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	<title>PET Química UFC &#187; Iago Nobre</title>
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		<title>O fio das teias de aranha e sua resistência</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 15:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[As teias de aranha são compostas por uma espécie de fio de seda extremamente resistente produzido em seus interiores, sendo responsáveis para movimentos de subida e descida do aracnídeo, além de servir de invólucro para ovos, e para captura de presas que servirão de alimento, a partir de suas funcionalidades, destaca-se a sua grande resistência, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As teias de aranha são compostas por uma espécie de fio de seda extremamente resistente produzido em seus interiores, sendo responsáveis para movimentos de subida e descida do aracnídeo, além de servir de invólucro para ovos, e para captura de presas que servirão de alimento, a partir de suas funcionalidades, destaca-se a sua grande resistência, sendo 5 vezes mais fortes que fios de aço de mesmo diâmetro e possuem capacidade de se esticar até 4 vezes seu comprimento original sem se partir, sendo extremamente útil visto que o fio de uma teia com 0,15 micrometros de diâmetro é capaz de realizar a captura de insetos voadores em alta velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A resistência do fio da teia de aranha se dá devido a sua composição por ser um copolímero anfifílico ,isto é, possui sítios hidrofílicos e hidrofóbicos, sendo uma cadeia polipeptídica formada por dois grupos que se repetem em sequência, chamados A e Q, o grupo A sendo hidrofóbico, e o grupo Q hidrofílico, essa sequência de fragmentos garante características ao fio muito semelhantes às do colágeno, sendo portanto a “base” para sua resistência, enquanto terminação dos fragmentos possui grupos amina (R-NH<sub>2</sub>) e grupos carboxila (R-CO<sub>2</sub>H), sendo responsáveis por controlar a solubilidade da proteína como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_5374" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/11/texto-iago.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5373"><img class="size-full wp-image-5374" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2021/11/texto-iago.jpg" alt="Fonte: Scienceblog, A química supramolecular das aranhas. Disponível em: . Acesso em: 22 de novembro de 2021." width="500" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Scienceblog, A química supramolecular das aranhas. Disponível em: &lt;https://www.blogs.unicamp.br/quimicaviva/2010/07/06/a_quimica_supramolecular_das_a/&gt;. Acesso em: 22 de novembro de 2021.</p></div>
<p style="text-align: justify;">As proteínas que compõem o fio da teia são produzidas por glândulas e armazenados como polímeros de alta densidade chamados oligômeros, com característica micelar (semelhante ao detergente), à medida que água e essa proteína são expelidos pelas glândulas da aranha, ocorre um desdobramento da estrutura do oligômero, fazendo com que as regiões hidrofílicas se projetem para fora, mudando macroscopicamente e gerando os fios da teia de aranha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>SILVERS, R., BUHR, F., &amp; SCHWALBE, H. The Molecular Mechanism of Spider-Silk Formation 2010. Chemie International Edition. Angewandte. Wenheim.</p>
<p>VOLLRATH, F.; SELDEN, P. <a href="http://www.annualreviews.org/doi/abs/10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221"><em>The role of behavior in the evolution of spiders, silks, and webb</em></a>. (Dezembro de 2007). Annu. Rev. Ecol. Evol. Syst. 38: 819–846.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Alquimistas e o surgimento da química como ciência</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2021 12:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente você já ouviu falar na pedra filosofal, um objeto místico retratado em várias obras da ficção, esse objeto por muito tempo foi um dos objetivos inatingíveis dos alquimistas, acreditando que seria possível a transformação de um metal em outro por meio de uma técnica chamada por eles de “transmutação”, que de fato não era [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Certamente você já ouviu falar na pedra filosofal, um objeto místico retratado em várias obras da ficção, esse objeto por muito tempo foi um dos objetivos inatingíveis dos alquimistas, acreditando que seria possível a transformação de um metal em outro por meio de uma técnica chamada por eles de “transmutação”, que de fato não era possível, mas os alquimistas tiveram um grande papel para o surgimento do estudo de química.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que a alquimia tenha se originado em Alexandria entre 300 a.C e 1500 d.C com o desenvolvimento de uma arte egípcia chamada khemeia e com a mistura com a cultura grega, utilizando-se dos pensamentos de Aristóteles de que haviam 4 elementos que quando combinados poderiam formar qualquer objeto físico, e com passar do tempo espalhou-se entre os continentes europeu e asiático.</p>
