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	<title>PET Química UFC &#187; Joana Deyse Lima Agostinho</title>
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		<title>Melasma: conhecendo os principais fatores de risco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2019 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Deyse Lima Agostinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O melasma é uma condição caracterizada pelo surgimento de manchas escuras e irregulares na pele, em especial na região do rosto. Na maior parte dos casos, atinge mulheres na faixa etária entre 20 e 50 anos, apesar de que também seja possível a ocorrência em homens. Embora a causa exata desse problema ainda seja desconhecida, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O melasma é uma condição caracterizada pelo surgimento de manchas escuras e irregulares na pele, em especial na região do rosto. Na maior parte dos casos, atinge mulheres na faixa etária entre 20 e 50 anos, apesar de que também seja possível a ocorrência em homens. Embora a causa exata desse problema ainda seja desconhecida, existem determinados fatores que aumentam os riscos de desenvolvimento dos sintomas, tais como predisposição genética, hormônios e exposição ao sol sem proteção adequada. Alguns dos fatores citados não podem ser modificados, como é o caso da predisposição genética. Contudo, com relação aos outros, algumas observações devem ser levadas em consideração.</p>
<p>A questão hormonal está relacionada, principalmente, ao hormônio estrogênio (Figura 01). Isso ajuda a explicar o porquê do melasma ser tão comum entre mulheres. Lembrando que o uso de pílulas anticoncepcionais e a gravidez também estão ligados a esse fator, pois ambos provocam alterações hormonais.</p>
<div id="attachment_3340" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/estrogenio-e1559150692195.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3339"><img class="size-medium wp-image-3340" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/estrogenio-e1559150692195-300x262.jpg" alt="Figura 1 Estrutura química do hormônio estrogênio - Fonte: Amor e Química" width="300" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 Estrutura química do hormônio estrogênio &#8211; Fonte: Amor e Química</p></div>
<p>No que se refere à exposição solar, este aspecto está diretamente ligado às células denominadas de melanócitos, responsáveis pela produção do pigmento da pele, a melanina. Como a luz ultravioleta estimula os melanócitos, mais melanina é produzida, o que facilita o surgimento das manchas.</p>
<p>Já existem tratamentos capazes de clarear as manchas provocadas pelo melasma e, até mesmo, removê-las. Contudo, como esse problema ainda não tem cura, essas manchas podem voltar. Por isso, é de fundamental importância à utilização diária de filtros de proteção solar, bem como de sua reposição durante o dia. Além disso, como o melasma torna a pele mais sensível, a qualidade dos produtos aplicados sobre ela (maquiagem, por exemplo) é outro fator importante, visto que irritações agravam o problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</p>
<p>Minha Vida. <strong>Melasma: o que é, sintomas, tratamentos e causas. </strong>Disponível em: &lt;https://www.minhavida.com.br/saude/temas/melasma&gt;. Acesso em 02 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Portal do Melasma. <strong>Anticoncepcional e melasma: qual a relação? </strong>Disponível em: &lt;http://portaldomelasma.com.br/anticoncepcional-e-melasma/&gt;. Acesso em 02 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Só Delas. <strong>Anticoncepcional pode ou não dar melasma?  Conversamos com um especialista para saber!</strong> Disponível em: &lt;https://www.sodelas.com.br/noticia/anticoncepcional-pode-causar-melasma-veja-a-relacao-do-contraceptivo-com-manchas-no-rosto&gt;. Acesso em 02 de fevereiro de 2019.</p>
<p>Controle da EP. <strong>Amor e Química.</strong> Disponível em:&lt; http://controleejaculacao.com.br/amor-e-quimica/&gt;.  Acesso em 02 de fevereiro de 2019.</p>
