de fusão, que foi resfriado até atingir rigidez sem formar cristais. Ele é um material que possui uma composição química consideravelmente variável, dessa forma pode-se imbuir caraterísticas, como diferentes temperaturas de ebulição a fim de obter uma finalidade específica. A substância base do vidro é a sílica (SiO<sub>2</sub>) fundida com outros compostos, como óxido de sódio (Na<sub>2</sub>O), óxido de boro (B<sub>2</sub>O<sub>3</sub>) e alguns óxidos de metais de transição para conferir diferentes propriedades.</p>
<div id="attachment_2138" style="width: 247px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/11.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2137"><img class="size-full wp-image-2138" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/11.png" alt="Imagem 1: estrutura atômico-molecular do Dióxido de Silício - Sílica (SiO2). FONTE: http://www.quimica.seed.pr.gov.br" width="237" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1: estrutura atômico-molecular do Dióxido de Silício &#8211; Sílica (SiO2).<br />FONTE: http://www.quimica.seed.pr.gov.br</p></div>
<p>O vidro não tem ordem periódica de longo alcance, isso faz com que o vidro se comporte em certos aspectos como um líquido, tendo uma medida de viscosidade (resistência de um fluído ao escoamento). Porém, a viscosidade do vidro é tão alta que ele é considerado rígido para fins práticos.</p>
<p>Os passos básicos para a produção de vidro consistem da composição (mistura das matérias primas), fusão, conformação (etapa onde é dada a forma do vidro) e recozimento(tratamento térmico feito em um forno especial que permite controlar precisamente a temperatura de resfriamento a fim de evitar trincas ou rachaduras no produto final).</p>
<div id="attachment_2139" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/21.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2137"><img class="size-full wp-image-2139" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/21.png" alt="Imagem 2: Ciclo de fabricação do vidro. Fonte: http://www.industriahoje.com.br/como-e-fabricado-o-vidro" width="571" height="261" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Ciclo de fabricação do vidro.<br />Fonte: http://www.industriahoje.com.br/como-e-fabricado-o-vidro</p></div>
<p>Existem diversos tipos de vidros, mas nesse texto será abordado o vidro impresso, por ter sido utilizado em larga escala em vitrais de Igrejas e Catedrais na idade média. Este tipo de vidro nasceu quando se desenvolveu um método que utiliza rolos para  gravar desenhos no material. O vidro, em seguida, passa pelo recozimento e é cortado. Ainda pode-se tornar o vidro colorido através da inserção de óxidos metálicos em sua composição gerando cores variadas e reduzindo a transmissão solar. Os vitrais são um conjunto de pequenos pedaços de vidro rejuntados em tiras de chumbo e fixados em construções formando janelas.</p>
<div id="attachment_2140" style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/31.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2137"><img class="size-full wp-image-2140" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/31.png" alt="Imagem 3: Vitral Oeste. Catedral de Chartres (França). A figura representa a genealogia de Cristo. Fonte: http://lqes.iqm.unicamp.br/images/pontos_vista_artigo_divulgacao_vidros.pdf" width="338" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 3: Vitral Oeste. Catedral de Chartres (França). A figura representa a genealogia de Cristo.<br />Fonte: http://lqes.iqm.unicamp.br/images/pontos_vista_artigo_divulgacao_vidros.pdf</p></div>
<p>Em relação aos vitrais, é comum encontrar a afirmação de que o vidro poderia escorrer, devido o seu próprio peso, ao longo do tempo, a ponto de fazer a espessura na parte inferior ser nitidamente maior do que na superior. Entretanto essa afirmação encontra-se errada. Estudos mostram que o vidro pode escoar ao longo do tempo, mas somente a períodos extremamente longos de tempo que excedem a história humana. Isso se deve a grande viscosidade do vidro. O que causa a diferença de espessura dos vitrais é o método utilizado na época que se baseava em técnicas de sopro e centrifugação que frequentemente apresentam variações de ondulação e espessura no vidro produzido.</p>
