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	<title>PET Química UFC &#187; Luiza Vitória Silva de Sousa</title>
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		<title>Contaminação de alimentos por Staphylococcus aureus</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2018 18:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Staphylococcus aureus é uma bactéria gram positiva, mesófila, ou seja, tem seu crescimento favorecido em temperatura ambiente ( 30 – 37 °C). Alimentos com pH próximo a neutralidade, como leite e seus derivados, também favorecem seu desenvolvimento. De modo geral, essa bactéria é fácil de ser eliminada, pois não possui resistência a altas temperaturas. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Staphylococcus aureus</em> é uma bactéria gram positiva, mesófila, ou seja, tem seu crescimento favorecido em temperatura ambiente ( 30 – 37 °C). Alimentos com pH próximo a neutralidade, como leite e seus derivados, também favorecem seu desenvolvimento. De modo geral, essa bactéria é fácil de ser eliminada, pois não possui resistência a altas temperaturas. A grande problemática é que estes microorganismos produzem toxinas nos alimentos, que são termo resistentes, e o consumidor ao alimentar-se desenvolve doenças gastrointestinais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2581" style="width: 382px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2580"><img class="size-full wp-image-2581" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/1.png" alt="Figura 1: Cepa de cultura pura de Staphylococcus aureus Fonte: O autor.  " width="372" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Cepa de cultura pura de <em>Staphylococcus aureus</em><br />Fonte: O autor.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As toxinas formadas pelo <em>Staphylococcus aureus</em> são chamadas de enterotoxinas estafilocócicas. Isso quer dizer que elas são pré-formadas nos alimentos e que, ao serem consumidos, causam intoxicação. Os sintomas observados são os mais comuns para doenças gastrointestinais: dor de cabeça, dor no estômago, mal-estar, náusea, vômito e febre. Elas tendem a sumirem rapidamente, entre 24h – 48h após a contaminação. Por conta disso, no Brasil não é comum que o paciente vá ao hospital para ter o diagnóstico correto e criar dados de surtos alimentares por essa bactéria. Porém, a intoxicação causada por <em>St. aureus</em> pode levar a morte de crianças, idosos e pessoas com imunodeficiência. Caso sejam observados esses sintomas em mais de duas pessoas, é importante dirigir-se ao hospital para fazer o diagnóstico e o tratamento correto, bem como levar o alimento suspeito para análise laboratorial.</p>
<p>Os meios de contaminação são ingestão de alimentos e/ou produtos com as enterotoxinas pré-formadas, as superfícies a qual o alimento é colocado e o manipulador portador do patógeno. As indústrias alimentícias, de forma geral, estão sempre tentando minimizar as fontes de contaminação relacionadas ao manipulador, visto que o microorganismo pode estar presente sem causar doença alguma. Entretanto, em um ambiente adequado, seu crescimento é favorecido e as enterotoxinas causadoras de doenças são formadas. Assim, cabe também ao consumidor a manipulação adequada de seus alimentos, principalmente dos que são consumidos frescos, como o queijo. Estar atento aos alimentos que são adquiridos em feiras livres e supermercados, no transporte (para que aconteça de forma rápida até em casa), lavar bem as mãos e utensílios da cozinha ao preparar as refeições e embalar os alimentos de forma correta para guardar sob refrigeração, são atitudes que diminuem o risco de contaminação.</p>
<p>Portanto, o <em>Staphylococcus aureus</em> é uma bactéria de fácil combate, basta que seu desenvolvimento seja inibido com procedimentos simples. As indústrias e produtores artesanais devem ter o máximo de higiene ao produzir seus produtos e ao adquirir suas matérias primas. O consumidor também deve estar atento aos alimentos que compra, bem como aos sintomas próprios de intoxicação alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p>Intoxicação alimentar por estafilococos. Disponível em &lt;https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-digestivos/gastroenterite/intoxica%C3%A7%C3%A3o-alimentar-por-estafilococos&gt;. Acesso em 21/05/2018</p>
