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	<title>PET Química UFC &#187; Dalton Mendes de Abreu</title>
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		<title>IBM RXN For Chemistry: Uma ferramenta auxiliar no estudo de sínteses orgânicas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 16:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[            Estudar reações em química orgânica seja folheando as páginas do livro didático ou escrevendo moléculas e reações à mão, pode tomar muito tempo. Mas existem ferramentas que podem ajudar no aprendizado. Uma delas é a IBM RXN For Chemistry, que é uma ferramenta virtual que utiliza inteligência artificial para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">            Estudar reações em química orgânica seja folheando as páginas do livro didático ou escrevendo moléculas e reações à mão, pode tomar muito tempo. Mas existem ferramentas que podem ajudar no aprendizado. Uma delas é a IBM RXN For Chemistry, que é uma ferramenta virtual que utiliza inteligência artificial para prever produtos de sínteses orgânicas.</p>
<p style="text-align: justify;">        Com esta ferramenta, é possível desenhar moléculas e reações de vários tipos e salvá-las, posteriormente em um banco dados. Para isso, basta fazer o login, clicar no botão Start New Project na tela inicial e depois clicar no botão Open Workspace. Então será aberta uma área para desenho como mostra a Figura 1:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 1:</strong> Móleculas desenhadas utilizando a área de desenho do IBM RXN For Chemistry</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5081"><img class="aligncenter size-full wp-image-5084" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/1.png" alt="1" width="588" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Fonte: </strong>Autor</p>
<p style="text-align: justify;">              Após desenhar uma reação, ao clicar no botão New Reaction no canto superior direito, a plataforma fará uma simulação, prevendo possíveis produtos para a reação desenhada como mostra a Figura 2:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 2:</strong> Reação de halogenação feita utilizando a plataforma IBM RXN For Chemistry</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/2.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5081"><img class="aligncenter size-full wp-image-5085" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/2.png" alt="2" width="567" height="269" /></a><strong>Fonte:</strong> IBM RXN For Chemistry</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">            Há também o modo Challenge (Desafio), no qual você pode treinar seus conhecimentos respondendo desafios desenhando os produtos de reações propostas pela plataforma como mostra a Figura 3:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 3:</strong> Modo Challenge do IBM RXN For Chemistry</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/3.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5081"><img class="aligncenter size-full wp-image-5086" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/12/3.png" alt="3" width="565" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Fonte:</strong> IBM RXN For Chemistry</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">              Abaixo da reação, há um espaço para desenhar os produtos. Depois disso, basta clicar no botão Submit result para saber se a molécula desenhada é a resposta correta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">               A plataforma também conta com um sistema de feedbacks, onde é possível avaliar se o produto realmente é o esperado para a reação. IBM RXN For Chemistry é uma ferramenta gratuita, não precisa ser instalada no computador e, para ter acesso a ela, basta fazer login utilizando sua conta do Google ou do Facebook ou então fazer o seu cadastro no site da plataforma que pode ser acessado pelo link <a href="https://rxn.res.ibm.com/">https://rxn.res.ibm.com/</a></p>
<p>Bons estudos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="https://rxn.res.ibm.com/">https://rxn.res.ibm.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os ácidos mais fortes do mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2020 00:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a sua vida, você com certeza deve ter conhecido os ácidos. Dentre eles os fracos como o ácido acético (CH3COOH), presente no vinagre, e os fortes como o ácido sulfúrico (H2SO4). Mas, nos laboratórios, os químicos também trabalham com o que chamam de superácidos, que são incrivelmente corrosivos e perigosos, mas também podem ser [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante a sua vida, você com certeza deve ter conhecido os ácidos. Dentre eles os fracos como o ácido acético (CH<sub>3</sub>COOH), presente no vinagre, e os fortes como o ácido sulfúrico (H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>). Mas, nos