<div id="attachment_2141" style="width: 568px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/41.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2137"><img class="size-full wp-image-2141" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/41.png" alt="Imagem 4: Esquema de fabricação de vidros planos pelo método do disco.  Disponível em: http://engenheirodemateriais.com.br/2015/06/17/vidros-escorrem/." width="558" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 4: Esquema de fabricação de vidros planos pelo método do disco.<br />Disponível em: http://engenheirodemateriais.com.br/2015/06/17/vidros-escorrem/.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>ATELIÊ ARTÍSTICO SARASÁ. <strong>Vitais: Tipos de vidro</strong>. Disponível em: &lt;http://www.sarasa.com.br/article.php?recid=11/&gt;. Acesso em 07/07/2017.</p>
<p>ARTIGO: <strong>Do cathedralglassesflow?</strong> Disponível em: &lt;http://www.lamav.ufscar.br/artpdf/ajp66.pdf&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>ENGENHEIRO DE MATERIAIS. <strong>Vidros escorrem?</strong>Disponível em: &lt; http://engenheirodemateriais.com.br/2015/06/17/vidros-escorrem/&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>CETEV &#8211; CENTRO TÉCNICO DE ELABORAÇÃO DO VIDRO. <strong>Natureza, Estrutura e Propriedades do Vidro.</strong>Disponível em: &lt; http://www.ceap.br/material/MAT10052011151508.pdf&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>ABIVIDRO-ESCOLA DO VIDRO. <strong>Introdução ao vidro e sua produção</strong>. Disponível em: &lt; http://www.certev.ufscar.br/documentos/arquivos/introducao-ao-vidro&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>GUIA DIDÁTICO DO PROFESSOR. <strong>Programa: A química do fazer-Vidro</strong>.Disponível em: &lt; http://web.ccead.puc-rio.br/condigital/video/a%20quimica%20do%20fazer/reacoes%20quimicas/vidro/guiaDidatico.pdf&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>MESTRADO EM CONSTRUÇÕES DE EDIFÍCIOS-TECNOLOGIAS DE FACHADAS. <strong>Material: O vidro</strong>. Disponível em: &lt; http://paginas.fe.up.pt/~vpfreita/mce04008_O_vidro.pdf&gt;. Acesso em 07/07/2017.</p>
<p>IFCE SUL RIO GRANDENSE. <strong>Apostila de vidros</strong>. Disponível em: &lt;https://edificaacoes.files.wordpress.com/2011/04/apo-vidros-completa-publicac3a7c3a3o.pdf&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>TESE. <strong>EVOLUÇÃO DO USO DO VIDRO COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CIVIL</strong>. Disponível em: &lt; http://lyceumonline.usf.edu.br/salavirtual/documentos/1045.pdf&gt;. Acesso em 07/07/2017.</p>
<p>INDÚSTRIA HOJE. <strong>Como é fabricado o vidro?</strong>Disponível em: &lt;http://www.industriahoje.com.br/como-e-fabricado-o-vidro&gt;. Acesso em</p>
<p>ARTIGO. <strong>Vidros</strong>. Disponível em: &lt; http://lqes.iqm.unicamp.br/images/pontos_vista_artigo_divulgacao_vidros.pdf&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>PROJETO OCKHAM. Mitos: <strong>Os vitrais de catedrais antigas s</strong><strong>ão mais grossos na parte inferior porque o vidro </strong><strong>é um l</strong><strong>iquido que escoa lentamente</strong>. Disponível em: &lt; http://www.projetoockham.org/boatos_vidro_1.html&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
<p>IVEGE. <strong>A QUÍMICA DO VIDRO.</strong> Disponível em: &lt; http://ivege.no.comunidades.net/a-quimica-do-vidro&gt;. Acesso em07/07/2017.</p>
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		<title>A criação do MCTIC e a relevância política da Ciência no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 May 2017 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus dos Santos Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Em primeiro lugar é importante afirmar que esse texto busca levantar alguns dados e abordar algumas considerações a respeito do contexto científico do Brasil. A iniciativa desse texto é oriunda da fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com o Ministério das Comunicações (MINICOM) para a formação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar é importante afirmar que esse texto busca levantar alguns dados e abordar algumas considerações a respeito do contexto científico do Brasil. A iniciativa desse texto é oriunda da fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com o Ministério das Comunicações (MINICOM) para a formação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)<sup>1</sup> no início do Governo Temer junto a uma série de reformas ministeriais como intuito de reduzir os gastos com os mesmos. Essa ação foi acompanhada por uma série de manifestações de instituições de caráter científico como a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)<sup>2 </sup>se colocando contra esse