<p>SILVA, Juliana Fonseca Moreira; FEITOSA, Amanda Campos; RODRIGUES, Rosimeire Mendes. STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM ALIMENTOS. DESAFIOS, v. 4, n. 4, p. 15-31, 2017</p>
<p>Staphylococcus aureus &#8211; uma bactéria de fácil combate, mas de toxina muito resistente. Disponível em &lt;https://www.cpt.com.br/cursos-gastronomia-segurancaalimentar/artigos/staphylococcus-aureus-uma-bacteria-de-facil-combate-mas-de-toxina-muito-resistente&gt;. Acesso em 21/05/2018.</p>
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		<title>Guerra na Síria, uma tendência ao absurdo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 22:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A guerra na Síria já perdura por 7 anos, tendo cerca de 470 mil mortos e 1,9 milhão de pessoas feridas. A expectativa de vida no país caiu de 70 anos ,em 2010, para 55,4 em 2015. As perdas na economia são estimadas em 255 bilhões de dólares, segundo o Guardian. Existem 4 vertentes atuando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra na Síria já perdura por 7 anos, tendo cerca de 470 mil mortos e 1,9 milhão de pessoas feridas. A expectativa de vida no país caiu de 70 anos ,em 2010, para 55,4 em 2015. As perdas na economia são estimadas em 255 bilhões de dólares, segundo o Guardian. Existem 4 vertentes atuando na Síria atualmente; as Forças Democráticas da Síria: Normalmente encurtadas como SDF, são uma aliança de milícias curda, árabe, turcomana, assíria e armênia, lutando principalmente contra ISIS, Al-Nusra Front e outros grupos jihadistas pelo controle do país. O objetivo do grupo é estabelecer e proteger a região federal &#8220;Rojava &#8211; Northern Syria&#8221;. As forças anti-governamentais: vem das centenas de grupos que lutam contra o governo de Bashar al-Assad. Os principais grupos são os grupos moderados FSA e jihadistas, como Al-Nusra ( <em>Hayat Tahrir al</em> &#8211; <em>Sham)</em> e Ahrar al-Sham. Forças do governo: forças lutando pelo governo de Bashar al-Assad. Essas forças contêm o exército árabe sírio regular, as Forças de Defesa Nacional e as milícias xiitas apoiadas pelo Irã, como o Hezbollah. Por fim, o Estado islâmico do Iraque e Síria: O &#8220;Estado islâmico do Iraque e da Síria&#8221; é um grupo jihadista que controla enormes partes da terra no oeste do Iraque e na República Árabe da Síria. Consideram-se como o &#8220;califado islâmico&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2438" style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/Sem-título.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2437"><img class="size-full wp-image-2438" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/Sem-título.png" alt="Imagem 1: Ataque russo na Síria.  Fonte:http://otambosi.blogspot.com.br/2017/04/putin-e-guerra-na-siria-quem-serao-os.html " width="566" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1: Ataque russo na Síria.<br />Fonte:http://otambosi.blogspot.com.br/2017/04/putin-e-guerra-na-siria-quem-serao-os.html</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Oficialmente, o governo de Bashar al-Assad age contra terroristas, mas a ONU duvida da base legal e moral dos ataques. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra&#8217;ad al Hussein, rejeitou a justificativa para os ataques recentes. &#8220;As tentativas de estabelecer ataques arbitrários e brutais contra centenas de milhares de civis &#8211; como no Leste de Ghouta &#8211; com a necessidade de lutar contra algumas centenas de combatentes são ilegais e moralmente insustentáveis&#8221;. Declarações do governo sírio de que tudo o que pode para proteger a população civil são simplesmente ridículas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu a todas as partes que sigam o cessar-fogo de 30 dias ordenado pelo Conselho de Segurança da ONU em fevereiro de 2018.</p>
<p>Como podemos ajudar?</p>