<p>CAROLINE, F. <strong>Melasma, o que fazer e como tratar. Meu tratamento!</strong> Disponível em: &lt;https://www.fernandacaroline.com/melasma-o-que-fazer-e-como-tratar-meutratamento/&gt;. Acesso em 02 de fevereiro de 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Breve introdução a Intensificação de Processos</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 18:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Deyse Lima Agostinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[No meio industrial, a Intensificação de Processos se configura como um aspecto cada vez mais importante a ser considerado. Intensificar um processo significa desenvolver novos métodos e equipamentos que, comparados aos utilizados convencionalmente, sejam capazes de maximizar o processo. Os principais objetivos do processo de intensificação são a diminuição do volume de equipamentos utilizados, da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No meio industrial, a Intensificação de Processos se configura como um aspecto cada vez mais importante a ser considerado. Intensificar um processo significa desenvolver novos métodos e equipamentos que, comparados aos utilizados convencionalmente, sejam capazes de maximizar o processo. Os principais objetivos do processo de intensificação são a diminuição do volume de equipamentos utilizados, da quantidade de energia consumida e dos resíduos formados, o que resulta em tecnologias mais baratas e sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Como mencionado anteriormente, para se intensificar um processo é possível atuar em cima de dois segmentos: os equipamentos e/ou os métodos. No que diz respeito à atuação nos equipamentos, buscam-se novos reatores que realizem a mesma tarefa dos reatores convencionais, porém com uma eficiência maior. Já no que se refere aos métodos, procuram-se novas formas de realizar um processo, e que esta seja mais eficiente que a antiga. Como exemplo, tem-se a integração das etapas de reação e separação, um dos métodos de intensificação com elevada aplicabilidade industrial, pois une, em um único reator, mais de uma etapa. Estes são os chamados reatores multifuncionais, destacando-se, entre eles, os reatores com membrana.</p>
<p style="text-align: justify;">Reatores com membrana são sistemas compostos, como sugerido pelo nome, por um reator e uma membrana, podendo esta última ser fisicamente integrada ao reator ou ser um dispositivo externo à sua estrutura. São muitas as funções que uma membrana pode exercer em um sistema reator-membrana. Dentre elas, ressalta-se: introduzir, separar ou purificar reagentes e/ou produtos; fornecer superfície ou estrutura para o meio reacional; reter o catalisador e aumentar conversão e a seletividade de uma unidade reator-membrana. Estas últimas funções podem ser exemplificadas como se mostra a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Admitindo que, no sistema reator-membrana, ocorra uma reação do tipo A+ B ⇌ C + D, ao se retirar o produto desejado (como, por exemplo, D), pelo Princípio de Le Châtelier, o equilíbrio da reação é deslocado no sentido de formação dos produtos, o que aumenta a conversão global da reação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no mesmo reator e supondo a existência de uma reação paralela do tipo B + D ⇌ E, ao se retirar D, aumenta-se a seletividade reacional para C (ou D), visto que, pelo Princípio de Le Châtelier, o equilíbrio da reação é deslocado no sentido de formação dos reagentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização de reatores com membrana é um método eficiente de intensificação de processos, pois aumenta a conversão de reagentes no produto desejado modificando, apenas, as condições de equilíbrio da reação. Além disso, une diferentes etapas do processo em um único reator, o que diminui o volume de equipamentos utilizados.</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA:</strong></p>
<p>Sobre o paradigma da intensificação de processos. Disponível em: &lt;http://engenharia-quimica.blogspot.com/2011/12/sobre-o-paradigma-da-intensificacao-de.html&gt;. Acesso em 24 de novembro de 2018.</p>