laboratórios, os químicos também trabalham com o que chamam de superácidos, que são incrivelmente corrosivos e perigosos, mas também podem ser a chave para a criação de plásticos melhores e do combate à poluição em cidades do mundo inteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Superácidos são quaisquer ácidos mais fortes do que o ácido sulfúrico 100%. Um exemplo é o ácido perclórico (HClO<sub>4</sub>), capaz de doar um íon H<sup>+</sup> para o ácido sulfúrico, cuja reação está ilustrada na equação química abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HClO<sub>4</sub> + H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> → H<sub>3</sub>SO<sub>4</sub><sup>+</sup> + ClO<sub>4</sub><sup>&#8211;</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do ácido perclórico ser considerado um  dos superácidos, a maioria deles possui força da ordem de 10<sup>7</sup> a 10<sup>19</sup> vezes maior do que a do ácido sulfúrico puro, como o ácido fluoroantimônico (HSbF<sub>6</sub>), o ácido mais forte já criado, que atinge um pH de -31,3 e é cerca de 2,0.10<sup>19</sup> vezes mais forte do que o ácido sulfúrico puro. A reação abaixo mostra como ele é formado:</p>
<p>HF + SbF<sub>5</sub> → H<sup>+</sup> SbF<sub>6</sub><sup>&#8211;</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cientistas de Harvard já falavam em superácidos em 1927, mas o seu estudo passou a ter maior relevância a partir de 1960. George Olah, químico húngaro naturalizado estadunidense, ganhou o Prêmio Nobel de Química em 1994 graças aos seus estudos com carbocátions, intermediários reacionais que possuem um carbono com carga positiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suas pesquisas, Olah verificou que uma mistura de ácido fluorosulfonico (HSO<sub>3</sub>F) com pentafluoreto de antimônio (SbF<sub>5</sub>), é capaz de protonar alcanos, criando carbocátions estáveis. A Figura 1 ilustra esse processo:</p>
<table style="height: 38px;" width="258">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>   Figura 1:</strong> Protonação de alcanos.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/08/DALTON-IMAGEM.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5013"><img class="aligncenter size-full wp-image-5014" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/08/DALTON-IMAGEM.png" alt="DALTON IMAGEM" width="568" height="326" /></a><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/08/DALTON-IMAGEM.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5013"><br />
</a><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/08/DALTON-IMAGEM.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group5013"><br />
</a></p>
<table width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>      Fonte:</strong> OLAH, 1968</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A estabilização desses carbocátions permitiu que eles fossem utilizados como catalizadores em reações orgânicas além de poder ser estudados com maior profundidade por meio de técnicas como a espectroscopia de infravermelho e ressonância magnética nuclear.</p>
<p style="text-align: justify;">Superácidos também podem ser aplicados na conversão de hidrocarbonetos lineares em ramificados. Hidrocarbonetos lineares de baixa octanagem, em presença de superácidos, são convertidos em hidrocarbonetos ramificados, de maior octanagem, aumentando o rendimento da queima do combustível.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros pesquisadores também descobriram alguns superácidos capazes de se ligar aos óxidos de nitrogênio que são liberados no escapamento dos carros, impedindo que esses gases sejam liberados para a atmosfera, reduzindo a ocorrência da chuva ácida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ácidos tão fortes como estes dissolvem, vidro e outros materiais orgânicos com muita facilidade. Para armazenar o ácido fluoroantimônico, por exemplo, é preciso utilizar frascos de PTFE (politetrafluoretileno), mais conhecido como Teflon®.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>OLAH, G. A.; SCHLOSBERG, R. H. Chemistry in super acids. I. Hydrogen exchange and polycondensation of methane and alkanes in FSO3H-SbF5 (″magic acid″) solution. Protonation of alkanes and the intermediacy of CH5 + and related hydrocarbon ions. The high chemical reactivity of ″paraffins″ in ionic solution reactions. J. Am. Chem. Soc. <strong>1968</strong>, 90, 2726−2727.</p>
<p>HELEN, S.; JOOS, L.; PARAC-VOGT, T. N.; SPEYBROECK, V. V.; KIRSCHHOCK, C. E. A.; MARTENS, J. A. Entropy-Driven Chemisorption of NOx on Phosphotungstic Acid. Angewandte Chemie International Edition, <strong>2012</strong>, 51, 11010–11013.</p>