<p style="text-align: justify;">Os alquimistas surgiram como falsificadores, mudando a aparência de metais para que parecessem ouro e prata, a partir disso surgiu um pensamento de que seria possível a alteração da matéria para transformação de metais com a utilização de um artefato que possuiria características corpusculares destes: a pedra filosofal. Com a descoberta do etanol no processo de destilação do vinho, visto na época como uma água inflamável capaz de preservar materiais orgânicos, os alquimistas imaginaram que com a combinações de substâncias diferentes seria possível a obtenção de um líquido capaz de dar a vida eterna a aquele que o tomasse: o elixir da longa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o movimento do renascentismo crescente, havia o pensamento de que cada coisa possuía uma explicação racional, e instigava o experimentalismo, assim, a busca por substâncias como a pedra filosofal e elixir da longa vida começaram a ser deixadas de lado para experimentos voltados a descoberta de substâncias medicinais capazes de curar pessoas doentes, além disso, para que uma descoberta seja considerada válida começou-se a exigência de uma correlação entre experimentação e pensamento lógico, o que culminou com Robert Boyle, introduzindo o método científico, e separando definitivamente a química da alquimia e seus misticismos, defendendo a necessidade de experimentos, e não só hipóteses que fariam sentido do ponto de vista filosófico, o que teria grande influência no movimento iluminista e consequentemente para o considerado fundador da química moderna Antoine Laurent Lavoisier.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>Burbidge, E. Margaret, Geoffrey Ronald Burbidge, William A. Fowler, and Fred Hoyle. &#8220;Synthesis of the elements in stars.&#8221; Reviews of modern physics 29, no. 4 (1957): 547.</p>
<p>FOGAÇA, Jennifer. Manual da Química. Da alquimia à Química. Disponível em: &lt;https://www.manualdaquimica.com/curiosidades-quimica/da-alquimia-quimica.htm&gt;. Acesso em: 18 de maio de 2021.</p>
<p>SOUSA, Bianca. Falauniversidades. O que fazia um alquimista na idade média. Disponível em: &lt;https://falauniversidades.com.br/o-que-fazia-um-alquimista-na-idade-media-descubra-aqui/&gt;. Acesso em: 18 de maio de 2021.</p>
<p>SOUZA, Líria Alves de. Mundo Educação. Alquimia. Disponível em: &lt; https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/alquimia.htm&gt;. Acesso em: 18 de maio de 2021.</p>
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		<title>Ricina: uma proteína vegetal tóxica e sua aplicação no combate ao câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ricinus communis L, conhecida popularmente ricina é uma poderosa toxina vegetal presente na mamona, ela foi descoberta pelo pesquisador alemão Hermann Stillmark enquanto trabalhava com extrato de sementes de mamona, ao notar uma substância com propriedades aglutinantes quando injetada em ratos e então a batizou de ricina. A toxicidade da ricina se deve ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong><em>Ricinus communis L</em></strong>, conhecida popularmente ricina é uma poderosa toxina vegetal presente na mamona, ela foi descoberta pelo pesquisador alemão Hermann Stillmark enquanto trabalhava com extrato de sementes de mamona, ao notar uma substância com propriedades aglutinantes quando injetada em ratos e então a batizou de ricina.</p>
<p style="text-align: justify;">A toxicidade da ricina se deve ao fato de ela ser uma proteína do tipo RIP (proteínas inativadoras de ribossomos), isto é, ela entra nas células animais e se liga a ribossomos, causando a parada total da produção de proteínas, matando assim a célula. Após estudos da estrutura da ricina serem feitos, foi verificado que ela é formada por duas subunidades unidas por pontes dissulfeto: uma cadeia RTA responsável por se ligar aos ribossomos, garantindo a característica citotóxica da proteína; e uma cadeia RTB responsável pela entrada da ricina na célula. Sendo assim, quando as duas subunidades são isoladas a proteína se torna inofensiva, pois a cadeia tóxica RTA não consegue penetrar na célula sozinha.</p>
<p style="text-align: center;">Figura: estrutura da ricina</p>
<div id="attachment_5037" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/09/20200924_204239.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5035"><img class="size-medium wp-image-5037" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/09/20200924_204239-300x300.jpg" alt="Fonte: Faculdade de Farmácia Universidade do Porto " width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Faculdade de Farmácia Universidade do Porto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a propriedade tóxica da ricina também gera aplicações importantes, como no área da saúde humana. A cadeia RTA da proteína pode ser isolada e ligada a outras substâncias, como anticorpos, formando uma proteína híbrida chamada imunotoxina, esta seria capaz de selecionar células específicas e combatê-las, por conta disso a ricina está sendo estudada como uma forma de combate às células cancerosas. O processo de obtenção dos anticorpos para a criação da imunotoxina pode ser feita a partir de um processo onde se injeta um antígeno em um animal de grande porte, e após isso, retira-se uma amostra de sangue deste animal, neste caso, são obtidos vários anticorpos diferentes, que identificam o antígeno através de diferentes partes do mesmo, por conta disso esses anticorpos são conhecidos como policlonais.<br />
Porém para que o tratamento seja efetivo e seguro, é necessário que a imunotoxina apresente uma alta especificidade por células malignas, então deve-se cria-las a partir de anticorpos monoclonais, produzidos in vitro feitas de uma fusão do anticorpo específico com outro de fácil reprodução. Assim a região do anticorpo monoclonal sendo responsável pela identificação e entrada nas células cancerosas e a cadeia RTA responsável por combatê-las.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria toxicidade da ricina é, portanto, a chave para seu potencial no combate ao câncer. Tal característica se expande as mais diversas substâncias e processos, utilizando-se o conhecimento científico pode-se transformar algo inicialmente perigoso, em algo benéfico e ,até mesmo, essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Bibliografia:</p>
<p style="text-align: justify;">VITTETA, E. Biomedical and biodefense uses for ricin. Disponível em: &lt; http://www.actionbioscience.org/newfrontiers/vitetta.html.&gt; Acesso em: 15 set. 2020</p>