<p>ALVES, S. C. <strong>Reforma a vapor do metano </strong><strong>para a produção de hidrogênio: estudo termodinâmico e protótipo de modelo matemático de reator com membrana</strong>. 2005. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) – Faculdade de Engenharia Química, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.</p>
<p>SILVA, L. C. <strong>Otimização da produção de hidrogênio pela reforma a vapor do metano em reator com membrana laboratorial</strong>. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) – Faculdade de Engenharia Química, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.</p>
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		<title>Descongestionante nasal: um alívio perigoso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 19:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Deyse Lima Agostinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Fumaças, alergias, mudanças climáticas, infecções virais, ácaros, estresse etc. São inúmeros os motivos que contribuem para o mesmo resultado desagradável: o entupimento das narinas. Difícil encontrar quem nunca tenha passado por essa desconfortável experiência, sendo muito comum o uso, mesmo sem prescrição médica, de descongestionantes nasais. Contudo, o alívio gerado por esses medicamentos é momentâneo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fumaças, alergias, mudanças climáticas, infecções virais, ácaros, estresse etc. São inúmeros os motivos que contribuem para o mesmo resultado desagradável: o entupimento das narinas. Difícil encontrar quem nunca tenha passado por essa desconfortável experiência, sendo muito comum o uso, mesmo sem prescrição médica, de descongestionantes nasais. Contudo, o alívio gerado por esses medicamentos é momentâneo e, se não utilizado de forma correta, pode causar várias reações adversas. Aqui, trataremos um pouco sobre o funcionamento e os perigosos gerados pelo uso excessivo desse tipo de medicação.</p>
<p>Como mencionado anteriormente, o nariz entope por diversas razões. Diferentemente do senso comum, não é o acúmulo de muco ou catarro que provoca obstrução, mas sim a dilatação dos vasos sanguíneos que irrigam o nariz. Por causa dessa vasodilatação, ou seja, do aumento da quantidade de sangue que irriga as narinas, o nariz incha, como um mecanismo de defesa do organismo para tentar eliminar o que está causando o problema. A base de nafazolina (ver figura 1), fenoxazolina e oximetazolina, os descongestionantes nasais funcionam como vasoconstritores, ou seja, diminuem o inchaço, facilitando a circulação de ar e gerando um alívio imediato nos sintomas de obstrução.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Estrutura molecular da nafazolina.<br />
<a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/je.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2787"><img class="aligncenter size-full wp-image-2789" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/je.png" alt="je" width="206" height="163" /></a></p>
<p>O problema é que a sensação de alívio tem prazo limitado e logo se sente a necessidade de utilizá-lo novamente. Com o uso contínuo dos descongestionantes, a mucosa nasal passa a absorver traços das substâncias responsáveis pela ação vasoconstritora do medicamento, o que pode provocar problemas cardíacos, como arritmia (alteração do ritmo cardíaco normal). Isso acontece porque essas substâncias simulam os efeitos da adrenalina no corpo.</p>
<p>Outra consequência do uso incorreto desse tipo de medicação é a rinite medicamentosa. Como já explicado, os descongestionantes aliviam os sintomas de obstrução nasal. Com isso, o cérebro interpreta que o muco formado (mecanismo de defesa) está ineficiente e ordena a produção de mais muco. Assim, quando o efeito do descongestionante passa, a obstrução do nariz está em uma situação pior do que antes, levando ao novo uso do remédio. Esta situação formula um estado de obstrução nasal sem secreção denominado de rinite medicamentosa. Além dos efeitos colaterais já mencionados, ainda temos insônia, aumento da pressão arterial, perda de olfato, desobstrução da mucosa nasal, vício, dentre outros.</p>