<p>HELMENSTINE, A. M. &#8220;What Is the World&#8217;s Strongest Superacid?&#8221; <strong>ThoughtCo</strong>, 2020. Disponível em &lt;<a href="https://www.thoughtco.com/the-worlds-strongest-superacid-603639">https://www.thoughtco.com/the-worlds-strongest-superacid-603639</a>&gt; Acesso em: 26 de agosto de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><sup> </sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como funcionam os Antivirais?</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/como-funcionam-os-antivirais/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2020 15:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[Os antivirais são uma classe de medicamentos utilizados ​​para tratar infecções virais minimizando os sintomas, a infectividade, e reduzindo o tempo de duração da doença. Esses medicamentos agem impedindo o ciclo de replicação do vírus em várias etapas. Como as fases iniciais da infecção viral são usualmente assintomáticas, o tratamento geralmente só é feito quando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os antivirais são uma classe de medicamentos utilizados ​​para tratar infecções virais minimizando os sintomas, a infectividade, e reduzindo o tempo de duração da doença. Esses medicamentos agem impedindo o ciclo de replicação do vírus em várias etapas. Como as fases iniciais da infecção viral são usualmente assintomáticas, o tratamento geralmente só é feito quando a doença já está em estágios mais avançados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os fármacos antivirais podem ser agrupados de acordo com o seu modo de ação. Os grupos principais são:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Inibidores nucleosídicos da transcriptase reversa:</b><span style="font-weight: 400;"> Depois de sofrerem fosforilação por enzimas intracelulares, estes inibidores competem com nucleosídios naturais, sendo incorporados preferencialmente pela transcriptase reversa do novo DNA viral, impedindo o alongamento da cadeia e consequentemente, a sua replicação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os principais fármacos desta lista são o Abacavir, Didanosina, Estavudina, Lamivudina, Zidovudina e Tenofovir.</span></p>
<p><b>Inibidores não nucleosídicos:</b><span style="font-weight: 400;"> Também inibem a enzima transcriptase se incorporando a cadeia de DNA do vírus. Exemplos: Efavirenz, Etravirina e Nevirapina.</span></p>
<p><b>Inibidores da protease: </b><span style="font-weight: 400;">Estes inibidores impedem que proteínas inertes sejam quebradas pela protease para produzir proteínas ativas necessárias para que a infecção aconteça. Alguns exemplos de inibidores das proteases são: Darunavir, Fosamprenavir, Indinavir, Ritonavir, Saquinavir ,Tipranavir e Lopinavir.</span></p>
<p><b>Inibidores da DNA-polimerase:</b><span style="font-weight: 400;"> Inibem a síntese do DNA viral e interrompem o alongamento de sua cadeia. O Aciclovir, Penciclovir, Foscarnete e o Cidoforvir são exemplos dessa classe.</span></p>
<p><b>Inibidores da desmontagem da cápsula do vírus: </b><span style="font-weight: 400;">Exemplo:Amantadina.</span></p>
<p><b>Inibidores da neuraminidase</b><span style="font-weight: 400;">: Impedem que os vírus saiam das células infectadas para infectar células vizinhas.Exemplo: Oseltamivir. A Figura 1 ilustra a interação entre a neuraminidase e os inibidores e anticorpos.</span></p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Neuramidase ligada a inibidor (esquerda) e ligada a anticorpos (direita)</p>
<div id="attachment_4860" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-1-1-e1589555359498.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4859"><img class="size-full wp-image-4860" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-1-1-e1589555359498.png" alt="Fonte: Blog H1N1 Biblioteca Virtual de Saúde" width="500" height="257" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Blog H1N1 Biblioteca Virtual de Saúde</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Inibidores da integrase: </b><span style="font-weight: 400;">Impedem a incorporação do DNA viral ao genoma do hospedeiro. Exemplo: Ratelgravir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Inibidores da entrada viral: </b><span style="font-weight: 400;">Impedem que o vírus entre na célula hospedeira bloqueandoreceptores presentes em sua superfície. Exemplo: Maraviroc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Imunomoduladores: </b><span style="font-weight: 400;">Reforçam as defesas do hospedeiro. Exemplo:Interferonas e inosinapranobex)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Imunoglobulina: </b><span style="font-weight: 400;">Contém anticorpos que neutralizam vários vírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Figura 2 mostra fórmulas químicas de alguns dos fármacos mais conhecidos:</span></p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Fórmulas químicas de alguns fármacos antivirais</p>
