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	<title>PET Química UFC &#187; Ana Gabrielle do Nascimento Camara</title>
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		<title>Balística forense</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A balística é um ramo da criminalística que tem como principal objetivo estudar as armas de fogo, suas munições e os efeitos produzidos por seus disparos, a fim de atender questões jurídicas. Existem três subdivisões da Balística: a balística interna, a balística externa e a balística do ferimento. A balística interna diz respeito ao estudo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A balística é um ramo da criminalística que tem como principal objetivo estudar as armas de fogo, suas munições e os efeitos produzidos por seus disparos, a fim de atender questões jurídicas. Existem três subdivisões da Balística: a balística interna, a balística externa e a balística do ferimento.</p>
<p>A balística interna diz respeito ao estudo da arma e tudo que ocorre antes do projétil ser disparado, como por exemplo estrutura e mecanismo de funcionamento da arma de fogo, técnica de tiro, detonação da espoleta e deflagração da pólvora. Já a balística externa, estuda a trajetória do projétil, sua massa, velocidade inicial, superfície, assim como os efeitos causados pelo meio, como o efeito da resistência do ar e da gravidade. A Balística do ferimento, por sua vez, está relacionada ao estudo do efeito do projétil desde quando sai do cano da arma até atingir o alvo: os impactos, as perfurações e lesões ocasionadas.</p>
<p>As armas de fogo são constituídas basicamente de três partes: o aparelho arremessador, que é a própria arma, a carga de projeção (pólvora), e o projétil, sendo que os dois últimos constituem o cartucho. O cartucho é formado pelo projétil, a pólvora, o estojo e a espoleta.</p>
<div id="attachment_3671" style="width: 215px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/fff.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3670"><img class="size-full wp-image-3671" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/fff.png" alt="Figura 1. Cartucho. Fonte: (Vanini, 2014)." width="205" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Cartucho. Fonte: (Vanini, 2014).</p></div>
<p>Ao apertar o gatilho, a espoleta é deformada e, com o impacto, a mistura iniciadora contida na espoleta produz chamas. Esta chama chega até a pólvora e através de sua combustão são formados gases, e o trabalho de expansão realizados por estes é responsável pelo arremesso do projétil para fora do cano da arma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Composição química da mistura iniciadora</strong></p>
<p>A mistura iniciadora é composta, geralmente, de estifinato de chumbo (PbO<sub>2</sub>H(NO<sub>2</sub>)<sub>3</sub>), nitrato de bário (Ba(NO<sub>3</sub>)<sub>2</sub>), trissulfeto de antimônio (Sb<sub>2</sub>S<sub>3</sub>), tetrazeno e alumínio atomizado. Os principais produtos da queima da mistura iniciadora são o CO<sub>2</sub>, CO, H<sub>2</sub>O e óxidos dos metais presentes.</p>
<p>Existem ainda no mercado cartuchos <em>clean range</em>, cuja principal característica é não possuir chumbo, bário e antimônio na composição de sua mistura iniciadora, porém possui estrôncio.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Composição química da pólvora (carga de projeção)</strong></p>
<p>A pólvora negra é composta de salitre, carvão vegetal e enxofre. Sua combustão tem como principais produtos sólidos os sulfatos, sulfitos, sulfocianetos, tiossulfatos e carbonato de amônio. Outro tipo de pólvora também utilizada em projéteis são as “pólvoras sem fumaça”, onde possuem como principal componente a nitrocelulose, ou nitrocelulose e nitroglicerina.</p>
<p>O disparo de uma arma deixa resíduos nas mãos do atirador, no local onde ocorreu o disparo e no alvo. Estes resíduos são chamados de GSR, do inglês<em> gun shot residue, </em>e constituem uma evidência muito importante para a balística forense. Os resíduos de tiro são basicamente partículas sólidas expelidas da espoleta e da pólvora, assim que o projétil é lançado, ou seja, resíduos sólidos de Pb, Ba, Sb e outros metais. Desta forma, os testes de identificação de GSR são feitos simplesmente detectando-se os principais componentes do cartucho.</p>
<p>A técnica mais comumente usada para identificação de GSR é a microscopia eletrônica de varredura (MEV), que permite a correlação entre a composição e a morfologia das partículas de resíduo de tiro, além de permitirem constatar se projéteis e/ou estojos foram disparados de uma mesma arma. Também são utilizadas técnicas como Espectroscopia de Absorção Atômica e Espectroscopia de Plasma Indutivamente Acoplado.</p>
<p>Existem alguns testes rápidos que podem ser realizados no local do disparo, ou na roupa e mãos do suspeito. São testes químicos clássicos qualitativos que se baseiam em uma reação de formação de composto colorido com os metais presentes em um GSR. O reagente rodizonato de sódio é um exemplo. Ao entrar em contato com o chumbo, ocorre formação de um composto cor de rosa.</p>
<div id="attachment_3672" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/ggg.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3670"><img class="size-full wp-image-3672" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/ggg.png" alt="Figura 2. Reação do rodizonato de sódio com o íon chumbo. Fonte: (Vanini, 2014)." width="580" height="155" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2. Reação do rodizonato de sódio com o íon chumbo. Fonte: (Vanini, 2014).</p></div>