<p>Em vista do que foi exposto, o uso de descongestionantes nasais deve ser feito com responsabilidade. Especialistas advertem que o uso desse tipo de medicamento não ultrapasse 3 dias consecutivos.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>OLIVEIRA, A. Descongestionante nasal: conheça os riscos e como substituí-lo. Disponível em: &lt;<a href="https://www.dicasonline.com/descongestionante-nasal-riscos/">https://www.dicasonline.com/descongestionante-nasal-riscos/</a>&gt;. Acesso em 28 de julho de 2018.</p>
<p>PATRICIA, K. Descubra porque você está ficando viciado em descongestionantes nasais. Disponível em &lt;<a href="https://diariodebiologia.com/2011/06/como-agem-os-descongestionantes-nasais-e-por-que-eles-viciam/">https://diariodebiologia.com/2011/06/como-agem-os-descongestionantes-nasais-e-por-que-eles-viciam/</a>&gt;. Acesso em 28 de julho de 2018.</p>
<p>SOPRANI, J. O que é Neosoro? Disponível em &lt;<a href="https://biosom.com.br/blog/medicamentos/neosoro/">https://biosom.com.br/blog/medicamentos/neosoro/</a>&gt;. Acesso em 28 de julho de 2018.</p>
<p><strong>Bibliografia das figuras </strong></p>
<p><strong>Figura 1 </strong></p>
<p>Universo da Química. Disponível em: &lt;<a href="http://universechemistry.blogspot.com/2015/11/v-revisao-da-unit.html">http://universechemistry.blogspot.com/2015/11/v-revisao-da-unit.html</a>&gt;. Acesso em 06 de agosto de 2018.</p>
<p><strong>Figura 2 </strong></p>
<p>O arquivo. Alívio perigoso: o vício em descongestionante nasal. Disponível em:&lt;<a href="http://www.oarquivo.com.br/variedades/qualidade-de-vida/4751-al%C3%ADvio-perigoso-o-v%C3%ADcio-em-descongestionantes-nasais.html%20">http://www.oarquivo.com.br/variedades/qualidade-de-vida/4751-al%C3%ADvio-perigoso-o-v%C3%ADcio-em-descongestionantes-nasais.html</a>&gt;. Acesso em 28 de julho de 2018.</p>
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		<title>Galvanoplastia e as bijuterias banhadas a ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 23:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Deyse Lima Agostinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com o Conselho Regional de Química – IV Região, galvanoplastia é um processo químico ou eletroquímico onde ocorre a deposição de uma fina camada de um metal sobre uma superfície, que pode ser metálica ou não. Dentre os muitos objetivos desse processo, destacam-se o embelezamento da peça e a proteção contra a corrosão, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o Conselho Regional de Química – IV Região, galvanoplastia é um processo químico ou eletroquímico onde ocorre a deposição de uma fina camada de um metal sobre uma superfície, que pode ser metálica ou não. Dentre os muitos objetivos desse processo, destacam-se o embelezamento da peça e a proteção contra a corrosão, o que aumenta sua durabilidade. Podendo ser aplicada em diversas áreas, tais como construção civil, informática e automobilismo, a galvanoplastia é uma técnica bastante utilizada pela indústria. Aqui, trataremos sobre o uso desse processo na indústria de semijoias e bijuterias.</p>
<p>É de conhecimento geral que semijoias e bijuterias possuem um preço bem mais acessível do que joias, já que essas são apenas revestidas com um metal nobre, ao invés de serem feitas com ele, como é o caso das joias. Contudo, nem por isso elas deixam de ser bonitas e/ou duradouras. Isso se deve, em grande parte, ao processo de galvanoplastia aplicado a elas, que, em termos técnicos, recebe diferentes nomes dependendo do metal utilizado como revestimento: níquel (niquelação), cromo (cromeação), ouro (douração) etc. Entretanto, no ramo de semijoias e bijuterias, comumente encontramos a associação de galvanoplastia a banho de ouro, o que pode ser explicado pelo fato do ouro ser o metal mais utilizado como revestimento, já que é o mais nobre e, portanto, o mais resistente ao processo de corrosão. Para se alcançar um banho de qualidade, existem muitas etapas a serem seguidas. Porém, de modo geral, é possível explicar o procedimento da forma abordada a seguir.</p>