<div id="attachment_4867" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-21.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4859"><img class="size-large wp-image-4867" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-21-1024x725.png" alt="Fonte: Autor" width="1024" height="725" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Autor</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferentes fármacos podem ser utilizados no combate à infecção a depender do tipo de vírus em questão. A Figura 3 mostra alguns antivirais atuando em etapas do ciclo de reprodução do vírus do HIV:</span></p>
<p style="text-align: center;">Figura 3<span style="font-weight: 400;">: Ação de alguns antivirais no ciclo de reprodução do vírus do HIV</span></p>
<div id="attachment_4862" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-3.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group4859"><img class="size-full wp-image-4862" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2020/05/Figura-3.jpg" alt="Fonte: Medinananet" width="584" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Medinananet</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Atualmente, a terapia antiviral está disponível apenas para um número limitado de infecções. Grande parte dos medicamentos antivirais atualmente disponíveis é usada para tratar infecções causadas pelo HIV, vírus do herpes, vírus da hepatite B e C e vírus influenza A e B. Além disso, algumas doenças, como a hepatite C não podem ser tratadas com apenas um tipo de fármaco. Várias pesquisas estão sendo feitas em todo o mundo para encontrar um possível tratamento para o coronavírus. Dentre eles estão os tratamentos com ivermectina, cloroquina e favipiravir. Apesar de alguns deles terem apresentado bons resultados em testes in vitro, nenhum deles possui eficácia comprovada e aprovada para o combate ao COVID-19.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios, que dependem de células de um hospedeiro adequado para completarem o seu ciclo de vida, e, por esse motivo, é difícil encontrar medicamentos que interfiram na sua replicação sem danificar também as células do hospedeiro. Ao contrário de outros antimicrobianos, os medicamentos antivirais não desativam ou destroem o micróbio (neste caso, o vírus), mas agem inibindo a replicação. Dessa forma, eles impedem que a quantidade do vírus no organismo aumente até o ponto em que haja patogênese, permitindo que as próprias defesas do corpo neutralizem o vírus. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">AMBOSS, team. “Antiviral agents” Disponível em &lt;</span><a href="https://www.amboss.com/us/knowledge/Antiviral_agents?fbclid=IwAR2OPU7GlAQy_621-kQap8iX9djx9yX0AuS_v4OXUDAJa58vI2gdBsjgKJ0"><span style="font-weight: 400;">https://www.amboss.com/us/knowledge/Antiviral_agents?fbclid=IwAR2OPU7GlAQy_621-kQap8iX9djx9yX0AuS_v4OXUDAJa58vI2gdBsjgKJ0</span></a><span style="font-weight: 400;">&gt;. Acesso em 01 de maio de 2020</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">BATISTA, J. C. R. </span><b>Mecanismos de Acção de Substâncias Antivirais</b><span style="font-weight: 400;">. 2011. 100 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) – Universidade Fernando Pessoa, Porto, 2011.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">IAMARINO, Atila. Molécula do mês apresenta: Hemaglutinina e Neuraminidase. </span><b>Blog H1N1</b><span style="font-weight: 400;">, 2009. Disponível em: &lt;</span><a href="http://blog.h1n1.influenza.bvsalud.org/pt/2009/09/08/molecula-do-mes-apresenta-hemaglutinina-e-neuraminidase/"><span style="font-weight: 400;">http://blog.h1n1.influenza.bvsalud.org/pt/2009/09/08/molecula-do-mes-apresenta-hemaglutinina-e-neuraminidase/</span></a><span style="font-weight: 400;">&gt;. Acesso em: 01 de maio de 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">RANG, H. P. et al. </span><b>Rang&amp;Dale Farmacologia</b><span style="font-weight: 400;">. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">REIS, Fábio.</span> <span style="font-weight: 400;">Ivermectina inibe a replicação do Coronavírus SARS-CoV-2 in vitro. </span><b>Pfarma</b><span style="font-weight: 400;">, 2020. Disponível em:&lt;</span><a href="https://pfarma.com.br/coronavirus/5389-ivermectina-covid19.html"><span style="font-weight: 400;">https://pfarma.com.br/coronavirus/5389-ivermectina-covid19.html</span></a><span style="font-weight: 400;">&gt; Acesso em: 04 de maio de 2020</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Reação de Maillard nos alimentos: uma breve introdução</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/reacao-de-maillard-nos-alimentos-uma-breve-introducao/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/reacao-de-maillard-nos-alimentos-uma-breve-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 17:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.petquimica.ufc.br/?p=3628</guid>
