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	<title>PET Química UFC &#187; Dayane Mendes</title>
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		<title>18 de junho &#8211; Dia do Químico</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2019 16:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dayane Mendes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3594" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/06/a-quimica-do-nosso-dia-a-dia-300x171.jpg" alt="dia_do_quimico" width="300" height="171" /></p>
<p style="text-align: justify;">              O exercício da profissão do químico já havia sido regulamentado pelo decreto-lei nº 24.693 de 12 de julho de 1934 quando o então Presidente da República do Brasil, Juscelino Kubistchek, promulgou em 18 de junho de 1956, a Lei 2.800/56, conhecida como “Lei <em>Mater</em> dos Químicos”, que dispunha sobre a criação dos Conselhos Estaduais e do Conselho Federal de Química e do reconhecimento da profissão de químico.  Desde então o dia do Químico passou a ser comemorado no dia 18 de junho em alusão à data da promulgação. Segundo a legislação, são profissionais da química: técnicos, licenciados, bacharéis, tecnólogos, químicos industriais e engenheiros químicos.</p>
<p style="text-align: justify;">           Nesse dia tão importante para a valorização do químico, é necessário conhecer um pouco sobre a atuação desse profissional que é indispensável. O profissional da química está presente não só em laboratórios de pesquisa ou salas de aula, mas também em indústrias alimentícias, cosméticas, farmacêuticas, têxteis, metalúrgicas entre outras. Os processos químicos fazem parte de quase tudo em nosso cotidiano e estão presentes na fabricação de xampus, na cor da tinta que escolhemos para pintar o quarto, na produção de medicamentos, na fermentação do iogurte e do pão.</p>
<p style="text-align: justify;">            O trabalho incansável dos químicos ao longo do tempo foi responsável por incontáveis melhorias na qualidade de vida do ser humano. Diversas descobertas impactaram positivamente a vida das pessoas, em contrapartida a inserção cada vez maior de produtos industrializados tem gerado problemas com os quais os químicos têm de lidar, por exemplo, os resíduos que resultam dos processos industriais. Muitos profissionais da química destacam-se como aliados na busca da sustentabilidade, sinalizando que é possível alcançar o desenvolvimento observando os princípios éticos e ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Referências Bibliográficas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONSELHO FEDERAL DE QUÍMICA</strong>. Legislação. Disponível em: http://cfq.org.br/leis/. Acesso em: 15/06/2019.</p>
<p style="text-align: justify;">SER QUÍMICA. <strong>18 de junho dia do químico</strong>. Disponível em: http://www.serquimica.com.br/noticias/18-de-junho-dia-do-quimico/. Acesso em: 10/06/2019.</p>
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		<title>Células Imortais: a incrível história de Henrietta Lacks</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dayane Mendes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[      Henrietta Lacks foi uma mulher negra norte-americana nascida em Roanoke, no estado da Virgínia, em 1 de agosto de 1920. Casou-se com David Lacks, com quem teve cinco filhos. Teve a vida abreviada por um câncer de colo do útero, falecendo em 4 de outubro de 1951, aos 31 anos. O que pareceria a história [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">      Henrietta Lacks foi uma mulher negra norte-americana nascida em Roanoke, no estado da Virgínia, em 1 de agosto de 1920. Casou-se com David Lacks, com quem teve cinco filhos. Teve a vida abreviada por um câncer de colo do útero, falecendo em 4 de outubro de 1951, aos 31 anos. O que pareceria a história de uma mulher humilde que padeceu de uma morte precoce se transformou em um dos maiores avanços da biotecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">      Em janeiro de 1951, Henrietta Lacks deu entrada no Hospital Johns Hopkins, onde recebeu o diagnóstico de câncer de colo do útero. Durante o tratamento com radioterapia foram coletadas, sem autorização, duas amostras do cérvix de Henrietta. O tumor não cedeu ao tratamento, a levando à morte. As amostras de suas células foram enviadas ao laboratório do Dr. George Gey, que fazia pesquisas com células cancerosas.</p>
<div id="attachment_3134" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/bs-hs-henrietta-lacks-family-feud-20170321-e1552399667373.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3111"><img class="wp-image-3134 size-full" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/bs-hs-henrietta-lacks-family-feud-20170321-e1552399667373.jpg" alt="Pintura de Kim Hairston" width="400" height="669" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: THE BALTIMORE SUN, 2017.</p></div>
<p style="text-align: justify;">       Dr. George Gey já havia tentado por 30 anos cultivar células cancerosas em laboratório, contudo não havia logrado êxito. Ao analisar a amostra, Dr. Gey percebeu que elas tinham a característica única de se reproduzirem a uma taxa altíssima e indefinidamente. Essa descoberta acelerou as pesquisas que dependiam do cultivo de células em laboratório, permitindo o desenvolvimento da vacina da poliomielite. As células imortais de Henrietta Lacks foram batizadas de HeLa e até hoje são usadas nas mais diversas pesquisas pelo mundo, já tendo sido inclusive levadas à missões espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">      As células HeLa foram as primeiras a serem compartilhadas entre laboratórios, sendo inclusive vendidas. Somente por volta de 1973 a família de Henrietta tomou conhecimento de que suas células vinham sendo usadas para pesquisas médicas desde sua morte.  A essa altura as células HeLa já haviam sido comercializadas no mundo todo e a família de Henrietta Lacks passou a cobrar uma indenização e exigir reconhecimento por sua contribuição à pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">       Em 1996, o prefeito de Atlanta, nos Estados Unidos, declarou a data de 11 de outubro como dia Henrietta Lacks. Foi justamente nessa data que ocorreu a primeira Conferência HeLa de Saúde da Mulher, evento no qual Henrietta Lacks foi reconhecida como heroína científica.</p>
<p style="text-align: justify;">Referências Bibliográficas:</p>
<p style="text-align: justify;">BBC. A história da mulher com células imortais que salvam vidas há 60 anos. <strong>BBC</strong>,<strong> </strong>12 mar. 2017. Disponível em:  <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39248764">https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39248764</a>. Acesso em: 10/03/2019.</p>
<p style="text-align: justify;">WIKIPEDIA.<strong> Henrietta Lacks</strong>. Disponível em: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrietta_Lacks">https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrietta_Lacks</a>. Acesso em: 10/03/2019.</p>
<p>MCDANIELS, A. K. Son of Henrietta Lacks says Oprah, HBO exploiting his mother&#8217;s memory. <strong>The Baltimore Sun</strong>. Baltimore, 21 mar. 2017. Disponível em: https://www.baltimoresun.com/entertainment/tv/z-on-tv-blog/bal-henrietta-lacks-son-includes-oprah-hbo-complaints-20170320-story.html. Acesso em: 12/03/2019.</p>
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