<p>A técnica utilizada é a eletrólise (processo físico-químico que transforma a energia elétrica em energia química). A peça bruta, normalmente composta de latão (liga metálica constituída de cobre e zinco), fica no eletrodo negativo (cátodo) e a peça com o metal nobre, a utilizada para revestir, fica no eletrodo positivo (ânodo). Os dois eletrodos são mergulhados em uma solução do mesmo metal utilizado para o revestimento. No exemplo apresentado na imagem 1, o anel de alumínio (Al) se encontra no cátodo e a placa de ouro (Au) no ânodo, ambos mergulhados em uma solução de nitrato de ouro III [Au(NO<sub>3</sub>)<sub>3</sub>]. Quando a bateria passa uma corrente elétrica pelo sistema, ocorre a oxidação do ouro no ânodo e a placa começa a se decompor através da reação:</p>
<p>Au<sub>(s)</sub> → Au<sup>3+</sup><sub>(aq.) </sub>+ 3e<sup>&#8211;</sup></p>
<p>Já no cátodo, o ouro se reduz e ocorre a deposição do ouro metálico formado sobre o anel através da reação:</p>
<p>Au<sup>3+</sup><sub>(aq.)</sub> + 3e<sup>&#8211; </sup>→ Au<sub>(s)</sub>.</p>
<div id="attachment_2698" style="width: 333px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/08/111111111.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2697"><img class="size-full wp-image-2698" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/08/111111111.jpg" alt="Figura 1:  Esquema de um tipo de galvanoplastia (douração)." width="323" height="363" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Esquema de um tipo de galvanoplastia (douração).</p></div>
<p>Como é possível observar, a galvanoplastia se configura como uma importante técnica aplicada à indústria de semijoias e bijuterias, ajudando a torná-las mais belas, resistentes e acessíveis a grande parte da população.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas </strong></p>
<p>Brilhe mais. <strong>Banho de ouro: o que é? Descomplicamos para você!</strong> Disponível em &lt; <a href="http://brilhemais.com.br/blog/banho-de-ouro-de-forma-descomplicada/">http://brilhemais.com.br/blog/banho-de-ouro-de-forma-descomplicada/</a> &gt;. Acesso em 29 de julho de 2018.</p>
<p>FOGAÇA, J. R. V. <strong>Galvanoplastia ou eletrodeposição. </strong>Disponível em &lt; <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/galvanoplastia-ou-eletrodeposicao.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/galvanoplastia-ou-eletrodeposicao.htm</a> &gt;. Acesso em 29 de julho de 2018.</p>
<p>Conselho Regional de Química – IV Região. <strong>Tratamentos de superfícies.</strong> Disponível em &lt; <a href="https://www.crq4.org.br/quimicavivatratamento_de_superficies">https://www.crq4.org.br/quimicavivatratamento_de_superficies</a> &gt;. Acesso em 29 de julho de 2018.</p>
<p><strong>Referência bibliográfica imagens </strong></p>
<p><strong>Imagem 1 </strong></p>
<p>FOGAÇA, J. R. V. <strong>Galvanoplastia ou eletrodeposição. </strong>Disponível em &lt; <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/galvanoplastia-ou-eletrodeposicao.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/galvanoplastia-ou-eletrodeposicao.htm</a> &gt;. Acesso em 29 de julho de 2018.</p>
<p><strong>Imagem 2 </strong></p>
<p>Blog by Tinna.<strong> Banho de ouro. </strong>Disponível em &lt;  <a href="http://blog.tinna.com.br/tag/banhodeouro/">http://blog.tinna.com.br/tag/banhodeouro/</a> &gt;. Acesso em 29 de julho de 2018.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Insensibilidade congênita à dor: breve introdução a Síndrome de Riley-Day</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/insensibilidade-congenita-a-dor-breve-introducao-a-sindrome-de-riley-day/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 19:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Deyse Lima Agostinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP), dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada/ relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos. No decorrer da vida, a maioria das pessoas precisa aprender a lidar com muitas dessas indesejáveis experiências. Porém, esta realidade é diferente para os portadores da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a <em>International Association for the Study of Pain </em><em>(IASP), </em>dor é uma <em>e</em>xperiência sensitiva e emocional desagradável associada/ relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos. No decorrer da vida, a maioria das pessoas precisa aprender a lidar com muitas dessas indesejáveis experiências. Porém, esta realidade é diferente para os portadores da Síndrome de Riley-Day, tema já tratado em seriados americanos, como <em>House M.D.</em> e <em>Grey’s Anatomy</em>. Aqui, abordaremos um pouco sobre o que é essa doença, bem como quais são os sintomas mais relevantes enfrentados pelos seus pacientes.</p>