<p>Já com o bário, forma um composto de coloração laranja.</p>
<div id="attachment_3673" style="width: 567px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/kkk.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3670"><img class="size-full wp-image-3673" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/08/kkk.png" alt="Figura 3. Reação do rodizonato de sódio com íons bário. Fonte: (Vanini, 2014)." width="557" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3. Reação do rodizonato de sódio com íons bário. Fonte: (Vanini, 2014).</p></div>
<p>Os testes qualitativos não confirmam com total veracidade a presença de um resíduo de tiro, pois pode resultar em falso-positivo por contaminação, ou simplesmente o suspeito pode ter manuseado algo que continha chumbo ou outro metal que venha a dar resultado positivo. Mas funciona como um indicativo de suspeita e valida a evidência para ser analisada por técnicas mais exatas.</p>
<p>Outras evidências encontradas nas cenas de crime também são analisadas pela balística forense, como projéteis deixados na cena ou no corpo da vítima, cartuchos e até armas que são deixadas para trás.</p>
<p>Quando se tem posse de uma arma suspeita é comum realizar o Teste de Confronto. É realizado um disparo com a arma suspeita e o projétil é recuperado em um tanque de recolhimento, onde o projétil não é danificado. Este é comparado (confrontado) com o projétil retirado da vítima.  Isto é possível porque o cano da arma de fogo possui ranhuras, e estas são “impressas” no projétil quando disparado. Estas ranhuras são específicas de cada arma, como uma impressão digital. Logo é possível a comparação e identificação.</p>
<p>As análises em balística são realizadas pelo Nubaf, Núcleo de Balística Forense, da Coordenadoria de Perícia Criminal (Copec) da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>De FARIAS, R. F. Introdução à química forense. Átomo. 2º edição. Campinas. 2008.</p>
<p>VANINI, G. Análise de resíduos de disparo de arma usando ICP OES: desenvolvimento de nova tecnologia analítica. Universidade Federal do Espírito Santo. 2014.</p>
<p>INSTITUTO DE CRIMINALÍSTICA DO PARANÁ. Balística forense. Disponível em: &lt; http://www.ic.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=19&gt; Acesso em 25 de julho de 2019.</p>
<p>PEFOCE. Núcleo de balística forense dispõe de equipamentos de última geração para confecção de laudos. Disponível em: &lt; http://www.ic.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=19&gt; Acesso em 25 de julho de 2019.</p>
<p>HUNTER’S. Conhecendo mais sobre o exame de balística. Disponível em: &lt; http://www.escolahunters.com.br/sem-categoria/conhecendo-mais-sobre-o-exame-de-balistica/&gt; Acesso em 26 de julho de 2019.</p>
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		<title>A papiloscopia e a técnica do pó na identificação humana</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Química]]></category>

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		<description><![CDATA[A papiloscopia é um ramo da ciência forense que tem como objetivo auxiliar na identificação humana através das papilas dérmicas. É dividida em três áreas: Datiloscopia: estudo da identificação humana através das impressões digitais; Quiroscopia: estudo da identificação humana através de impressões palmares; Podoscopia: estudo da identificação humana através de impressões plantares. Por não haver [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A papiloscopia é um ramo da ciência forense que tem como objetivo auxiliar na identificação humana através das papilas dérmicas. É dividida em três áreas:</p>
<p>Datiloscopia: estudo da identificação humana através das impressões digitais;</p>
<p>Quiroscopia: estudo da identificação humana através de impressões palmares;</p>
<p>Podoscopia: estudo da identificação humana através de impressões plantares.</p>
<p>Por não haver mais de uma pessoa com a mesma impressão digital, a utilização da datiloscopia para identificação é muito bem aplicável e merece destaque. Mas para visualização e coleta destas impressões digitais nas cenas de crime, foram desenvolvidas algumas técnicas como: a técnica do pó, vapor de iodo, ninidrina, nitrato de prata, entre outras.</p>
<p>Para entender como as técnicas datiloscópicas funcionam, é importante entender como são formadas as papilas dérmicas presentes nas mãos e sua composição química.</p>
<p>As papilas dérmicas são ondulações com formatos únicos em cada indivíduo, formadas onde a epiderme e a derme se encontram. Como mostra a figura 1, estas consistem em cristas papilares (c) e sulcos interpapilares (s), e são formadas entre 6 e 8 semanas do nascimento.</p>
<p>Figura 1. Papilas dérmicas.</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/imagem-do-texto-1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3234"><img class="aligncenter size-full wp-image-3235" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/imagem-do-texto-1.jpg" alt="imagem do texto 1" width="500" height="299" /></a></p>
<p>Fonte: &lt;http://www.papiloscopia.com.br/noticias.html&gt;.</p>
<p>Ao tocar em um objeto ou superfície, o suor das mãos acaba deixando o formato destas papilas dérmicas no local, o que é entendido como impressão digital. Pela composição do suor, sabe-se que 99% é água e 1% são materiais sólidos como aminoácidos, compostos nitrogenados, ácidos graxos, glicídios, lipídios e também alguns compostos inorgânicos como cloretos, sulfatos, fosfatos, sódio e potássio.</p>