		<description><![CDATA[&#160; A Reação de Maillard, em homenagem a Louis-Camille Maillard, que a descreveu pela primeira vez em 1912, ocorre quando aminoácidos e açúcares redutores reagem, no aquecimento, e desencadeiam uma sequência de reações que produzem compostos que causam escurecimento não enzimático nos alimentos e dão a eles o seu sabor e aroma característicos. A reação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Reação de Maillard, em homenagem a Louis-Camille Maillard, que a descreveu pela primeira vez em 1912, ocorre quando aminoácidos e açúcares redutores reagem, no aquecimento, e desencadeiam uma sequência de reações que produzem compostos que causam escurecimento não enzimático nos alimentos e dão a eles o seu sabor e aroma característicos.</p>
<p>A reação ocorre em três etapas principais:</p>
<p>1 &#8211; Formação do N glicosídeo (Base de Schiff)</p>
<div id="attachment_3646" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/glicosilamina.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3628"><img class="size-full wp-image-3646" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/glicosilamina.png" alt="Figura 1. Formação da base de Schiff. Adaptado de PENG et al., 2011" width="940" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1. Formação da base de Schiff. Adaptado de PENG et al., 2011</p></div>
<p>2 – A glicosilamina, instável, sofre o Rearranjo de Amadori, formando cetoseamina</p>
<div id="attachment_3645" style="width: 874px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/cetoseamina.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3628"><img class="size-full wp-image-3645" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/cetoseamina.png" alt="Figura 2. Rearranjo de Amadori. Adaptado de PENG et al., 2011" width="864" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2. Rearranjo de Amadori. Adaptado de PENG et al., 2011</p></div>
<p>3 – As cetoseaminas podem reagir formando outros produtos como diacetil, piruvaldeído, polímeros marrons nitrogenados, redutonas e melanoidinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acima da temperatura de 40°C, começam a se formar os produtos da reação. Quanto maior a temperatura, mais produtos são formados e mais perceptíveis eles se tornam nos alimentos. As melanoidinas são responsáveis pela cor marrom da carne assada e das cascas de pão, enquanto cetonas e aldeídos dão seu aroma e sabor.<a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/torradas.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3628"><br />
</a></p>
<div id="attachment_3630" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/torradas.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3628"><img class="size-medium wp-image-3630" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/07/torradas-300x226.jpg" alt="Figura 3. As melanoidinas causam o escurecimento do pão quando ele é assado. Fonte: Jornal Momento Químico." width="300" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3. As melanoidinas causam o escurecimento do pão quando ele é assado. Fonte: Jornal Momento Químico.</p></div>
<p>Apesar disso, as mudanças que ocorrem por causa da Reação de Maillar também causam diminuição da solubilidade e do valor nutricional das proteínas e podem causar efeitos indesejados em outros alimentos como o amarelamento do leite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p>TOLÊDO, Ju. Para Emagrecer, Torrada é Melhor que Pão: Verdade ou Mentira? Disponível em: &lt;cookie.com.br/emagrecer-torrada-melhor-pao/&gt;. Acessado pela última vez em19 de Julho de 2019.</p>
<p>Autor desconhecido. Reação de Maillard. Disponível em: &lt;ufrgs.br/alimentus1/pao/fabricação/fab_assamento_maillard.htm&gt;. Acessado pela última vez em19 de Julho de 2019.</p>
<p>TREVISAN, A. J. B. <strong>Formação de produtos da reação de Maillard em carne bovina (<em>Semimembranosus</em>) submetida a diferentes técnicas de cocção</strong>. 2015. 97f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Técnicas de Estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2019 19:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[À medida que se progride na vida acadêmica, as exigências aumentam cada vez mais. Por isso, se faz necessário um uso mais eficiente do tempo. Técnicas de estudo vêm sendo desenvolvidas ao longo dos anos para este fim. Dentre elas podemos citar: Resumos Escrever resumos após a aula ou estudar um conteúdo, é uma excelente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que se progride na vida acadêmica, as exigências aumentam cada vez mais. Por isso, se faz necessário um uso mais eficiente do tempo. Técnicas de estudo vêm sendo desenvolvidas ao longo dos anos para este fim. Dentre elas podemos citar:</p>
<p><strong>Resumos</strong></p>
<p>Escrever resumos após a aula ou estudar um conteúdo, é uma excelente forma de fixar o assunto estudado. Recomenda-se que sejam escritos consultando-se apenas a memória, forçando a mente a lembrar o conteúdo e exigindo mais do cérebro, para um melhor aprendizado. Em 1620, Bacon escreveu:</p>