<p>Atualmente, existem várias maneiras de ajudar o povo sírio em meio à guerra. Umas delas envolve a contribuição através da Unicef, que é uma entidade que visa ajudar as crianças que sofrem com conflito armado, seja na formação educacional, na ajuda psicológica ou em outras necessidades. Além disso, existem voluntários que ajudam dando suporte a quem foi atingido por bombardeios na Síria. Esses voluntários fazem parte da organização Capacetes Brancos. Outras pessoas que precisam ser assistidas são as que vêm em busca de refúgio no nosso país, sendo que o Instituto de Reintegração dos Refugiados trabalha na assistência financeira para proporcionar um recomeço a todos quantos forem possíveis. Além da ajuda financeira, você pode torna-se voluntário nesse Instituto, a fim de realizar bazares e atividades de integração entre os refugiados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2439" style="width: 577px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2437"><img class="size-full wp-image-2439" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/03/1.png" alt="Imagem 2: Ajuda  da UNICEF na Síria.  Fonte: http://sgfansforchange.com/escola-em-tempo-de-guerra/ " width="567" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Ajuda da UNICEF na Síria.<br />Fonte: http://sgfansforchange.com/escola-em-tempo-de-guerra/</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sites para ajuda:</p>
<p><a href="https://doar.acnur.org/acnur/siria.html#_ga=1.95327647.2018474239.1491591845">https://doar.acnur.org/acnur/siria.html#_ga=1.95327647.2018474239.1491591845</a></p>
<p><a href="http://www.adus.org.br/amigo/">http://www.adus.org.br/amigo/</a></p>
<p><a href="https://peoplesmillion.whitehelmets.org/donate/peoples-million">https://peoplesmillion.whitehelmets.org/donate/peoples-million#</a></p>
<p><a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=siria">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=siria</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="http://www.bbc.com/portuguese/internacional-43296308">http://www.bbc.com/portuguese/internacional-43296308</a></p>
<p><a href="https://pleno.news/mundo/veja-como-ajudar-as-vitimas-da-guerra-na-siria.html">https://pleno.news/mundo/veja-como-ajudar-as-vitimas-da-guerra-na-siria.html</a></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/02/numero-de-mortos-em-guerra-civil-na-siria-chega-a-470-mil-diz-jornal-20160211100505516954.html">http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/02/numero-de-mortos-em-guerra-civil-na-siria-chega-a-470-mil-diz-jornal-20160211100505516954.html</a></p>
<p><a href="http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37472074">http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37472074</a></p>
<p><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/onu-acusa-russia-de-possivel-crime-de-guerra-na-siria/">https://veja.abril.com.br/mundo/onu-acusa-russia-de-possivel-crime-de-guerra-na-siria/</a></p>
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		<title>Tabaco e o elemento radioativo Polônio</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/tabaco-e-o-elemento-radioativo-polonio/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 21:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[O polônio (Po 210) foi descoberto em 1988 pelo casal Marie e Pierre Curie. Ao fazerem a análise da pechblenda em busca de definir sua radioatividade, o casal notou que ao isolarem e removerem o urânio e o tório, elementos que deveriam conferir esta propriedade ao mineral, o mesmo permanecia radioativo. Desse modo, eles continuaram [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O polônio (Po 210) foi descoberto em 1988 pelo casal Marie e Pierre Curie. Ao fazerem a análise da pechblenda em busca de definir sua radioatividade, o casal notou que ao isolarem e removerem o urânio e o tório, elementos que deveriam conferir esta propriedade ao mineral, o mesmo permanecia radioativo. Desse modo, eles continuaram analisando a amostra em busca de outros elementos que pudessem justificar o observado, chegando a descoberta de um novo elemento, o Polônio, que recebeu este nome devido a Terra natal de Marie Currie, a Polônia.</p>
<div id="attachment_2410" style="width: 482px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/02/Minério-de-urânio-Pechblenda-de-onde-se-obtém-o-Polônio.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2407"><img class="size-full wp-image-2410" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/02/Minério-de-urânio-Pechblenda-de-onde-se-obtém-o-Polônio.jpg" alt="Figura 1: Minério de Pechblenda, fonte de obtenção do Polônio. Fonte:  . Acesso em 09/02/2018" width="472" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Minério de Pechblenda, fonte de obtenção do Polônio.<br />Fonte: &lt;http://internacional.estadao.com.br/blogs/radar-global/polonio-a-substancia-radioativa-altamente-toxica-que-matou-o-espiao-litvinenko/&gt; . Acesso em: 09/02/2018</p></div>