<p>Desta forma, desenvolveram-se técnicas utilizando componentes químicos corantes, ou seja, que ao interagir com alguns componentes das impressões digitais, fosse possível a visualização das mesmas.</p>
<p>A técnica do pó consiste em aplicar uma fina camada de pó no local onde se pensa possuir impressões digitais. O pó adere sobre os compostos químicos, principalmente à água, presentes através de ligações de hidrogênio e forças de Van der Waals.</p>
<p>Alguns exemplos de pós são mostrados na tabela 1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tabela 1. Alguns tipos de pós usados em datiloscopia.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="283">Pó</td>
<td width="283">Composição</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Fe<sub>2</sub>O<sub>3</sub></td>
<td width="283">Óxido de ferro (50%), resina (25%), negro de fumo (25%).</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">MnO<sub>2</sub></td>
<td width="283">Dióxido de manganês (45%), óxido de ferro (25%), negro de fumo (25%), resina (5%).</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">TiO<sub>2</sub></td>
<td width="283">Dióxido de titânio (60%), talco (20%), caulim (20%).</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Metálicos</td>
<td width="283">Pó prateado (flocos de alumínio, quartzo), pó dourado (flocos de bronze, quartzo)</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Fluorescentes</td>
<td width="283">Antraceno finamente pulverizado</td>
</tr>
<tr>
<td width="283"></td>
<td width="283"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: autor</p>
<p>É interessante notar que os pós fluorescentes requerem luz ultravioleta para visualização das marcas papilares, pois é necessário que o composto fluorescente seja excitado para emitir a luz. Estes são muito utilizados em superfícies coloridas, ou de coloração muito forte, onde é difícil distinguir algum desenho usando os outros tipos de pó.</p>
<p>Figura 2. Elucidação de impressão digital utilizando a técnica do pó.</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/imagem-do-texto-2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group3234"><img class="aligncenter size-full wp-image-3236" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2019/03/imagem-do-texto-2.jpg" alt="imagem do texto 2" width="275" height="183" /></a></p>
<p>Fonte: Chemello, 2006.</p>
<p>É importante perceber que esta técnica se limita a impressões digitais recentes, uma vez que o principal componente ao qual se adere é a água. Impressões antigas possui porcentagem de água baixa, pois sofre evaporação, dependendo também da temperatura do local onde se encontra.</p>
<p>O responsável pela coleta das digitais em cenas de crime é o perito. Este deve aplicar o pó de maneira precisa e leve, pois as cerdas do pincel, se pressionadas fortemente, podem danificar o desenho das impressões. Além disto, cabe ao perito analisar as variáveis como tipo de superfície e tempo da digital para escolher com acerto o melhor pó químico a ser utilizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<p>CHEMELLO, E. <strong>Ciência forense: impressões digitais. </strong>Química virtual. 2006.</p>
<p>INSTITUTO GERAL DE PERÍCIAS. <strong>Papiloscopia forense. </strong>Disponível em: &lt;http://www.igp.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=58&amp;Itemid=78&gt; Acesso em 14 de fevereiro de 2019.</p>
<p>IPOG. <strong>Papiloscopia: o que é e quais os desafios para trabalhar nesta área.</strong> Disponível em: &lt;https://blog.ipog.edu.br/gestao-e-negocios/papiloscopia-trabalho-nessa-area/&gt; Acesso em 14 de fevereiro de 2019</p>
<p>PAPILOSCOPIA. <strong>Estudo da pele. </strong>Disponível em: &lt;http://www.papiloscopia.com.br/estudo_das_papilas.html&gt; Acesso em 14 de fevereiro de 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por trás das muralhas da Torre de Londres</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/por-tras-das-muralhas-da-torre-de-londres/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 19:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fascinante por sua história e seus lindos Castelos, Londres é a capital da Inglaterra, a “terra da Rainha”. De fato possui construções belíssimas que atraem turistas dos mais diversos lugares. A torre de Londres é um dos castelos mais antigos já construídos e o ponto turístico mais visitado da Grã Bretanha. Com suas muralhas brancas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fascinante por sua história e seus lindos Castelos, Londres é a capital da Inglaterra, a “terra da Rainha”. De fato possui construções belíssimas que atraem turistas dos mais diversos lugares. A torre de Londres é um dos castelos mais antigos já construídos e o ponto turístico mais visitado da Grã Bretanha. Com suas muralhas brancas, sua arquitetura antiga e bela chama a atenção de londrinos e visitantes todos os dias, que se divertem, tiram fotos e passeiam com a família. Mas nem sempre a Torre de Londres foi um espaço de lazer.</p>
<p>Foi construída no século XI por Guilherme, o conquistador. Filho bastardo do duque da Normandia e descendente de vikings, Guilherme invadiu Londres em 1066 trazendo o terror da guerra e fazendo com que os londrinos se rendessem. Ao se estabilizar na cidade, encontrou uma planta arquitetônica de mais ou menos mil anos, deixada pelos antigos povos que haviam invadido a Inglaterra, os romanos. Com um quarto de século, a torre Branca, como foi chamada por Guilherme, finalmente tinha sido concluída e suas grandes muralhas vinham como uma mensagem ao povo de Londres: os normandos chegaram para ficar. E assim a torre teve um significado de poder real.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 1. A Torre Branca.</p>