<p>“Se você ler um pedaço de texto por vinte vezes, não o aprenderá de cor tão facilmente como se tivesse lido dez vezes enquanto tentava recitar de tempos em tempos e consultando o texto quando sua memória falhasse&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1: Resumo.</p>
<div id="attachment_3284" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/fazendo-resumo-a-mao-e1556910326755.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3283"><img class="size-full wp-image-3284" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/fazendo-resumo-a-mao-e1556910326755.jpg" alt="Fonte: Concurseiros da madrugada." width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Concurseiros da madrugada.</p></div>
<p>Alguns estudos apontam os resumos como a forma mais eficaz de aprender. Entretanto, não são viáveis caso haja muitos conteúdos a serem estudados durante o dia. Um aluno que tenha que estudar seis matérias durante o dia teria que escrever o mesmo número de resumos no mesmo dia, o que nem sempre é possível. Além disso, não é uma técnica viável caso o dia da prova esteja próximo. Por isso, recomenda-se que essa técnica seja utilizada para uma parte das matérias e quando se tem um espaço de tempo longo até a prova.</p>
<p><strong>Flashcards</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Flashcards.</p>
<div id="attachment_3285" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/Flashcards-e1556910512469.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3283"><img class="size-full wp-image-3285" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/Flashcards-e1556910512469.jpg" alt="Fonte:  Tex.stackexchange." width="500" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Tex.stackexchange.</p></div>
<p>São cartões que contem perguntas na frente e a resposta no verso. Podem ser montados com papel ou por meio de aplicativos e softwares como o Brainscape e o Anki. Uma boa estratégia é montar um baralho de flashcards por assunto e selecionar uma pequena porção das cartas para estudar em dias espaçados. Espaçar o estudo ajuda a memória de longo prazo a fixar o conteúdo e reduzir os efeitos da curva de esquecimento. Vale ressaltar que quantidades enormes de flashcards não equivalem a qualidade. É preciso escolher perguntas referentes as partes essenciais do conteúdo, para que o método seja eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resolução de Exercícios</strong></p>
<p>É uma das técnicas mais comuns especialmente para alunos de ciências exatas e concurseiros. É a técnica ideal para aqueles que farão prova dentro de poucos dias. Porém, é preciso cuidado para não se desmotivar durante a resolução de exercícios. Questões fáceis demais dão uma falsa sensação de domínio do conteúdo enquanto questões difíceis, a de que não se sabe nada, gerando tédio e frustração respectivamente. Por isso, é importante equilibrar o nível dos exercícios com a habilidade em resolvê-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Figura 3: Exemplo de resolução de exercícios.</p>
<div id="attachment_3288" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/Maneiras-de-estudar-saiba-como-estudar-através-de-exercícios-e1556910608665.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3283"><img class="size-full wp-image-3288" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/05/Maneiras-de-estudar-saiba-como-estudar-através-de-exercícios-e1556910608665.jpg" alt="Fonte: Passei Direto." width="500" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Passei Direto.</p></div>
<p>É importante lembrar que o estudante pode, com certeza, aprender por qualquer método, caso tenha muito tempo para estudar. No fim das contas, o que importa mesmo é estudar. Como diz um grande santo,</p>
<p>“Se tens de servir a Deus com a tua inteligência, para ti estudar é uma obrigação grave”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>ROCHA, Mateus. Rotina de Estudos: Como se motivar para aprender o conteúdo? Disponível em:&lt;<a href="https://pebmed.com.br/rotina-de-estudos-como-se-motivar-para-aprender-o-conteudo/">https://pebmed.com.br/rotina-de-estudos-como-se-motivar-para-aprender-o-conteudo/</a>&gt;  Acessado pela última vez em 02 de maio de 2019.</p>
<p>ROCHA, Mateus. Residência médica: Porquê estudar fazendo questões é tão essencial? Disponível em: &lt;<a href="https://pebmed.com.br/residencia-medica-por-que-estudar-resolvendo-questoes-e-tao-essencial/">https://pebmed.com.br/residencia-medica-por-que-estudar-resolvendo-questoes-e-tao-essencial/</a>&gt; Acessado pela última vez em 02 de maio de 2019.</p>
<p>Saiba o que são flashcards e como eles podem te ajudar no Enem. Disponível em:&lt;<a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/enem/saiba-o-que-sao-flashcards-e-como-eles-podem-te-ajudar-no-enem">https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/enem/saiba-o-que-sao-flashcards-e-como-eles-podem-te-ajudar-no-enem</a>&gt;. Acessado pela última vez em 02 de maio de 2019.</p>