<p>A radioatividade do polônio está associada a emissão de partículas alfas com energia na ordem de 5,3 MeV, emitindo também fótons gama com energia de 803 keV. Porém, esta emissão possui curto alcance e para que haja a contaminação é necessário ingestão, inalação ou contato com ferida aberta no corpo. Portanto, essas partículas alfas podem ser simplesmente barradas pela roupa ou queratina da pele.</p>
<p>Estudos apontam que existem milhares de substâncias presentes no cigarro, entre elas encontra-se o polônio que é fortemente associado a causa de câncer no pulmão. Por muitos anos as empresas de fabricação de cigarro tentaram eliminá-lo de sua formulação, porém não houve publicações de estudos que comprovassem a efetiva eliminação. Essa falta de êxito pode ser associada ao fato de que a contaminação acontece nas folhas do tabaco que sofrem adesão das partículas do polônio presentes no ar. Por ser hidrofóbico o elemento não é arrastado pela água da chuva e fica efetivo até o ato de fumar, onde sofre combustão.</p>
<p>Referência:</p>
<p>NUNCIO, Daniel; DA TRINDADE, Fernanda Rocha. PRESENÇA DE POLÔNIO-210 NO TABACO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Revista Destaques Acadêmicos, v. 8, n. 3, 2016.</p>
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		<title>Nova corrida espacial – um futuro privado e incerto</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/nova-corrida-espacial-um-futuro-privado-e-incerto/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Nov 2017 22:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[No início da corrida espacial, com o lançamento do Sputnik em 1957, e o voo de Yuri Gagarin em 1961, a exploração do espaço havia sido dominada pela rivalidade da Guerra Fria entre a URSS e os EUA – e, em particular, a corrida para estar pela primeira vez na Lua. Ao longo desta luta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No início da corrida espacial, com o lançamento do Sputnik em 1957, e o voo de Yuri Gagarin em 1961, a exploração do espaço havia sido dominada pela rivalidade da Guerra Fria entre a URSS e os EUA – e, em particular, a corrida para estar pela primeira vez na Lua.</p>
<div id="attachment_2290" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/immmm1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2289"><img class="size-full wp-image-2290" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/immmm1.jpg" alt="Imagem 1: Uma visualização do problema dos detritos espaciais em torno do planeta Terra. Imagem cortesia da Agência Espacial Europeia. Fonte: https://spacewatchme.com/2017/09/spacewatchme-oped-new-space-race-must-focus-sustainability/ " width="565" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1: Uma visualização do problema dos detritos espaciais em torno do planeta Terra. Imagem cortesia da Agência Espacial Europeia.<br />Fonte: https://spacewatchme.com/2017/09/spacewatchme-oped-new-space-race-must-focus-sustainability/</p></div>
<p>Ao longo desta luta tumultuada pelo “terreno alto do espaço&#8221;, o negócio tomou um assento, foram os governos que pagaram e sustentaram o esforço espacial.</p>
<p>É verdade, o primeiro satélite comercial do mundo <strong>–</strong> Early Bird &#8211; foi lançado em 1965, mas, até recentemente, o desenvolvimento comercial do espaço era em grande parte limitado aos grandes satélites de telecomunicações.</p>
<p>Custando várias centenas de milhões de dólares cada e pesando várias toneladas, esses satélites são projetados para durar até 15 anos, assim os investidores podem recuperar as despesas de construí-los.</p>
<p>Mas ocorreu uma revolução. Os avanços tecnológicos estão revirando modelos tradicionais para operar no espaço.</p>
<p>Muitas empresas estão prometendo acesso mais barato ao espaço, através de inovações, como foguetes renováveis e sistemas de lançamento horizontal.</p>