<p><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/Torre-Branca.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2823"><img class="size-full wp-image-2824 aligncenter" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/Torre-Branca.jpg" alt="Torre Branca" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: &lt;https://asaspraquetequero.com/2016/08/26/castelos-inglaterra-torre-de-londres-melhor-passeio/&gt; Acesso em 25 de julho de 2018.</p>
<p>Depois de Guilherme, o trono foi assumido por Henrique III e posteriormente, por seu filho Edward I, um rei guerreiro que levantou muralhas ao redor da Torre Branca, sendo conhecida como Torre de Londres atualmente. Edward I a usou como casa da moeda inglesa e também como prisão dos que tentavam roubá-la. Todos que tentassem roubar o dinheiro real eram tidos como traidores e condenados a morte. Muitos foram mortos na torre, principalmente os judeus, os quais o rei culpava mais que todos os outros, estes eram enforcados nos grandes muros brancos.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 2. A Torre de Londres.<br />
<a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/a-torre-de-londres.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2823"><img class="aligncenter size-full wp-image-2825" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/a-torre-de-londres.jpg" alt="a torre de londres" width="750" height="423" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: &lt;https://asaspraquetequero.com/2016/08/26/castelos-inglaterra-torre-de-londres-melhor-passeio/&gt; Acesso em 25 de julho de 2018.</p>
<p>A torre de Londres também carrega uma história ainda não resolvida de assassinato. Em 1483, ano do falecimento do rei Eduardo IV, seus dois filhos Eduardo, de 12 anos, e Ricardo, de 10 anos, foram levados por seu tio, nomeado como guardião dos príncipes pelo próprio rei. O tio, também chamado Ricardo, era ambicioso e alegou que os príncipes eram filhos bastardos, e os levou para a famosa Torre de Londres. Sendo assim, Ricardo tomou a coroa para si e os dois príncipes não foram mais vistos. Rumores corriam dentre as pessoas de que o tio teria matados os dois pequenos príncipes, mas nenhum corpo havia sido encontrado. Porém um século depois, no reinado de Carlos II, alguns servos que limpavam a torre, encontraram restos mortais de crianças já nas entranhas das escadas. Tomaram aqueles ossos como se fossem dos dois príncipes, Eduardo e Ricardo, os colocaram em um caixão de mármore, o qual até hoje permanece na Abadia de Westminster. O mistério da morte dos príncipes perpetua na história da torre de Londres, pois nunca foi concedida a permissão para abrir o caixão e realizar testes de DNA mais sofisticados que hoje são possíveis.</p>
<p style="text-align: center;">Figura 3. Os príncipes Ricardo e Eduardo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/principes-ricardo-e-eduardo.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2823"><img class="aligncenter size-full wp-image-2826" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/10/principes-ricardo-e-eduardo.jpg" alt="principes ricardo e eduardo" width="320" height="550" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: &lt;https://tudorbrasil.com/2013/02/06/o-misterio-dos-principes-na-torre-de-londres/&gt; Acesso em 26 de julho de 2018.</p>
<p>Desde então a torre passa a ser sinônimo de cárcere e muitos reis que passaram pelo trono de Londres a usou como lugar de estadia e execução de seus inimigos, daí a conhecida frase “foi mandado para a torre”. Naquela época era muito comum a morte por traição e mais comum ainda, coisas banais serem tidas como traição. Muitos conselheiros, amigos e rainhas foram decapitados e esquartejados por simplesmente não concordarem com certas atitudes reais, ou, como na maioria das vezes, preferirem servir primeiramente a Deus do que a realeza. Por isso, muito sangue inocente também foi derramado no solo da temível bela torre.</p>
<p>No século XIX, a torre de Londres ganha outro significado, um tanto inesperado frente a história que tem desde sua construção. A realeza ganhava presentes um tanto exóticos de todos os cantos do mundo, como por exemplo o próprio urso polar. Então a torre passara a ser o lar desses animais, classificando-se do que hoje chamamos de zoológico. Isto era bom pois a exposição dos animais reais atraia vários turistas, mas por outro lado era perigoso, uma vez que vários acidentes com os soldados que também moravam na torre eram frequentes. Então o Duque de Wellington, responsável por cuidar do zoológico, o mudou para o Rigent’s Park. Hoje, conhecido como London Zoo, é um dos zoológicos mais antigos e mais visitados do mundo.</p>
<p style="text-align: left;">Protegida como patrimônio mundial pela UNESCO, a Torre de Londres é um lugar lindo e calmo, aberto a todos que desejam vasculhar seus muros de mais de 900 anos, repleto de histórias de mistérios, assassinatos e reviravoltas, construída com argamassa e sangue.</p>
<p style="text-align: left;">
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>SIDELINE PRODUCTTIONS. <strong>Secrets of great British castles. </strong>Reino Unido. 3 de Abril de 2015.</p>
<p>TUDOR BRASIL. <strong>O mistério dos príncipes na torre de Londres. </strong>Disponível em: &lt;https://tudorbrasil.com/2013/02/06/o-misterio-dos-principes-na-torre-de-londres/&gt;. Acesso em 26 de Julho de 2018.</p>