<p style="text-align: justify;">HOFFMAN, L. ASSIS, A. MEDEIROS, PAULO. SOARES, L. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2007). Ricina: Um Impasse para Utilização da Torta de. Embrapa Algodão, 26.</p>
<p style="text-align: justify;">Smith, V. I.-D. (28 de março de 2012). InTech-Ricin. Fonte: InTech: http://cdn.intechopen.com/pdfs/33127/InTechRicin_perspective_in_bioterrorism.pdf</p>
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		<title>Riscos a Saúde dos Túneis de Desinfecção Contra o Coronavírus</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/riscos-a-saude-dos-tuneis-de-desinfeccao-contra-o-coronavirus-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2020 20:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[        Em ação de combate ao novo Coronavírus está sendo utilizada uma nova medida de se evitar a contaminação, os túneis de desinfecção. São túneis infláveis que, à medida que uma pessoa atravessa lentamente, por meio de um sensor de presença, borrifam substâncias desinfetantes, em nosso país essa medida já é aplicada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">        Em ação de combate ao novo Coronavírus está sendo utilizada uma nova medida de se evitar a contaminação, os túneis de desinfecção. São túneis infláveis que, à medida que uma pessoa atravessa lentamente, por meio de um sensor de presença, borrifam substâncias desinfetantes, em nosso país essa medida já é aplicada nos estados de São Paulo, Bahia e Ceará.</p>
<p style="text-align: justify;">        A medida, porém, possui controvérsias, além de não possuir sua eficácia comprovada, o túnel de desinfeção instalado no hospital Calisto Midlej Filho em Itabuna no estado da Bahia, utiliza de um sistema de canos de PVC que pulverizam o hipoclorito de sódio (NaClO), um sal muito utilizado na  limpeza de superfícies, presente na água sanitária, que não seria adequada para desinfecção de pessoas, pois, quando exposto, libera gás cloro, podendo gerar queimaduras na pele, além de causar irritação nas vias respiratórias e danos aos olhos. O cloro liberado, quando em contato com substâncias orgânicas naturais, geram organoclorados como trihalometanos (THM), substâncias cancerígenas prejudiciais à tireoide, e que também danificam o sistema nervoso, rins e fígado. O CREMEB (Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia), se posicionou sobre o caso, afirmando que os túneis deveriam ser desinstalados, visto que o hipoclorito de sódio é recomendado para a limpeza de objetos e não para a higienização da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">           Na rodoviária de Boituva no estado de São Paulo, foi instalado um túnel de desinfecção que, segundo a prefeitura do município, utiliza de uma solução de ozônio (O<sub>3</sub>) aquoso como desinfetante. Sua ação sanitizante ocorre por conta do alto poder oxidante da molécula de ozônio que estariam presentes nas gotículas borrifadas pelo túnel. De acordo com a UNESC o ozônio apresenta um poder de desinfecção 100 vezes maior que o cloro, porém sua eficácia contra o vírus Sars-CoV-2 ainda não foi comprovada. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desaconselhou a utilização dos túneis e alertou para riscos à saúde que poderiam ser causados pelo ozônio, como irritação aos olhos e desconfortos respiratórios, que em casos mais graves podem causar cianose, edemas pulmonares e hipotensão, podendo levar ao óbito. Esses efeitos ocorrem por conta do efeito oxidante do ozônio que ao ser inalado danifica os brônquios e alvéolos pulmonares.</p>
<p style="text-align: justify;">          Em nota técnica a ANVISA, afirma a falta de literatura científica que comprovem a eficácia dos túneis de desinfecção, e ratifica riscos à saúde que outros produtos desinfetantes aplicáveis em túneis de desinfecção podem oferecer:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Quaternários de amônio, utilizados em túneis de desinfecção em Coreaú no estado do Ceará, são surfactantes catiônicos tóxicos contra microrganismos, um exemplo é o cloreto de benzalcônio (ver figura 1), que, causa irritação na pele, e aos olhos, além de reações alérgicas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">                                                  Figura 1: Fórmula estrutural do Cloreto de Benzalcônio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                  <img class=" size-full wp-image-4881 alignnone" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/iago2.png" alt="iago2" width="223" height="128" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">                                                           Fonte: ChemBasket Benzalkonium</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Peróxido de hidrogênio (H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>): líquido incolor com ação oxidante, sua inalação causa irritações nas vias nasais, em altas concentrações pode gerar edemas pulmonares.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">         A ANVISA também alerta que os túneis de desinfecção poderiam gerar uma falsa sensação imunidade, o que desmotivaria a população a continuar as práticas recomendadas pela OMS de combate ao vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>COSTA, André; GLÁUCIA, Maristela. “Cidade Cearense Instala Túneis de Desinfecção Contra Coronavírus”. Disponível em: &lt;<a href="https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/05/01/cidade-cearense-instala-tuneis-de-desinfeccao-contra-coronavirus.ghtml">https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/05/01/cidade-cearense-instala-tuneis-de-desinfeccao-contra-coronavirus.ghtml</a>&gt; Acesso em: 21 de Maio de 2020.</p>