processo, afirmando a incompatibilidade das pautas de cada um dos ministérios. O MCTI foi criado em 1985 e era chamado apenas de Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Ao longo de sua história já passou por diversas demandas inconvenientes impostas pelo governo, como a incorporação do MCT ao Ministério da Indústria e comércio (MDIC) em janeiro de 1989 e sua recriação em novembro do mesmo ano; essa situação de extinção e recriação ocorreu também na gestão dos presidentes Collor (extinção do MCT em 1990 e transformação em secretaria) e Itamar Franco(recriação do MCT em 1992, seguida de muitos cortes de verba).Nesses períodos é importante mostrar também a inconstância na manutenção do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNCT)<sup>3,4</sup>.</p>
<div id="attachment_1955" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título4.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1954"><img class="size-full wp-image-1955" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título4.png" alt="FNCT (Valores à direita em R$ Milhões constantes) Fonte: ADUFC" width="571" height="261" /></a><p class="wp-caption-text">FNCT (Valores à direita em R$ Milhões constantes) Fonte: ADUFC</p></div>
<p style="text-align: justify;">Houve uma recuperação do FNDCT durante o 2° Governo de Fernando Henrique Cardoso(1999-2002) e uma reestruturação nas redes de pesquisa, que seguiu junto a uma posterior melhoria na escolha de investimentos na área com o Plano de ações de Ciência e Tecnologia(2003-2010), quando o MCT passou a ser chamado MCTI. E até o período recente vinha tendo um aumento de investimento no âmbito, todavia durante o 2°governo Dilma sofreu corte de 25% dos recursos entre 2014 e 2015 e no 1° semestre de 2016 a expectativa de recursos disponíveis era de três bilhões (a menor em 12 anos)<sup>5</sup>.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação do MCTIC é apenas mais uma consequência de uma crise político-financeira que assola o país. Uma fusão semelhante quase ocorreu com os Ministérios da Cultura e o Ministério da Educação, mas esta união não se concretizou devido a pressão, principalmente da comunidade de artistas cênicos<sup>6</sup>. Essa visível falta de relevância da comunidade científica quando comparada com aqueles que se manifestaram perante a segunda fusão da Cultura e Educação, demonstra a falta de contato da ciência Brasileira com o público civil. Dessa forma, o governo não acredita que irá incomodar muitos eleitores com cortes nessa área, ao contrário da Cultura e educação que possuem locutores que as defendem com bastante relevância perante a população.</p>
<div id="attachment_1956" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título21.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1954"><img class="size-full wp-image-1956" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título21.png" alt="Manifestantes contra a fusão do Ministério da Cultura e Educação  Fonte: NEXO" width="571" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestantes contra a fusão do Ministério da Cultura e Educação<br />Fonte: NEXO</p></div>
<p style="text-align: justify;">No Brasil existem projetos de extensão e divulgação científica que visam através de serviços demonstrarem a importância da ciência à população<sup>7</sup>. Todavia, falta a esses projetos um apoio mais unificado dos profissionais de ciência em geral, a fim de alcançar uma maior fração da população.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo o alcance científico da população em mente, também é importante falar da situaçãodos espaços de ciência no Brasil, como Museus que começaram a ser criados junto a chegada da família real Portuguesa e,desde a década de 80, seguindo modelos Franceses e Norte Americanos, começaram a ser mais voltados a experimentação direta, como o Espaço Ciência Viva do Rio de Janeiro e o Seara da Ciência da UFC<sup>8</sup> em Fortaleza.Esses seriam os melhores ambientes para a divulgação científica<sup>9</sup>, porém essas instituições se concentram muito na região sudeste e sul<sup>10</sup>, e em muitos casos estão localizadas em espaços menos populosos, distantes da fração da população com menor poder aquisitivo. A criação desses ambientes costuma ser benéfica, porém é necessário um pensamento mais acurado para que parte da população seja atingida por essas ideias.</p>