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		<title>O que é responsável pelo cheiro de livros velhos?</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/o-que-e-responsavel-pelo-cheiro-de-livros-velhos/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 23:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel é uma antiga invenção do homem, sendo primeiro produzido pelos chineses no século II. Quando o papel fica velho logo se percebe um odor característico. Esse “cheiro de livro antigo” é devido a uma série de compostos provenientes da degradação de seus componentes. O papel pode ser fabricado a partir da madeira ou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O papel é uma antiga invenção do homem, sendo primeiro produzido pelos chineses no século II.</p>
<p>Quando o papel fica velho logo se percebe um odor característico. Esse “cheiro de livro antigo” é devido a uma série de compostos provenientes da degradação de seus componentes.</p>
<div id="attachment_2610" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/livros.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2609"><img class="size-full wp-image-2610" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/livros.jpg" alt="Imagem 1 - Livros" width="580" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1 &#8211; Livros</p></div>
<p>O papel pode ser fabricado a partir da madeira ou fibras de algodão e dessa forma uma gama de compostos orgânicos fazem parte da sua estrutura, porém os seus principais componentes são a celulose e a lignina.</p>
<p>A lignina é um polímero, assim como a celulose, porém difere desta última por ser especificamente aromática. Presentes em abundancia nas árvores, uma das principais características da lignina é manter as moléculas de celulose unidas e conferir a rigidez da madeira. A sua degradação, como também a da celulose, acarreta na liberação de vários compostos orgânicos voláteis, dando origem ao cheiro de livros velhos, tão comentado pelos leitores. Além disso, a lignina confere coloração amarelada ao papel, tornando-o menos atraente aos olhos do consumidor.</p>
<p>Por conta dessas indesejáveis consequências proporcionadas pela lignina, não é de interesse que este componente esteja em grandes quantidades no papel. Dessa forma, muitos fabricantes utilizam um processo de branqueamento para diminuir a concentração de lignina no produto final.</p>
<p>Estudos identificaram alguns dos compostos orgânicos voláteis como autores do cheiro de papel velho, dentre eles o Benzaldeído, que confere odor de amêndoas, Vanilina, que confere um odor de baunilha, Etilbenzeno e Tolueno, que produzem um cheiro adocicado.</p>
<div id="attachment_2611" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/benzal.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2609"><img class="size-full wp-image-2611" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/benzal.png" alt="Imagem 2 - Benzaldeído" width="184" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2 &#8211; Benzaldeído</p></div>
<div id="attachment_2613" style="width: 226px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/vanili.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2609"><img class="size-full wp-image-2613" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/vanili.jpg" alt="Imagem 3 - Vanilina" width="216" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 3 &#8211; Vanilina</p></div>
<div id="attachment_2612" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/etilbenze.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2609"><img class="size-full wp-image-2612" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/etilbenze.png" alt="Imagem 4 - EtilBenzeno" width="200" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 4 &#8211; EtilBenzeno</p></div>
<div id="attachment_2615" style="width: 90px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/toluen.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2609"><img class="size-full wp-image-2615" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/06/toluen.png" alt="Imagem 5- Tolueno" width="80" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 5- Tolueno</p></div>
<p>Há ainda quem diga que adora o cheiro de livros antigos. A ciência trata de explicar isso. Acredita-se que ao folhear livros antigos, o odor dele exalado traz lembranças ao leitor e com isso uma sensação de conforto e bem estar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>LIVROS SÓ MUDAM PESSOAS. <strong>Porque é que o cheiro dos livros velhos é tão agradável? </strong>Disponível em:&lt;http://www.livrosepessoas.com/2016/05/18/porque-e-que-o-cheiro-dos-livros-velhos-e-tao-agradavel/&gt;. Acesso em 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>BARROS, Moreno. <strong>O que causa o cheiro de livros novos e velhos? </strong>Disponível em: &lt;https://bsf.org.br/2014/06/02/causa-do-cheiro-livro-novo-velhos/&gt;. 2014. Acesso em 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>GLEDYS, Hanna.<strong> A Química por traz do cheiro de livros novos e velhos. </strong>Disponível em: &lt;http://biblioo.cartacapital.com.br/a-quimica-por-tras-o-cheiro-de-livros/&gt;. 2014. Acesso em: 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>SOUZA, Líria Alves. <strong>Lignina na composição do papel. </strong>Disponível em: &lt;http://brasilescola.uol.com.br/quimica/lignina-na-composicao-papel.htm&gt;. Acesso em: 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>KLOCK, Humberto. <strong>Lignina. </strong>Disponível em: &lt;http://www.madeira.ufpr.br/disciplinasklock/quimicadamadeira/lignina20132.pdf&gt;. Acesso em: 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>MUNDO ESTRANHO. <strong>Como é feito o papel? </strong>Disponível em: &lt;https://mundoestranho.abril.com.br/tecnologia/como-e-feito-o-papel/&gt;. Acesso em: 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERENCIA DAS IMAGENS</p>