<p>MARQUES, Leandro. “Amônia Quaternária, o Que São Esses Compostos”. Disponível em: &lt;<a href="https://elevagro.com/materiais-didaticos/amonia-quaternaria-o-que-sao-esses-compostos/">https://elevagro.com/materiais-didaticos/amonia-quaternaria-o-que-sao-esses-compostos/</a>&gt; Acesso em: 25 de Maio de 2020</p>
<p>FREITAS, Álvaro. “Hipoclorito de Sódio, Perigos, Cuidados e EPI’s”. Disponível em: &lt;<a href="https://cmcenter.com.br/pt-br/fispq/fispq-hipoclorito-de-sodio/">https://cmcenter.com.br/pt-br/fispq/fispq-hipoclorito-de-sodio/</a>&gt; Acesso em: 25 de Maio de 2020.</p>
<p>CUZZUOL, Murilo. “A Pedido da Ceturb, Túneis de Desinfecção são Retirados de Terminais da Serra’. Disponível em: &lt; <a href="https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/a-pedido-da-ceturb-tuneis-de-desinfeccao-sao-retirados-de-terminais-da-serra-0520">https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/a-pedido-da-ceturb-tuneis-de-desinfeccao-sao-retirados-de-terminais-da-serra-0520</a>&gt; Acesso em 25 de Maio de 2020.</p>
<p>RODRIGUES, Danutta. “Inovação Implantada em Hospitais Baianos, Túnel de Desinfecção Contra Coronavírus é criticado por especialistas”. Disponível em: &lt;<a href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/05/15/inovacao-implantada-em-hospitais-baianos-tunel-de-desinfeccao-contra-coronavirus-e-criticado-por-especialistas.ghtml">https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/05/15/inovacao-implantada-em-hospitais-baianos-tunel-de-desinfeccao-contra-coronavirus-e-criticado-por-especialistas.ghtml</a>&gt; Acesso em: 21 de Maio de 2020.</p>
<p>ANVISA Nota Técnica no 38/2020 -/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA, 7 de maio de 2020.</p>
<p>PREFEITURA MUNICIPAL DE BOITUVA, “Prefeitura de Boituva Apresenta Oficialmente Túnel de Desinfecção Individual Como Medida de Prevenção ao Coronavírus”. Disponível em: &lt;<a href="https://www.boituva.sp.gov.br/post/prefeitura-de-boituva-apresenta-oficialmente-tunel-de-desinfeccao-individual-como-medida-de-prevencao-ao-coronavirus$74992">https://www.boituva.sp.gov.br/post/prefeitura-de-boituva-apresenta-oficialmente-tunel-de-desinfeccao-individual-como-medida-de-prevencao-ao-coronavirus$74992</a>&gt; Acesso em: 21 de Maio de 2020.</p>
<p>ANVISA Nota Técnica no 34/2020 -/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA, 9 de abril de 2020.</p>
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		<item>
		<title>O paradoxo de Peto</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 18:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[     O câncer tem como sua característica principal a reprodução desordenada de células defeituosas, que possuem características agressivas, sendo extremamente prejudicial as vidas de diversos mamíferos, no entanto, foi feita uma observação de que animais como elefantes e baleias apresentavam uma incidência muito menor de casos de câncer quando comparado a humanos ou camundongos, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">     O câncer tem como sua característica principal a reprodução desordenada de células defeituosas, que possuem características agressivas, sendo extremamente prejudicial as vidas de diversos mamíferos, no entanto, foi feita uma observação de que animais como elefantes e baleias apresentavam uma incidência muito menor de casos de câncer quando comparado a humanos ou camundongos, o que gera uma contradição, visto que esses mamíferos de grande porte apresentam um número de células muito maior do que os animais de pequeno porte, essa observação foi batizada de Paradoxo de Peto, em homenagem ao professor de medicina e epidemiologia Richard Peto.</p>
<p style="text-align: justify;">     Com a observação desse fenômeno foram elaborados meios de como explicar por que isso ocorre, uma delas é que animais maiores, por terem maior probabilidade de desenvolver células defeituosas, ao longo dos anos evoluíram selecionando os seres que possuíam melhores defesas ao câncer, como um gene chamado TP53, que identifica erros nas sequências de DNA e os conserta, que é escasso em humanos e abundante em rinocerontes pelo que indica estudos das universidades de Chicago e Utah. Outro gene descoberto que possui propriedades de defesa contra o câncer é o LIF6, encontrado em elefantes, que é considerado um gene “morto”, porém na presença de outro gene chamado p53 (responsável por identificar células cancerosas), o LIF6 produz proteínas capazes de inativar mitocôndrias, eliminando células malignas.</p>
<p style="text-align: justify;">     Há também outra explicação possível para essa questão, os hipertumores, tipos de tumores gerados a partir de defeitos gerados nas células que já apresentavam defeitos, ou seja, um novo tumor gerado a partir de um tumor pré-existente, entretanto, que não coopera com o tumor original, assim as células de ambos tumores disputam por nutrientes, matando umas as outras, fazendo com que nenhum dos tumores consigam se desenvolver, mas esses tumores só poderiam ter seus efeitos imperceptíveis em animais maiores, afinal para que um hipertumor se desenvolva é necessário que o tumor original apresente um crescimento considerável, sendo que esse crescimento pode ser letal para ratos por exemplo, pois o tamanho e massa do tumor em relação ao corpo do rato seria muito mais perceptível do que um tumor de mesmo tamanho e massa em um mamífero de grande porte como uma baleia, assim somente animais de grande porte poderiam conviver com tumores até que os hipertumores se desenvolvessem, diminuindo a frequência de mortes por câncer nesses animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p>Natterson-Horowitz, Barbara; Bowers, Kathryn (2012). <em>Zoobiquity: O que os animais podem nos ensinar sobre Saúde e da Ciência da Cura</em> . Alfred A. Knopf. <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/International_Standard_Book_Number">ISBN </a> <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Special:BookSources/978-0-307-95838-9">978-0-307-95838-9</a> .</p>