<div id="attachment_1957" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título31.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1954"><img class="size-full wp-image-1957" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/Sem-título31.png" alt="Vista de uma escola ao Seara da Ciência. Fonte: EEM Wladimir Roriz" width="571" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de uma escola ao Seara da Ciência. Fonte: EEM Wladimir Roriz</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com projetos e espaços para a disseminação de conhecimento científico voltado a leigos, ainda falta incentivo, tendo em vista o fato de que os pesquisadores no Brasil são avaliados principalmente por quanto e onde publicam textos acadêmicos, mas não tanto pela divulgação e extensão que podem fazer<sup>11</sup>. Dessa forma, isso pode explicar a falta de iniciativa da maior parte dos cientistas em contatar o público, ao contrário de outros países onde cientistas precisam manter esse diálogo. Um exemplo dessa necessidade está nos EUA, onde isso é necessário para conseguir verba de origem privada para pesquisa e para concluírem sua formação precisam fazer trabalhos voluntários.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma iniciativa que valoriza contato do público e a comunidade acadêmica dificilmente partirá do governo, o qual vê a pesquisa como um recurso de luxo, não um investimento essencial, tanto que em situações de crise suas verbas são rapidamente cortadas. Portanto, caberia aos cientistas justamente nesse momento a iniciativa de se fazerem presentes perante a população. Entretanto, a própria classe não é muito unida. Projetos isolados ajudam, mas não mudam o contexto total.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha última ressalva sobre a criação do MCTIC está na partilha da verba.O governo terá de dividi-la para os cientistas desunidos e pouco relevantes no sentido eleitoral e os profissionais da comunicação que estão ligados as grandes empresas de telefonia e canais de televisão. É relativamente previsível que a organização deixada pelo antigo MCTI será abalada nessa nova gestão. Busquei tratar nesse texto elementos que levassem àqueles que trabalham com ciência nesse país a reconsiderar o quanto as pessoas sabem a respeito do que trabalham e sobre o quanto podem contribuir com a situação do seu meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Á aqueles que chegarem ao final desse texto, desde já minhas considerações.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>[1] &#8211; CONSELHO NACIONAL DAS FUNDAÇÕES ESTADUIAIS DE AMPARO Á PESQUISA. <strong>Fusão de ministérios é confirmada, apesar de desaprovação da comunidade científica</strong>. Disponível em:&lt;http://confap.org.br/news/fusao-de-ministerios-e-confirmada-apesar-de-desaprovacao-da-comunidade-cientifica/&gt;.Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[2] &#8211; SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA. <strong>Manifesto contra fusão do MCTI com Comunicações</strong>. Disponível em: &lt;http://www.sbpcnet.org.br/site/noticias/materias/detalhe.php?id=5077&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[3] &#8211; UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. <strong>Panorama da Ciência e Tecnologia no Brasil: uma visão pessoal. </strong>Disponível em: &lt;http://adufc.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Palestra-SergioRezende.pdf&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[4] &#8211; YOUTUBE. <strong>Sérgio Rezende – palestra sobre a fusão do MCTI – ADUFC – sindicato. </strong>Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=TiT8lSAwoys&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[5] &#8211; ESTADÃO. <strong>Ciência perde R$ 1 bi e bolsas são congeladas</strong>.  Disponível em:&lt;http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,com-menor-verba-em-12-anos&#8211;ciencia-perde-r-1-bi-e-bolsas-sao-congeladas,1855374/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[6] &#8211; G1 JORNA LNACIONAL. <strong>Michel Temer volta atrás e anuncia a recriação do Ministério da Cultura. </strong>Disponível em:&lt;http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/05/michel-temer-volta-atras-e-anuncia-recriacao-do-ministerio-da-cultura.html&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[7] &#8211; NEXO. <strong>O que a ciência está fazendo para se aproximar da sociedade. </strong>Disponível em: &lt;https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/05/13/O-que-a-ci%C3%AAncia-est%C3%A1-fazendo-para-se-aproximar-da-sociedade&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[8] &#8211; CONGRESSO