<p>Os agricultores podem ser avisados sobre problemas com as condições do solo, o que poderia ajudar nos preparativos para as colheitas, os pescadores podem ser informados sobre as temperaturas do oceano e, portanto, onde encontrar peixe. Com fotografias cada vez mais precisas, as árvores individuais podem ser rastreadas à medida que são registradas para madeira <strong>–</strong> um valioso controle do desmatamento.</p>
<div id="attachment_2291" style="width: 522px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/immmm2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2289"><img class="size-full wp-image-2291" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/immmm2.jpg" alt="Imagem 2: Este 14 de julho de 2017, a foto mostra Space Launch Complex 39 no NASAs Kennedy Space Center em Cabo Canaveral, na Flórida. A NASA diz que pode ter a capacidade de enviar astronautas para a Estação Espacial Internacional do solo dos EUA pela primeira vez desde a aposentadoria de o ônibus espacial em 2011. (AP Photo / Alex Sanz) Fonte: https://phys.org/news/2017-08-private-companies-space-nasa-center.html " width="512" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Este 14 de julho de 2017, a foto mostra Space Launch Complex 39 no NASAs Kennedy Space Center em Cabo Canaveral, na Flórida. A NASA diz que pode ter a capacidade de enviar astronautas para a Estação Espacial Internacional do solo dos EUA pela primeira vez desde a aposentadoria de o ônibus espacial em 2011. (AP Photo / Alex Sanz)<br />Fonte: https://phys.org/news/2017-08-private-companies-space-nasa-center.html</p></div>
<p>Uma empresa que está espremendo a quantidade máxima de informações dessa inundação de dados é o Terrabotics, do Reino Unido.</p>
<p>Os concursos de prêmios também estão conduzindo inovações. O Ansari XPrize incentivou os inventores a desenvolverem uma nave espacial tripulada reutilizável. E agora o Google Lunar XPrize está oferecendo US $ 20 milhões para a primeira equipe a lançar um artefato robótico na Lua, que pode viajar 500m e transmitir as imagens traseiras.</p>
<p>Trata-se de estimular a inovação e as novas formas de pensar sobre o espaço, diz Rahul Narayan, fundador do Team Indus em Bangalore, comentando que não tinha experiência no espaço de antemão.</p>
<p>Trata-se de estimular a inovação e as novas formas de pensar sobre o espaço, diz Rahul Narayan, fundador do Team Indus em Bangalore, comentando que não tinha experiência no espaço de antemão.</p>
<p><strong>&#8220;Nenhuma das pessoas que começaram isso tinha algum conhecimento de ciência espacial, engenharia, tecnologia&#8221;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências </strong></p>
<p><a href="https://phys.org/news/2017-10-private-companies-space.html">https://phys.org/news/2017-10-private-companies-space.html</a></p>
<p><a href="https://www.nationalgeographic.com/science/new-space-race-documentary/">https://www.nationalgeographic.com/science/new-space-race-documentary/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Alzheimer na juventude é possível?</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/alzheimer-na-juventude-e-possivel/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/alzheimer-na-juventude-e-possivel/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 23:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.petquimica.ufc.br/?p=2194</guid>
		<description><![CDATA[O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta, principalmente, as funções cognitivas, ocasionando perda de memória, atenção, orientação e linguagem. Essas perdas afetam diretamente as relações sociais próprias do ser humano, como trabalho, família e amigos. Atualmente, a doença não atinge apenas os idosos, sendo o seu diagnóstico considerado precoce antes dos 65 anos. Apesar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta, principalmente, as funções cognitivas, ocasionando perda de memória, atenção, orientação e linguagem. Essas perdas afetam diretamente as relações sociais próprias do ser humano, como trabalho, família e amigos.<br />
Atualmente, a doença não atinge apenas os idosos, sendo o seu diagnóstico considerado precoce antes dos 65 anos.</p>
<p>Apesar dos inúmeros estudos voltados pra área, a doença ainda é considerada incurável e o tempo é um dos principais agravantes, sendo importante ressaltar a necessidade de se manter atento ao diagnóstico prévio da doença. Assim o tratamento será mais efetivo, tornando possível regredir ou impedir o avanço da doença.<br />