<p><a href="https://super.abril.com.br/ciencia/o-gene-zumbi-que-protege-os-elefantes-do-cancer/">https://super.abril.com.br/ciencia/o-gene-zumbi-que-protege-os-elefantes-do-cancer/</a>   pesquisado em 23/03/2020</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A química no futebol</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 12:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[É notável que em qualquer esporte teremos muito da física e da química envolvidas, tanto nos uniformes e acessórios utilizados, quanto no ato do esporte em si. No futebol não é diferente, a química é utilizada de várias formas de modo a promover os melhores aspectos possíveis para o jogo. Por exemplo, as bolas que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É notável que em qualquer esporte teremos muito da física e da química envolvidas, tanto nos uniformes e acessórios utilizados, quanto no ato do esporte em si. No futebol não é diferente, a química é utilizada de várias formas de modo a promover os melhores aspectos possíveis para o jogo. Por exemplo, as bolas que são feitas por polímeros diferem das bolas mais antigas onde se utilizava o couro de boi, sendo pesada e não adaptável para o futebol moderno, as bolas mais modernas são feitas de poliuretano com camadas de poliestireno. Outro polímero muito utilizado nos acessórios futebolísticos é a poliamida, geralmente chamada por nylon, sendo este muito resistente, perfeitamente adaptada para a confecção das redes permitindo que estas não rasguem com o atrito da bola.</p>
<p>A química também possui relação direta com as chuteiras, que são feitas com polipropileno um dos polímeros mais presentes no nosso cotidiano, seja em brinquedos, seja em cadeiras plásticas. Além disso, nas travas da chuteira temos também elastômero, conhecido como borracha sintética, podendo suportar a grandes deformações, há também resinas de poliuretano presentes em chuteiras.</p>
<p>Fertilizantes também são utilizados para manter o gramado nas condições ideais para o jogo, dentre os quais, os fertilizantes com composição de Cloreto de Potássio e Sulfato de Amônio garantem que a bola percorra o campo de forma uniforme e possa quicar de forma igual.</p>
<p>As tintas utilizadas pelos torcedores nas arquibancadas também possuem muito da química envolvida, já que sua composição pode ser de várias substâncias químicas, como o Dióxido de Titânio (TiO<sub>2</sub>), constituindo tintas não solúveis em água, outros acessórios de uso dos torcedores são as cornetas que são feitas de polietileno e tambores feitos de poliéster.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p>Química no Futebol Disponível em: &lt;<a href="https://13moleculasapular.wordpress.com/2014/03/24/quimica-no-futebol/">https://13moleculasapular.wordpress.com/2014/03/24/quimica-no-futebol/</a>&gt;. Acesso em 14 de junho de 2019.</p>
<p>Relações Entre Química e Futebol Disponível em: &lt;<a href="https://www.torcedores.com/noticias/2018/06/relacoes-entre-quimica-e-futebol">https://www.torcedores.com/noticias/2018/06/relacoes-entre-quimica-e-futebol</a>&gt;. Acesso em 14 de junho de 2019.</p>
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		<title>Ununênio: um elemento ainda não sintetizado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 15:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já ouviu falar do ununênio? Ununênio, ou mesmo Eka-Frâncio, é como se chama, provisoriamente, aquele que será o elemento de número atômico 119 da tabela periódica. Ele se localizará na família dos metais alcalinos, se assemelhando ao lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, e frâncio, sendo responsável por iniciar o oitavo período da tabela de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já ouviu falar do ununênio? Ununênio, ou mesmo Eka-Frâncio, é como se chama, provisoriamente, aquele que será o elemento de número atômico 119 da tabela periódica. Ele se localizará na família dos metais alcalinos, se assemelhando ao lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, e frâncio, sendo responsável por iniciar o oitavo período da tabela de Henry Moseley e representado pelo símbolo Uue.</p>
<div id="attachment_2976" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-25-at-15.41.24-e1551458397661.jpeg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3000"><img class="size-full wp-image-2976" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-25-at-15.41.24-e1551458397661.jpeg" alt="Figura 1: Tabela Periódica Fonte: Autor" width="800" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Tabela Periódica<br />Fonte: Autor</p></div>
<p>A tentativa de sintetização do primeiro metal alcalino transurânico provém do físico japonês Hideto Enyo e sua equipe, com o bombardeamento de átomos do metal de transição vanádio (de número atômico 23) contra o actinídeo cúrio (de número atômico 96), num acelerador de partículas. Tentativas de sintetizar o Eka-Frâncio foram feitas antes em 1985 com o bombardeamento de átomos do metal alcalino terroso cálcio (de número atômico 20) em átomos do actinídeo einstêinio (de número atômico 99), no acelerador linear de íons super pesados superHILAC em Berkeley, na Califórnia. Esta tentativa, porém, não foi bem sucedida, pois para que o ununênio seja formado é necessário que os choques entre os átomos possuam a energia exata para que a fusão ocorra e o novo átomo seja criado, o que não aconteceu em 1985, já que não foram registradas átomos do novo elemento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta de ser um elemento transurânico altamente instável e radioativo, seu tempo de meia vida é curtíssimo, decaindo rapidamente para elementos de número atômico mais baixos. Aalém disso, por conta da instabilidade, o ununênio é previsto por apresentar um número de oxidação +3, algo bem diferente dos metais alcalinos que já conhecemos que possuem número de oxidação +1, além disso também há a previsão de que o ununênio apresente uma densidade de 3g/cm<sup>3</sup> em sua forma sólida e uma aparência metálica cinza ou esbranquiçada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os elementos teóricos de número atômico 120 e 121 também já possuem seus nomes provisórios, sendo conhecidos por unbinílio e unbiúnio, respectivamente. Este último iniciando o grupo dos super actinídeos.</p>