<p>Imagem 1: LIVROS SÓ MUDAM PESSOAS. <strong>Porque é que o cheiro dos livros velhos é tão agradável? </strong>Disponível em:&lt;http://www.livrosepessoas.com/2016/05/18/porque-e-que-o-cheiro-dos-livros-velhos-e-tao-agradavel/&gt;. Acesso em 08 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>Imagem 2: RODRIGO, João. <strong>Benzaldeído – Molécula da Semana. </strong>Disponível em: &lt;http://www.fciencias.com/2013/03/28/molecula-da-semana-benzaldeido-2/&gt;. Acesso em: 09 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>Imagem 3: FOGAÇA, Jennifer Rocha Vargas. <strong>Vanilina &#8211;  principal componente da essência de baunilha. </strong>Disponível em: &lt;http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/vanilina-principal-componente-essencia-baunilha.htm&gt;. Acesso em: 09 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>Imagem 4: WIKIPEDIA. <strong>Etilbenzeno. </strong>Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Etilbenzeno&gt;. Acesso em: 09 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>Imagem 5: WIKIPEDIA. <strong>Tolueno. </strong>Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Tolueno &gt;. Acesso em: 09 de Fevereiro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O campo magnético como orientação nas migrações</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/o-campo-magnetico-como-orientacao-nas-migracoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 23:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Por causa do inverno rigoroso a comida se torna escassa e as condições de vida muito extremas. Dessa forma, os pássaros e outros animais precisam migrar, mas, como se locomovem para lugares muito distantes, necessitam de um mecanismo que os direcionem corretamente. Muitos estudos foram realizados a fim de desvendar esse grande mistério. Sabe-se que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por causa do inverno rigoroso a comida se torna escassa e as condições de vida muito extremas. Dessa forma, os pássaros e outros animais precisam migrar, mas, como se locomovem para lugares muito distantes, necessitam de um mecanismo que os direcionem corretamente.</p>
<p>Muitos estudos foram realizados a fim de desvendar esse grande mistério. Sabe-se que muitos animais que precisam migrar utilizam o campo magnético terrestre para se orientarem em longas distancias, mas o problema é como isso ocorre. Pesquisadores procuraram explicar como as tartarugas-cabeçudas se orientam quando nadam. Acredita-se que existem receptores do campo magnético próximos as suas cabeças. Isso seria possível pois os campos magnéticos poderiam atravessar o tecido biológico sem os afetar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2494" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Sem-título.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2493"><img class="size-medium wp-image-2494" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Sem-título-300x191.png" alt="Imagem 1. Tartaruga-cabeçuda" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1. Tartaruga-cabeçuda</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já outros cientistas afirmam que existem moléculas especiais, como fotopigmentos, nos olhos dos animais que são capazes de detectar o campo magnético. Estes fotopigmentos são conhecidos como Criptocromos que são sensíveis a luz e transformam essa informação captada em cores, atuando como uma espécie de visor, permitindo que os pássaros literalmente vejam e possam se guiar em voos longos. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford e pela Universidade Nacional de Cingapura mostrou que os pássaros enxergam os efeitos da força magnética.</p>
<p>Realmente é incrível o sistema de orientação de animais como o Bobo-escuro, a ave que mais voa no mundo e que percorre 70000 quilômetros em 200 dias. Por isso, experimentos vão ser desenvolvidos para provar o mecanismo proposto pela pesquisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2495" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Sem-título-1.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2493"><img class="size-medium wp-image-2495" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/04/Sem-título-1-300x212.png" alt="Imagem 2. Bobo-escuro" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2. Bobo-escuro</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERENCIAS</p>
<p>SUPERINTERESSANTE. <strong>Como os pássaros migram? </strong>Disponível em &lt;https://super.abril.com.br/ciencia/como-os-passaros-migram/ &gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
<p>HYPESCIENSE. <strong>Como os animais navegam pelo campo magnético da Terra. </strong>Disponível em &lt;https://hypescience.com/como-os-animais-navegam-pelo-campo-magnetico-da-terra/&gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
<p>NOTÍCIA ALTERNATIVA. <strong>Cientistas descobrem como pássaros se orientam em grandes viagens. </strong>Disponível em &lt;https://noticiaalternativa.com.br/passaros-se-orientam/&gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
<p>VEJA. <strong>Pássaros tem `visor` de campo magnético, diz estudo. </strong>Disponível em &lt;https://veja.abril.com.br/ciencia/passaros-tem-visor-de-campo-magnetico-diz-estudo/&gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagens:</p>