Mas a grande pergunta é: como se dá o desenvolvimento da doença em jovens? O fator hereditário é o mais agravante, portanto, se existe caso de Alzheimer na família, a possibilidade de tornar-se um portador é maior. Além disso, outros fatores, como sono ruim, estresses, preocupação, depressão e a alta carga de informações adquirida na exposição à internet, podem ajudar no desenvolvimento do distúrbio.</p>
<p>Como os jovens estão constantemente expostos aos fatores que ocasionam a doença, a forma mais segura de evitar o Alzheimer é a prevenção. Hábitos diários muitos simples podem ajudar no combate à doença, como dormir bem, praticar exercícios físicos e cerebrais e uma dieta balanceada rica em óleos essenciais.</p>
<p>Apesar da prevenção, ainda se faz necessário ficar atento aos sintomas, visando identificar se algum parente mais velho esteja sofrendo o mal de Alzheimer. Para isto a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer listou 10 sinais de alerta da doença de Alzheimer, mostrados a seguir:<br />
1. Perda de memória.<br />
2. Dificuldade de planear ou resolver problemas.<br />
3. Dificuldade em executar tarefas familiares.<br />
4. Perda da noção do tempo e desorientação.<br />
5. Dificuldade em perceber imagens visuais e relações especiais.<br />
6. Problemas de linguagem.<br />
7. Trocar o lugar das coisas.<br />
8. Discernimento fraco ou diminuído.<br />
9. Afastamento do trabalho e da vida social.<br />
10. Alterações de humor e personalidade.<br />
Cada um desses tópicos possuem níveis aceitáveis e depende de cada pessoa. O ideal é tê-los em mente, fazer uma autoavaliação e não tratar os sintomas de forma relativa.<br />
O Alzheimer pode aparecer aos 30, 40 ou 50 anos. Fique atento, cuide de você e de seus familiares!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais em:</strong></p>
<p><strong>Sinais de alerta para um diagnósticos precoce</strong>. Disponível em &lt; http://alzheimerportugal.org/pt/text-0-9-33-34-sinais-de-alerta-para-um-diagnostico-precoce&gt; Acesso em 10 de agosto de 2017.<br />
<strong>A doença de Alzheimer</strong>. Disponível em &lt; http://alzheimerportugal.org/pt/text-0-9-30-14-a-doenca-de-alzheimer&gt; Acesso em 10 de agosto de 2017.<br />
Referências:<br />
<strong>Como identificar o Alzheimer precoce</strong>. Disponível em &lt;https://www.tuasaude.com/alzheimer-precoce/&gt; Acesso em 17 de agosto de 2017<br />
<strong>Condenados ao Alzheimer</strong>. Disponível em &lt;https://oglobo.globo.com/opiniao/condenados-ao-alzheimer-21687775&gt; Acesso em 17 de agosto de 2017.<br />
<strong>Dormir mal aumenta o risco de Alzheimer</strong> &lt;http://www.movenoticias.com/2017/07/dormir-mal-aumenta-risco-alzheimer/ &gt; Acesso em 17 de agosto de 2017.<br />
<strong>Anda esquecendo demais? Cuidado com o Alzheimer!</strong>&lt; http://www.petquimica.ufc.br/2017/03/anda-esquecendo-demais-cuidado-com-o-alzheimer/&gt; Acesso em 22 de agosto de 2017.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://www.nathaliapaccola.com.br/exercitando-a-memoria/</p>
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		<title>Ataques domésticos por queimadura química</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jun 2017 00:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Vitória Silva de Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[Químico]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem casos de violência doméstica causadas por fortes agentes químicos (ácidos e básicos), que são facilmente encontrados nas prateleiras de supermercados. Esses produtos químicos em contato com a pele causam queimaduras graves e o tratamento só pode ser feito em hospitais. No entanto, nem todo produto químico encontrado em supermercados pode ser usado para provocar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Existem casos de violência doméstica causadas por fortes agentes químicos (ácidos e básicos), que são facilmente encontrados nas prateleiras de supermercados. Esses produtos químicos em contato com a pele causam queimaduras graves e o tratamento só pode ser feito em hospitais.</p>