<div id="attachment_2977" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-25-at-15.47.48-e1551458109468.jpeg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3000"><img class="size-full wp-image-2977" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-25-at-15.47.48-e1551458109468.jpeg" alt="Figura 2: Ununênio Fonte: Autor" width="500" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Ununênio<br />Fonte: Autor</p></div>
<p>Referências Bibliográficas:</p>
<p>Ununênio Um Novo Elemento que Cientistas Tentam Criar. Disponível em: &lt;https://www.bbc.com/portuguese/geral-42654101&gt; Acesso em: 22/02/2019</p>
<p>Ununnenium. Disponível em: &lt;https://ununennium.net/&gt; Acesso em 22/02/2019&gt; Acesso em: 22/02/2019</p>
<p>Elementymology &amp; Elements Multidict. Disponível em: &lt;http://www.vanderkrogt.net/elements/element.php?sym=Uue&gt; Acesso em: 22/02/2019</p>
<p>Ununnenium; the essentials. Disponível em: &lt;https://www.webelements.com/ununennium/&gt; Acesso em: 22/02/2019</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 class="story-body__h1"></h1>
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		<title>A química da ressaca</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 14:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena esclarecer, antes de discutir os fatores que causam uma ressaca, que há um número significativo de coisas que podem afetar a gravidade da ressaca. Estudos demonstraram que os fatores genéticos podem ,assim como a saúde, a idade e o sono, ter efeitos sobre a gravidade da ressaca. Em geral, os estudos mostram que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Vale a pena esclarecer, antes de discutir os fatores que causam uma ressaca, que há um número significativo de coisas que podem afetar a gravidade da ressaca. Estudos demonstraram que os fatores genéticos podem ,assim como a saúde, a idade e o sono, ter efeitos sobre a gravidade da ressaca.</p>
<p style="text-align: left;">Em geral, os estudos mostram que alcançar uma concentração de álcool no sangue de 0,1% é necessária para que a maioria das pessoas experimente os sintomas de ressaca no dia seguinte, embora isso ainda seja variável de pessoa para pessoa. Também é geralmente aceito que, quanto maior a concentração máxima de álcool no sangue (tradução simples: quanto mais álcool você bebe), pior os sintomas da ressaca.</p>
<p style="text-align: left;">É geralmente assumido que esses sintomas são, em grande parte, ocasionados por desidratação após uma noite de bebedeira. É amplamente pensado que o álcool tem um efeito diurético no corpo, causando um aumento na micção e, portanto, perda de água (embora exista algum debate sobre a magnitude desse efeito). Isso acontece porque há a redução no nível de hormônio antidiurético (ADH) vasopressina, que normalmente atua para aumentar a retenção de água nos rins, o que leva a uma maior micção e perda de água.</p>
<p style="text-align: left;">O álcool (mais especificamente, o etanol) é dividido por enzimas no fígado em acetaldeído, que posteriormente é quebrada por outra enzima em acetato. O acetato pode ser dividido em dióxido de carbono e água. Seu corpo é capaz de derrubar álcool a uma taxa de cerca de uma unidade (8 gramas ou 10 mililitros de álcool puro) por hora, embora essa taxa varia ligeiramente de pessoa para pessoa.</p>
<p style="text-align: left;">O acetaldeído é o composto particular que pode ser um dos causadores da ressaca. É um composto tóxico, que normalmente é dividido rapidamente em acetato. No entanto, a enzima que converte etanol em acetaldeído funciona mais rapidamente do que a que converte acetaldeído em acetato, levando a uma acumulação de acetaldeído, com a ingestão de muita bebida.</p>
<p style="text-align: left;">Os efeitos tóxicos do acetaldeído nas células podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento de sintomas de ressaca, como náuseas, sudação, aumento da frequência cardíaca e dor de cabeça. Ainda não há uma resposta definitiva quanto à extensão do envolvimento do acetaldeído, embora alguns estudos indiquem que a concentração de acetaldeído no sangue não possui uma grande influencia para a ressaca. Pode muito bem fazer parte, mas parece provável que não seja o principal jogador.</p>
<p style="text-align: left;">Outros estudos sugeriram que o problema pode depender de outros compostos. A maioria das bebidas alcoólicas contém toda uma gama de outros compostos químicos, além do próprio etanol, e esses compostos geralmente são conhecidos como congêneres. Diferentes bebidas têm diferentes níveis de congêneres; por exemplo, conhaque, vinho tinto e whisky têm níveis congêneres muito alto. Sugeriu-se que níveis maiores de congêneres possam aumentar a gravidade dos sintomas da ressaca no dia seguinte.</p>
<p style="text-align: left;">Os principais atores potenciais ,quando se trata de congêneres, são álcoois que não sejam etanol. Estes estão presentes em quantidades muito mais baixas, mas podem incluir metanol. Se você é um químico ou não, provavelmente ouviu falar sobre o metanol, e você pode se surpreender ao saber que é realmente encontrado em pequenas quantidades na maioria das bebidas alcoólicas, como um subproduto da destilação ou dos processos de fabricação de cerveja. Embora o metanol seja perigoso de ingerir em grandes quantidades, não é problemático nas quantidades encontradas nessas bebidas alcoólicas &#8211; embora possa contribuir para a gravidade da ressaca.</p>