<p>A Síndrome de Riley-Day, também conhecida como dysautonomia familial, é uma desordem do sistema nervoso que prejudica a funcionalidade dos neurônios sensoriais, que são responsáveis por reagir a estímulos externos. Por conta disso, os indivíduos portadores dessa doença são insensíveis a qualquer estímulo de dor, podendo também apresentar sintomas como desenvolvimento lento, incapacidade de produzir lágrimas, complicações para se alimentar, situações prolongadas de vômitos, convulsões, escoliose, hipertensão, dentre outros.</p>
<p>Essa é uma doença hereditária autossômica recessiva, ou seja, homens e mulheres possuem as mesmas chances de desenvolver, basta que tenham herdado um gene defeituoso de cada um dos pais. Possui incidência extremamente baixa, afetando entre 1 e 9 a cada 1.000.000 pessoas. Para efeitos de comparação, o albinismo, que também é uma doença autossômica recessiva, atinge uma em cada 20.000 pessoas.</p>
<p>Ao contrário do senso comum, não sentir dor é prejudicial ao organismo, visto que a dor é uma forma do nosso corpo nos alertar de que algo não está funcionando corretamente. Consequentemente, os portadores dessa síndrome costumam morrer jovens (aproximadamente aos 30 anos) como resultado de acidentes propícios a acontecer devido à falta de dor. O diagnóstico é feito por meio de exames físicos que comprovam a inexistência de reflexos e de respostas à aplicação de histamina, bem como a indiferença dos pacientes a qualquer tipo de estímulo (calor, frio, dor e pressão).</p>
<p>A síndrome de Riley-Day ainda não possui cura. Seu tratamento é realizado utilizando-se anticonvulsivos, antieméticos, colírio ocular para evitar o ressecamento e atenção constante para com os pacientes, objetivando protegê-los de lesões que podem se tornar sérias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2571" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/05/Sem-título.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2567"><img class="size-full wp-image-2571" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/05/Sem-título.png" alt="Imagem 1: (ENGENHOSIDADE. Uma vida sem dor. Disponível em: . Acesso em 07 de maio de 2018.)" width="565" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1: (ENGENHOSIDADE. Uma vida sem dor. Disponível em: &lt; https://estranhosidade.wordpress.com/tag/insensibilidade-congenita-a-dor/ &gt;. Acesso em 07 de maio de 2018.)</p></div>
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<p>Referências<br />
DA SILVA, J. M.; DA SILVA, M. G. D. C.; DE QUEIROZ, M. E. V. A.; DE ALMEIRDA, M. P. I.; DE LIMA MENDONÇA, R. &amp; DOS SANTOS, C. R. B. (2016). SÍNDROME DE RILEY-DAY. Encontro de Extensão, Docência e Iniciação Científica (EEDIC), 2016. Disponível em: &lt; http://publicacoesacademicas.fcrs.edu.br/index.php/eedic/article/view/700/492 &gt;. Acesso em 29 de abril de 2018.<br />
DOS SANTOS, V. Albinismo. Disponível em: &lt; https://biologianet.uol.com.br/doencas/albinismo.htm &gt;. Acesso em 29 de abril de 2018.<br />
SILVEIRA, C.; STASIAK, V. O que é Genética, Hereditária, Autossômica e Recessiva? Disponível em: &lt; http://unidospelavida.org.br/o-que-e-genetica-hereditaria-autossomica-e-recessiva/ &gt;. Acesso em 29 de abril de 2018.<br />
TEIXEIRA, M. J. O que é Dor? Capítulo Brasileiro da Internacional Association for the Study of PAin – IASP. Disponível em: &lt; http://www.sbed.org.br/materias.php?cd_secao=76 &gt;. Acesso em 29 de abril de 2018.</p>
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