NACIONAL DE EDUAÇÃO. <strong>A Seara da Ciência/UFC: onde é proibido não mexer! </strong>Disponível em: &lt;http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV056_MD1_SA13_ID2031_19082016211933.pdf&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[9] &#8211; <strong>ARTIGO</strong>: <strong>Museus de Ciências, Coleções e Educação: relações necessárias</strong>. Disponível em:&lt;http://www.geenf.fe.usp.br/v2/wp-content/uploads/2012/10/museologia_marandino2009.pdf/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[10]-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CENTROS E MUSEUS DE CIÊNCIA. <strong>Guia de centos e museus da ciência do Brasil 2015. </strong>Disponível em: &lt;http://www.abcmc.org.br/publique1/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1740&amp;sid=10&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>[11]-SCIENCE BLOGS BRASIL. <strong>A ciência brasileira está em crise e a culpa é dos cientistas. </strong>Disponível em: &lt;http://scienceblogs.com.br/rainha/2015/09/a-ciencia-brasileira-esta-em-crise-e-a-culpa-e-dos-cientistas/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>DIRETO DA CIÊNCIA. <strong>O Ministério da Ciência incorporou ou foi incorporado ao das Comunicações?</strong> Disponível em: &lt;http://www.diretodaciencia.com/2016/05/11/mcti-incorporou-ou-incorporado/&gt;.  Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES. <strong>Políticas de ciência e tecnologia saíram fortalecidas com fusão de ministérios.</strong> Disponível em: &lt;http://www.mcti.gov.br/pagina-noticia/-/asset_publisher/IqV53KMvD5rY/content/politicas-de-ciencia-e-tecnologia-sairam-fortalecidas-com-fusao-de-ministerios&gt;.  Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>EBC AGÊNCIA BRASIL. <strong>Entidades científicas são contra o fim do Ministério da Ciência e Tecnologia. </strong>Disponível em: &lt;http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2016-05/entidades-cientificas-sao-contra-fusao-dos-ministerios-de-cti-e&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>CARTA CAPITAL. <strong>“Brasil vai perder muitos cérebros com o fim do ministério da ciência” por Deutsche Welle. </strong>Disponível em:&lt;https://www.cartacapital.com.br/politica/brasil-vai-perder-muitos-cerebros-com-fim-do-ministerio-da-ciencia&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM JORNALISMO. <strong>Comunidade científica se manifesta contra fusão de ministérios. </strong>Disponível em: &lt;http://sbpjor.org.br/sbpjor/2016/06/01/comunidade-cientifica-se-manifesta-contra-fusao-de-ministerios/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>LUCIANA SANTOS. <strong>Ciência e Tecnologia discuteconseqüências da fusão dos ministérios de CTI e Comunicações</strong>. Disponível em:&lt;http://deputadaluciana.com.br/ciencia-e-tecnologia-discute-consequencias-da-fusao-dos-ministerios-de-cti-e-comunicacoes/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>CAMARA DOS DEPUTADOS. Disponível em: &lt;http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cctci/documentos/notas-taquigraficas/2016/nt-2016-06-15-fusao-mcti-mc&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>MCTI. <strong>Ministro defende fórum permanente para consolidar CT&amp;I como setor estratégico.</strong> Disponível em: &lt;http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/ministro-defende-forum-permanente-para-consolidar-ct-i-como-setor-estrategico&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DIRETO DA CIÊNCIA. <strong>Criação de novos ministérios comprova descaso de Temer com a ciência. </strong>Disponível em: &lt;http://www.diretodaciencia.com/2017/02/03/criacao-de-novos-ministerios-comprova-descaso-de-temer-com-a-ciencia/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DA INDÚTRIA DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS. <strong>Fusão MCTI / MiniCom</strong>. Disponível em: &lt;https://abihpec.org.br/2016/06/fusao-mcti-minicom/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>CONVERGÊNCIA DIGITAL. <strong>“Sigo contrário à fusão do MiniCom com o MCTI”. </strong>Disponível em: &lt;http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=42878&amp;sid=133&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. <strong>Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, 2016-2019. </strong>Disponível em: &lt;http://www.mcti.gov.br/documents/10179/1712401/Estrat%C3%A9gia+Nacional+de+Ci%C3%AAncia%2C%20Tecnologia+e+Inova%C3%A7%C3%A3o+2016-2019/0cfb61e1-1b84-4323-b136-8c3a5f2a4bb7&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DIRETO