<p style="text-align: left;">O metanol é dividido no corpo pelas mesmas enzimas que ajudam a quebrar o etanol. No entanto, estas enzimas são mais específicas para o etanol; isto é, se há qualquer etanol ao redor, eles preferem derrubá-lo sobre o metanol. Como tal, o metanol passa até que seu corpo acabe de derrubar o etanol. A sua ruptura poderia explicar alguns efeitos de ressaca, pois é metabolizado em formaldeído tóxico e ácido fórmico. O atraso em sua quebra pode ajudar a explicar a ação demorada de ressacas.</p>
<p style="text-align: left;">Geralmente, pensa-se que os congêneres podem ter um efeito significativo na gravidade de uma ressaca, embora ainda não expliquem todos os sintomas. Uma pesquisa mais recente está sugerindo que nosso sistema imunológico também pode ter um papel a desempenhar na ressaca.</p>
<p style="text-align: left;"> Estudos têm demonstrado que o álcool pode ter um efeito sobre citocinas, que são pequenas proteínas produzidas por células do corpo e ajudam a controlar o sistema imunológico, além combater certas doenças. O álcool pode aumentar as concentrações de certas citocinas no corpo, causando &#8220;desequilíbrio&#8221; no sistema imunológico, o que podem resultar em sintomas como dor de cabeça, fadiga e perda de memória. As mudanças na gravidade da ressaca foram significativamente correlacionadas com o aumento dos níveis de algumas dessas citocinas.</p>
<p style="text-align: left;">A ressaca é um fenômeno que a maioria de nós experimenta e que é muito estudado, mas que ainda não entendemos completamente. Por isso, é difícil sugerir uma cura efetiva de ressaca e, consequentemente, não existe uma cura que tenha sido demonstrada como particularmente eficaz nos estudos. Enquanto isso parece que há pouco mais a se fazer no dia de ano novo do que se reclinar no sofá, durante a maior parte do dia, e esperar que os sintomas passem!</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="http://falaquimica.com/?p=435">http://falaquimica.com/?p=435</a></p>
<p><a href="http://www.chemistryviews.org/details/ezine/1052159/Chemistry_of_a_Hangover__Alcohol_and_its_Consequences.html">http://www.chemistryviews.org/details/ezine/1052159/Chemistry_of_a_Hangover__Alcohol_and_its_Consequences.html</a></p>
<p>https://www.acs.org/content/dam/acsorg/events/popular-chemsitry/Slides/2014-01-16-hangover.pdf</p>
<p>Imagem:  fonte: <a href="http://falaquimica.com/?p=435">http://falaquimica.com/?p=435</a></p>
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		<title>Peneira Molecular de Carbono</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/peneira-molecular-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Peneira]]></category>
		<category><![CDATA[Separação]]></category>

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		<description><![CDATA[São crivos moleculares de carbono produzidos pelo tratamento de materiais carbonáis com plasma. Um dos seus usos mais importantes é servir de adsorvente para processos de adsorção de pressão, que são amplamente utilizados para a separação de gases em balanças industriais. As peneiras moleculares de carbono atendem à forte demanda neste campo onde o desempenho [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>São crivos moleculares de carbono produzidos pelo tratamento de materiais carbonáis com plasma. Um dos seus usos mais importantes é servir de adsorvente para processos de adsorção de pressão, que são amplamente utilizados para a separação de gases em balanças industriais. As peneiras moleculares de carbono atendem à forte demanda neste campo onde o desempenho de adsorvente utilizado governa a eficiência da separação de gases. As peneiras moleculares de carbono são particularmente eficazes na separação do gás nitrogênio do ar.</p>
<div id="attachment_2055" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/06/High-Adsorption-3093-Deoxidize.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2054"><img class="size-full wp-image-2055" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/06/High-Adsorption-3093-Deoxidize.jpg" alt="Figura 1:Adsorção elevada 3093Deoxidizer/peneira molecular do carbono." width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1:Adsorção elevada 3093Deoxidizer/peneira molecular do carbono.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo para a produção de peneiras moleculares de carbono compreende em etapas de tratamento de uma pastilha totalmente carbonatada com um plasma gerado a partir de um composto de carbono selecionado do grupo que consiste em tolueno, hexano e creosote para produzir um crivo molecular de carbono com um sólido fino. A estrutura de membrana na superfície, em que o referido crivo de carbono tem uma adsorção seletiva com base em diferenças nos tamanhos moleculares do material a ser adsorvido</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O elemento essencial deste processo é o de um hidrocarboneto gasoso para o forno e para decompor o hidrocarboneto termicamente a alta temperatura. A Publicação de Patente Japonesa N ° 8004/1986 descreve um processo que compreende a carbonização de carvãogranulado, depois de lavar os grânulos de carbono obtidos com um ácido mineral para remover sais de metais alcalinos, impregnar os grânulos com 1-3% de passo de alcatrão de carvão ou carvão alcatrão e tratamento térmico dos grânulos a 950 ° até 1000 ° C, seguido de arrefecimento numa atmosfera de gás inerte. O pedido de patente japonesa adicional n. ° 176908/1987 revela um processo para produzir um crivo molecular com um desempenho ainda maior, que compreende o uso, em vez do passo de alcatrão de carvão ou do alcatrão de hulha no processo acima mencionado, uma fração de creosoto, tendo pontos de ebulição de 140 a 260 ° C, dimetilnaftaleno ou xilenol.