<p>ESCRIVÁ, J. Caminho. 1ª ed. São Paulo. Quadrante, 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Química dos Cremes Dentais</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/a-quimica-dos-cremes-dentais/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 22:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[A preocupação com a higiene bucal existe desde a antiguidade. O creme dental mais antigo de que se tem registro era feito a partir de uma mistura de sal, pimenta, folhas de menta e folhas de íris e era utilizado pelos egípcios desde o ano 5000 a.C,. Mas foi só no século XIX que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A preocupação com a higiene bucal existe desde a antiguidade. O creme dental mais antigo de que se tem registro era feito a partir de uma mistura de sal, pimenta, folhas de menta e folhas de íris e era utilizado pelos egípcios desde o ano 5000 a.C,. Mas foi só no século XIX que o creme dental moderno foi criado pelo dentista americano Washington Wentworth Sheffield que foi, posteriormente, aprimorado pelo seu filho Lucas Sheffield e seu uso começou a se popularizar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> Figura 1: Creme dental desenvolvido pelo Dr. Sheffield.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/figure1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2937"><img class="aligncenter size-full wp-image-2938" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/figure1.jpg" alt="figure1" width="540" height="688" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: News.softpedia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As pastas dentais que utilizamos atualmente tem uma composição aproximada de 20-55% de abrasivos, 15-25% de água, 0,2-0,3% de fluoreto, 20-35% de umectantes, 1-3% de tensoativos, 1-3% de espessantes e 1-2% de flavorizantes. Conservantes e corantes são adicionados em quantidades inferiores a 1%. Algumas pastas específicas podem conter clareadores químicos, agentes para redução de sensibilidade e redução de tártaro.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2: Marcas conhecidas de pasta de dentes.</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/figure2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2937"><img class="aligncenter size-full wp-image-2939" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/12/figure2.jpg" alt="figure2" width="360" height="460" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Ortoblog.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os abrasivos, principais componentes dos cremes dentais, têm a função de remover partículas de sujeira da superfície dos dentes e, dependendo da sua granulometria, podem servir para o seu polimento. São, em geral, substâncias insolúveis, sendo as mais comuns o óxido de silício (SiO<sub>2</sub>), óxido de alumínio (Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>), carbonato de cálcio (CaCO<sub>3</sub>), zeólitas, mica, e vários tipos de fosfatos de cálcio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fluoretos são utilizados desde a década de 40 para a prevenção de cáries. Suas principais fontes são o fluoreto de sódio (NaF) e o monofluorfosfato de sódio (Na<sub>2</sub>PO<sub>3</sub>F). Apesar disso, quando ingeridos em grandes quantidades, podem matar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Os umectantes são usados pare evitar o ressecamento do creme dental. Podem ser utilizados a glicerina, sorbitol e o etilenoglicol.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Os tensoativos são responsáveis pela homogeneização dos ingredientes além da espuma no ato da escovação. O mais usado é o laurilsulfato de sódio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Espessantes dão a textura viscosa da pasta, estabilizando-a estruturalmente. Podem ser utilizados poliglicóis, goma xantana e o mais comum metilcelulosecarbóxido de sódio. Para dar o sabor adocicado, são utilizados flavorizantes, como a sacarina sódica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Por trás de cada sorriso branco e brilhante há muita química. E aí? Já escovou seus dentes hoje?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;">Bibliografia</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Autor desconhecido. História do creme dental. Disponível em: &lt;<a style="color: #333333;" href="http://www.historiadetudo.com/creme-dental">historiadetudo.com/creme-dental</a>&gt; Acessado pela última vez em 21 de dezembro de 2018.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">TAMANINI, Maria. Do que é feita a pasta de dentes? Disponível em:&lt;<a style="color: #333333;" href="https://www.megacurioso.com.br/fisica-e-quimica/20933-do-que-e-feita-a-pasta-de-dentes-.htm">megacurioso.com.br/fisica-e-quimica/20933-do-que-e-feita-a-pasta-de-dentes-.htm</a>&gt; Acessado pela última vez em 21 de dezembro de 2018.