DA CIÊNCIA. <strong>Pressão política deixa Kassab sem respostas sobre demissão na CNEN e corte de verbas. </strong>Disponível em: &lt;http://www.diretodaciencia.com/2017/03/27/pressao-politica-deixa-kassab-sem-respostas-sobre-demissao-na-cnen-e-corte-de-verbas/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>NEXO. <strong>O investimento em pesquisa no Brasil por área,gênero e modalidade. </strong>Disponível em: &lt;https://www.nexojornal.com.br/grafico/2017/01/24/O-investimento-em-pesquisa-no-Brasil-por-%C3%A1rea-g%C3%AAnero-e-modalidade&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>NEXO. <strong>Os gastos dos ministérios do Brasil desde a independência. </strong>Disponível em: &lt;https://www.nexojornal.com.br/grafico/2017/01/16/Os-gastos-dos-minist%C3%A9rios-no-Brasil-desde-a-Independ%C3%AAncia&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DRAGÕES DE GARAGEM. <strong>Primeiros passos para a volta do MCTI. </strong>Disponível em: &lt;http://scienceblogs.com.br/dragoesdegaragem/2016/05/primeiros-passos-para-volta-do-mcti/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DRAGÕES DE GARAGEM. <strong>Dragões de Garagem especial podentender #9 fusão do MCTI. </strong>Disponível em: &lt;http://dragoesdegaragem.com/podcast/dragoes-de-garagem-especial-podentender/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>JORNAL DA CIÊNCIA. <strong>No senado, cientistas reforçam repúdio à fusão do ministério de CT&amp;I. </strong>Disponível em: &lt;http://www.jornaldaciencia.org.br/no-senado-cientistas-reforcam-repudio-a-fusao-do-ministerio-de-cti/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>EL PAÍS. <strong>Incêndios nos museus: máfia e burocracia destroem a cultura em Sãoo Paulo. </strong>Disponível em: &lt;http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/26/politica/1456513671_515845.html&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>REVISTA APURO. <strong>#AlgoATemer: A Ciência Brasileira Resiste. </strong>Disponívell em: &lt;https://medium.com/revista-apuro/algoatemer-a-ci%C3%AAncia-brasileira-resiste-b61e5d5b30c4&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DIRETO DA CIÊNCIA. <strong>A qualidade da ciência brasileira exige realmente a volta do MCTI? </strong>Disponível em: &lt;http://www.diretodaciencia.com/2016/06/21/qualidade-ciencia-brasileira-exige-volta-mcti/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>JC NOTÍCIAS. <strong>8.Critérios de produção científica no CNPq, artigo de Nagib Nassar. </strong>Disponível em:&lt;http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/8-criterios-de-producao-cientifica-no-cnpq-artigo-de-nagib-nassar/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>JC NOTÍCIAS. <strong>Professor da UnB comenta questão dos critérios para concessão de bolsas de produtividade do CNPq. </strong>Disponível em:&lt;http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/21-professor-da-unb-comenta-questao-dos-criterios-para-concessao-de-bolsas-de-produtividade-do-cnpq/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>NIT. <strong>Debate sobre a fusão do MCTI e o Ministério das Comunicações. </strong>Disponível em: &lt;http://nit.uesc.br/portal/2016/05/24/debate-sobre-a-fusao-entre-o-mcti-e-o-ministerio-das-comunicacoes/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>DRAGÕES DE GARAGEM. <strong>Dragões de Garagem #75 Espaços de Ciência no Brasil. </strong>Disponível em: &lt;http://scienceblogs.com.br/dragoesdegaragem/2016/04/dragoes-de-garagem-75-espacos-de-ciencia-no-brasil/&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017</p>
<p><strong>Fontes das Imagens:</strong></p>
<p>Imagem 1: &lt;http://adufc.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Palestra-SergioRezende.pdf&gt;.Acesso em 21 de Abril de 2017.</p>
<p>Imagem 2:&lt;https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/05/18/Qual-%C3%A9-a-import%C3%A2ncia-do-Minist%C3%A9rio-da-Cultura-e-o-efeito-da-fus%C3%A3o-com-a-Educa%C3%A7%C3%A3o&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>Imagem 3: &lt;http://wladimirroriz.blogspot.com.br/2013/10/aula-no-seara-da-ciencia.html&gt;. Acesso em 21 de abril de 2017.</p>
<p>Imagem de chamada: Roberto Stuckert Filho/PR.  Disponível em: &lt;http://fotospublicas.com/palacio-do-planalto-iluminado-de-verde-e-amarelo&gt;. Acesso em 27 de abril de 2017.</p>
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