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>MADE IN CHINA. Adsorção elevada 3093 Deoxidizer/peneira molecular do carbono. Disponível em: &lt;http://pt.made-in-china.com/co_hongchangjinghua/product_High-Adsorption-3093-Deoxidizer-The-Carbon-Molecular-Sieve_euinioeuy.html&gt;. Aceso em 09 de junho de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thiago G. Oliveira; Sanny W. M. Machado; Silvia C. G. Santos; Marcelo J. B. Souza; Anne M. Garrido Pedrosa. <strong>Adsorção de CO2 em peneiras moleculares micro e mesoporosas.</strong> Disponível em: &lt;http://quimicanova.sbq.org.br/detalhe_artigo.asp?id=69&gt;. Aceso em 09 de junho de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOTECA VIRTUAL DA FAPESP. <strong>Preparação de peneiras moleculares de carbono.</strong> Disponível em: &lt; http://bv.fapesp.br/pt/bolsas/77622/preparacao-de-peneiras-moleculares-de-carbono&gt;. Aceso em 09 de junho de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte das imagens</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Figura 1 &#8211; MADE IN CHINA. Adsorção elevada 3093 Deoxidizer/peneira molecular do carbono. Disponível em: &lt;http://pt.made-in-china.com/co_hongchangjinghua/product_High-Adsorption-3093-Deoxidizer-The-Carbon-Molecular-Sieve_euinioeuy.html&gt;. Aceso em 09 de junho de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bomba Tsar</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/bomba-tsar/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 11:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Iago Nobre]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Atõmica]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba]]></category>
		<category><![CDATA[Tsar]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a guerra fria a todo vapor e o medo de que uma guerra nuclear acontecesse entre as potencias EUA e União Soviética, a segunda, com receio da força mostrada pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki, criou uma bomba monstruosa, que estremece qualquer país, a famosa Tsar. Essa bomba foi muito mais forte do que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a guerra fria a todo vapor e o medo de que uma guerra nuclear acontecesse entre as potencias EUA e União Soviética, a segunda, com receio da força mostrada pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki, criou uma bomba monstruosa, que estremece qualquer país, a famosa Tsar. Essa bomba foi muito mais forte do que as de Hiroshima e Nagasaki, como é mostrado no gráfico abaixo:</p>
<div id="attachment_1934" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/1234.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1932"><img class="size-full wp-image-1934" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/1234.jpg" alt="Imagem 1: Comparação da Tsar Bom com a Little Boy. " width="640" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1: Comparação da Tsar Bom com a Little Boy.</p></div>
<p>Esta bomba de hidrogênio termonuclear é a mais energética já construída na história da humanidade, com uma produção recorde de até 100 megaton. Em comparação, a bomba norte-americana &#8220;Little Boy&#8221; lançada sobre Hiroshima 06 de agosto de 1945 pelos americanos com 13-16 quilotons, é 3.125 vezes menos potente.</p>
<p>O H-bomba foi usado apenas uma vez durante um teste e apenas metade de sua capacidade, 30 de outubro de 1961, sobre o arquipélago de Novaya Zemlya, no Ártico russo.</p>
<div id="attachment_1933" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/123.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group1932"><img class="size-full wp-image-1933" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/04/123.jpg" alt="Imagem 2: Teste nuclear da Tsar sobre o ártico." width="600" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2: Teste nuclear da Tsar sobre o ártico.</p></div>
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<p>A bomba foi lançada com um sistema de pára-quedas por um bombardeiro Tu-95 em 10.500 metros e explodiu a uma altura de cerca de 4.000 metros, produzindo, com 50-58 megatons, uma bola de fogo sete quilómetro em diâmetro.</p>
<p>Este teste de 30 de outubro de 1961, o mais poderoso de todos os tempos, foi feito de forma que a culminação de uma grande série de testes nucleares realizados pela União Soviética entre 1954-1990 acontecesse sobre o arquipélago de Novaya Zemlya, colocando um terror no mundo e estremecendo a guerra fria.</p>
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<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>FNCV. <strong>TSAR BOMB.</strong> Disponível em: &lt;http://infos.fncv.com/post/2011/10/30/Armenent-Essai-Tsar-Bomb-nucleaire-URSS-atomique-1961&gt;. Acesso em 01 de abril de 2017.</p>
<p>VADEKER. <strong>La Nouvelle-Zemble, l&#8217;archipel de vos rêves. </strong>Disponível em: &lt;http://vadeker.net/videos/tsar_bomba.html&gt;. Acesso em 01 de abril de 2017.</p>
<p>PRAGMATISMO POLÍTICO. <strong>Pela primeira vez, Rússia exibe bomba nuclear mais potente do mundo.</strong> Disponível em: &lt;http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/09/pela-primeira-vez-russia-exibe-bomba-nuclear-mais-potente-do-mundo.html&gt;. Acesso em 01 de abril de 2017.</p>
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<p><strong>Fontes das Imagens</strong></p>
<p>Imagem 1:  FNCV. <strong>TSAR BOMB.</strong> Disponível em: &lt;http://infos.fncv.com/post/2011/10/30/Armenent-Essai-Tsar-Bomb-nucleaire-URSS-atomique-1961&gt;. Acesso em 01 de abril de 2017.</p>
<p>Imagem 2 e de chamada: VADEKER. <strong>La Nouvelle-Zemble, l&#8217;archipel de vos rêves. </strong>Disponível em: &lt;http://vadeker.net/videos/tsar_bomba.html&gt;. Acesso em 01 de abril de 2017.</p>
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