<p>HYPESCIENSE. <strong>Como os animais navegam pelo campo magnético da Terra. </strong>Disponível em &lt;https://hypescience.com/como-os-animais-navegam-pelo-campo-magnetico-da-terra/&gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
<p><strong>Passarinhos, Bobo-escuro, voo rápido. </strong>Disponível em</p>
<p>&lt; http://passarinhosnet.blogspot.com.br/2013/03/bobo-escuro-voo-rapido.html&gt; Acesso em 02 de fevereiro de 2018.</p>
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		<title>Teste de DNA, um avanço na solução de crimes</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/teste-de-dna-um-avanco-na-solucao-de-crimes/</link>
		<comments>http://www.petquimica.ufc.br/teste-de-dna-um-avanco-na-solucao-de-crimes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 10:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1986, na Inglaterra, ocorreu um crime terrível, um estupro seguido de homicídio de duas garotas. Tal caso foi solucionado através de uma técnica inédita na época, a comparação do DNA. Todos os homens do vilarejo de Leicester doaram amostras de sangue que foram comparadas com traços de sêmen coletados dos corpos das vítimas. Nasceu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1986, na Inglaterra, ocorreu um crime terrível, um estupro seguido de homicídio de duas garotas. Tal caso foi solucionado através de uma técnica inédita na época, a comparação do DNA. Todos os homens do vilarejo de Leicester doaram amostras de sangue que foram comparadas com traços de sêmen coletados dos corpos das vítimas. Nasceu assim uma nova era da investigação criminal.</p>
<p>De fato, os famosos testes de DNA chamam a atenção das pessoas por serem, muitas vezes, a chave na resolução de crimes em filmes e também na vida real. Mas como são feitos os testes de DNA? Como coletar amostras seguras e qual a técnica utilizada?</p>
<p>O Ácido Desoxirribonucleico (DNA) é responsável por manter as informações genéticas de cada individuo a fim de poder ser transportada e traduzida nas células. Uma molécula de DNA tem fita dupla constituídas da combinação de nucleotídeos, que por sua vez são compostos de bases nitrogenadas (existem quatro), pentose e fosfato. Cada indivíduo possui uma sequencia de nucleotídeos própria que determina seu código genético.</p>
<p>O DNA está contido em todas as células nucleadas, dessa forma é possível coletá-lo a partir de uma gota de sangue, saliva ou até mesmo de um fio de cabelo.</p>
<div id="attachment_2373" style="width: 875px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/01/im1.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2372"><img class="size-full wp-image-2373" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/01/im1.jpg" alt="Figura 1. Esquema de estrutura do DNA" width="865" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1. Esquema de estrutura do DNA</p></div>
<p>É muito importante que a coleta do DNA seja feita de forma que se tenha menos erros possíveis. O responsável pela coleta do material deve sempre usar luvas para não contaminá-lo. O utensilio que se deve usar na coleta depende do estado físico do material: se este é líquido, como uma gota de sangue ou saliva, é utilizado o suabe (o mesmo que um cotonete), já para um fio de cabelo, usa-se uma pinça. O material deve ser guardado de modo que sua atividade biológica não seja comprometida, por isso usa-se um recipiente frio e seco.</p>
<p>O teste de DNA é realizado através de uma técnica chamada Polimerase Chain Reaction (PCR). Para comparar amostras pela PCR, estas devem primeiro ser tratadas por uma enzima resistente ao calor, denominada Taq DNA polimerase, que reage com o DNA amostra em locais específicos. A amostra deve ser submetida ao calor, para que a fita dupla de DNA se separe, e depois resfriada a uma temperatura adequada para que a enzima sintetize “os blocos” de nucleotídeos, denominados também DNA alvo, que se repetem naquela determinada amostra, sendo esse procedimento repetido várias vezes.</p>
<p>Em seguida é usada a técnica de Eletroforese, onde as amostras são colocadas em um gel, (geralmente de poliacrilamida) e assim as moléculas de DNA são separadas de acordo com o tamanho, forma e compactação. Através da comparação das bandas obtidas da eletroforese de cada amostra pode-se visualizar a compatibilidade ou não do material.</p>
<div id="attachment_2374" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/01/im2.jpg" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2372"><img class="size-full wp-image-2374" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2018/01/im2.jpg" alt="Figura 2. Preparação do gel para a Eletroforese" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2. Preparação do gel para a Eletroforese</p></div>
<p>Em 2012, no Brasil, uma emenda à lei N<sup>0</sup> 12.654 propôs a criação de um banco de perfil genético, que possibilita a coleta de amostras de DNA de criminosos e o envio das mesmas para a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG). Já na Inglaterra e no País de Gales, essa realidade é mais rígida, qualquer pessoa que seja presa ou apenas detida pela polícia, independente da razão, deve fornecer amostras de seu DNA para compor o banco de perfis genético do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERNCIAS</p>
<p>INSTITUTO DE CRIMINALÍSTICA DO PARANÁ. <strong>A genética na investigação criminal (DNA). </strong>&lt; http://www.ic.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=7&gt; Acesso em 22 de Janeiro de 2018.</p>