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Autor desconhecido. Creme Dental. Disponível em:  &lt;<a style="color: #333333;" href="http://www.omundodaquimica.com.br/curiosidade/pasta_dentes">omundodaquimica.com.br/curiosidade/pasta_dentes</a>&gt; Acessado pela última vez em 21 de dezembro de 2018.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">FOGAÇA, Jennifer. <a style="color: #333333;" href="https://www.manualdaquimica.com/curiosidades-quimica/historia-composicao-quimica-creme-dental.htm">História e Composição Química do Creme Dental.</a></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://www.manualdaquimica.com/curiosidades-quimica/historia-composicao-quimica-creme-dental.htm">&lt;manualdaquimica.com/curiosidades-quimica/historia-composicao-quimica-creme-dental.htm</a>&gt; Acessado pela última vez em 21 de dezembro de 2018.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">COLGATE. Creme dental: saiba quais são seus componentes químicos e como agem. Disponível em: &lt;<a style="color: #333333;" href="https://www.msn.com/pt-br/saude/saudebucal/creme-dental-saiba-quais-são-seus-componentes-químicos-e-como-agem/ar-AAgxppA">msn.com/pt-br/saude/saudebucal/creme-dental-saiba-quais-s%C3%A3o-seus-componentes-qu%C3%ADmicos-e-como-agem/ar-AAgxppA</a>&gt; Acessado pela última vez em 21 de dezembro de 2018.</span></p>
<h1><span style="color: #333333;"> </span></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Santos e seus Corpos Incorruptos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 19:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalton Mendes de Abreu]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas técnicas de preservação de corpos foram desenvolvidas a longo da história da humanidade. Os egípcios, há milhares de anos, mumificavam os seus faraós retirando seus órgãos internos e depois banhando seus corpos em óleos e os envolvendo em faixas. Entretanto, alguns santos da Igreja Católica intrigam cientistas até os dias atuais porque seus corpos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas técnicas de preservação de corpos foram desenvolvidas a longo da história da humanidade. Os egípcios, há milhares de anos, mumificavam os seus faraós retirando seus órgãos internos e depois banhando seus corpos em óleos e os envolvendo em faixas.</p>
<p>Entretanto, alguns santos da Igreja Católica intrigam cientistas até os dias atuais porque seus corpos permaneceram incorruptos, alguns chegando a manter a flexibilidade por vários anos, apesar de não terem passado por nenhum processo intencional de preservação.</p>
<p>Depois de 30 anos do seu falecimento, constatou-se que o corpo de Santa Bernadette de Lourdes permanecia em perfeito estado de conservação. Seu corpo chegou a ser exumado mais duas vezes e os cientistas chegaram à mesma conclusão. Após a última exumação, o corpo de Santa Bernadette foi coberto com uma fina camada de cera e exposto desde então na Igreja de Saint Gildard, em Nevers, na França.</p>
<div id="attachment_2819" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2818"><img class="size-full wp-image-2819" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/1.png" alt="Fotografia 1 – Santa Bernadette de Lourdes Fonte: https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia 1 – Santa Bernadette de Lourdes<br />Fonte: https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm</p></div>
<p>Outro caso bastante conhecido é o de Santa Catarina Labouré, religiosa vicentina que faleceu em 1876 cujo corpo permanece incorrupto e hoje está exposto na capela da Rua Du Bac em Paris.</p>
<div id="attachment_2820" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/2.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2818"><img class="size-full wp-image-2820" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/2.png" alt="Fotografia 2 – Santa Catarina Labouré Fonte: https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm" width="640" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia 2 – Santa Catarina Labouré<br />Fonte: https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm</p></div>
<p>Bibliografia:</p>
<p>RINCÓN,Maria Luciana. Santos Incorruptos: conheça a história de 10 corpos que desafiam a natureza. Megacurioso, 2017. Disponível em: &lt;<a href="https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm">https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm</a>&gt; Acesso em 07 de outubro de 2018.</p>
<p>PRAEPONERE, Equipe Christo Nihil. Cinco razões para acreditar nos<br />
santos incorruptos da Igreja Católica. Padrepauloricardo, 2016. Disponível em:&lt;<a href="https://padrepauloricardo.org/blog/cinco-razoes-para-acreditar-nos-santos-incorruptos-da-igreja-catolica">https://padrepauloricardo.org/blog/cinco-razoes-para-acreditar-nos-santos-incorruptos-da-igreja-catolica</a>&gt; Acesso em 07 de outubro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
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