<p>No entanto, nem todo produto químico encontrado em supermercados pode ser usado para provocar a lesão. As substâncias químicas usadas de forma correta não fazem mal algum à saúde. O ácido acético, por exemplo, está presente em nossa alimentação no vinagre. O hidróxido de amônio, classificado como base, é usado diariamente para descoloração dos fios. E nenhum dos dois causa danos tão sérios à integridade humana, pois chegam a ser 100 vezes mais fracos em escala de acidez que os compostos usados para causar a queimadura química.</p>
<p>O produto líder nesse tipo de ataque é o ácido clorídrico, comercializado como ácido muriático. Ele deveria  ser utilizado somente para limpeza da casa após uma obra, porém, o que vemos no cenário atual é agressores misturando esse produto à cola e derramando sobre a vítima. O objetivo de adicionar a cola é dificultar a remoção do ácido resultando numa queimadura de maior grau. As causas do crime muitas vezes são as brigas entre cônjuges e vizinhos ou rompimento de relacionamento e ocorre, principalmente, contra mulheres. A intenção primordial é causar a deformação facial, mas outras áreas como pescoço, ombros e braços também são fortemente atingidas.</p>
<p>Há casos de ataque com agentes químicos em todo o mundo. A Colômbia é um exemplo com grande número de ocorrências desse crime e até 2014 já haviam centenas de casos registrados. Com tantas vítimas, o país se uniu nas redes sociais a fim de diminuir o drama sofrido por elas. Partindo disso, Gina Potes, por ser vítima do primeiro caso registrado de ataque químico da Colômbia, criou uma fundação chamada Reconstruindo Rostos. Essa instituição tem por objetivo acompanhar as vítimas de ataque químico, providenciando ajuda médica e psicológica, que promovam a recuperação da autoestima, o renascimento da confiança em si mesma e o retorno à vida cotidiana e ao mercado de trabalho.</p>
<p>Por haver tantos casos espalhados pelo mundo, passou-se a ter a preocupação em melhorar a assistência psicológica e o atendimento hospitalar para com as vítimas de ataque químico, bem como uma mudança nas leis de compra e venda de produtos com forte acidez ou basicidade para uso doméstico e de punição aos agressores. Porém, essas coisas tem um processo lento para se consolidarem. E como não dá para prever quando ou se você será vítima de queimadura química é bom ter em mente que ao ter o corpo atingindo por ácido ou base forte deve-se lavar o local atingindo com água em abundância por 20 minutos, remover acessórios que tenham sido também atingidos e se dirigir ao pronto socorro o mais rápido possível. E nada de ingestão de líquido e/ou alimentos até ser autorizado por um médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações: </strong></p>
<p><a href="http://pt.wikihow.com/Tratar-uma-Queimadura-Qu%C3%ADmica">Como tratar uma queimadura química</a></p>
<p><a href="http://reconstruyendorostros.org/">Fundação Reconstruindo Rostos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>BORGES, Thaís<strong>. Perigosos, ácidos usados em ataques não são controlados; substâncias provocam queimadura química. </strong>Disponível em &lt;http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/perigosos-acidos-usados-em-ataques-nao-sao-controlados-substancias-provocam-queimadura-quimica/?cHash=028ff06a09419fe24f836f508d3402f8&gt; Acesso em: 26 de maio de 2017.</p>
<p>DCK, Elly; NELSON, Jennifer.<strong> Queimaduras Químicas</strong>. Disponível em &lt;http://pt.healthline.com/health/queimaduras-quimicas#Overview1&gt; Acesso em 26 de maio de 2017.</p>
<p>REYES L., Elizabeth.<strong> Quase mil colombianos sofreram ataques com ácido na última década. </strong>Disponível em &lt;http://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/05/internacional/1396657397_898540.html&gt; Acesso em 30 de maio de 2017.</p>
<p>IG SÃO PAULO<strong>. Vítima de ataque com ácido, britânica tem 30% do corpo coberto por queimaduras. </strong>Disponível em &lt;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2017-05-09/acido-ataque.html&gt; Acesso em 30 de maio de 2017.</p>
<p><strong>NEIRA, Armando.</strong> “Si no eres para mi, no serás para nadie.” Disponível em <strong>&lt;</strong>http://internacional.elpais.com/internacional/2011/11/23/actualidad/1322043264_854140.html&gt; Acesso em 30 de maio de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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