<p>GIZMODO BRASIL. <strong>Como os testes de DNA auxiliam da solução de crimes. </strong>&lt; http://m.gizmodo.uol.com.br/exames-de-dna-e-crimes/?utm_source=www.google.com.br&amp;utm_medium=referrer&amp;utm_campaign=mobile-redirect&gt; Acesso em 22 de Janeiro de 2018.</p>
<p>TODA MATÉRIA. <strong>DNA. </strong>&lt; https://www.todamateria.com.br/dna/&gt; Acesso em 22 de Janeiro de 2018.</p>
<p>MARIANA DO VALLE. <strong>Biologia Molecular, teste de paternidade. </strong>2005.</p>
<p>CARLA JOANA F.G, DR. PEDRO B. <strong>Técnicas de Biologia Molecular Aplicadas na Investigação Forense. </strong>PUC Goiás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Figuras:</p>
<p>Figura 1: GIZMODO BRASIL. <strong>Como os testes de DNA auxiliam da solução de crimes. </strong>&lt; http://m.gizmodo.uol.com.br/exames-de-dna-e-crimes/?utm_source=www.google.com.br&amp;utm_medium=referrer&amp;utm_campaign=mobile-redirect&gt; Acesso em 22 de Janeiro de 2018.</p>
<p>Figura 2: &lt; https://blogdoenem.com.br/biologia-enem-testes-dna/&gt; Acesso em 22 de Janeiro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Luminol: a química na ciência forense.</title>
		<link>http://www.petquimica.ufc.br/luminol-a-quimica-na-ciencia-forense/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 11:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ver sangue, a maioria das pessoas sente repulsa ou até desmaiam, porém para outras, como os peritos criminais, ver imagens de sangue é uma rotina. Mas nem sempre o sangue está visível e, nessa situação, é necessária a utilização de técnicas de detecção do sangue. Uma delas é o uso do Luminol. Um clássico [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ver sangue, a maioria das pessoas sente repulsa ou até desmaiam, porém para outras, como os peritos criminais, ver imagens de sangue é uma rotina. Mas nem sempre o sangue está visível e, nessa situação, é necessária a utilização de técnicas de detecção do sangue. Uma delas é o uso do Luminol.</p>
<p>Um clássico nos seriados de TV e também na vida real, o 5-amina-2,3-di-hidro-1,4-ftalazinadiona, usualmente denominado Luminol, é um composto orgânico que, dependendo das condições, pode realizar uma reação quimiluminescente (reação química em que ocorre emissão de luz).</p>
<p>O Luminol é amplamente utilizado para detecção de sangue em perícias criminais, pois não afeta a cadeia de DNA, sendo assim possível o reconhecimento do assassino ou da vítima. Ele também é muito sensível a pequenos traços de sangue, pois, mesmo que o local ou o objeto tenham sido lavados anteriormente, resquícios de sangue ainda ficam adsorvidos nessas superfícies.</p>
<div id="attachment_2301" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/Imagem1666.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2300"><img class="size-large wp-image-2301" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/Imagem1666-1024x419.png" alt="Figura 1. Pegada de sangue e manchas de sangue na banheira realçadas pela presença do Luminol." width="1024" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1. Pegada de sangue e manchas de sangue na banheira realçadas pela presença do Luminol.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas para que a quimiluminescência aconteça, é preparada uma solução com o Luminol e peroxido de hidrogênio, na qual acontecerá a reação de oxidação do luminol através de um catalisador redox. Muitos metais podem funcionar como catalizador, como no caso do teste para presença de sangue, realizado pelos peritos criminais nas cenas de crime, em que o próprio ferro presente na hemoglobina é o catalizador. O Ferro oxida o Luminol, formando diazoquinona [2], que por sua vez é atacado pelo ânion do peróxido de hidrogênio, formando o endo-peróxido [3]. Este perde nitrogênio e forma o diânion do ácido 3-aminoftálico no estado excitado [4] o qual decai para o estado fundamental [5], emitindo radiação por fluorescência do 3-aminoftalato em um comprimento de onda de aproximadamente 431 nm. Um esquema geral desta reação é mostrado na Figura 2.</p>
<p>Observando no espectrofotômetro, a cor da luz emitida equivalente a este comprimento de onda é azul. Esta cor varia dependendo do agente oxidante, por exemplo, se for utilizado o dimetilsulfóxido no lugar de peróxido de hidrogênio, a cor será verde.</p>
<div id="attachment_2302" style="width: 362px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/gabs-3.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2300"><img class="size-full wp-image-2302" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/gabs-3.png" alt="Figura 2. Mecanismo da oxidação do Luminol pelo Peróxido de Hidrogênio catalisado por metal de transição (Mn+)" width="352" height="578" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2. Mecanismo da oxidação do Luminol pelo Peróxido de Hidrogênio catalisado por metal de transição (Mn+)</p></div>
<p>É importante perceber que o Luminol não pode ser usado em superfícies metálicas, uma vez que metais são catalizadores da reação de quimiluminescência, podendo resultar em um falso positivo.</p>
<p>Além de ser utilizado na perícia forense, este poderoso reagente também é usado nos centros cirúrgicos a fim de fiscalizar e evitar a contaminação de equipamentos e utensílios.</p>
<p>Infelizmente, crimes horríveis acontecem todos os dias, em todo o mundo, por isso o Luminol é um importante auxiliar dos profissionais que são responsáveis por buscar a justiça através das análises das cenas de crime.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>LASAPE. <strong>Luminol. </strong>Disponível em: &lt;http://www.lasape.iq.ufrj.br/luminol.html&gt;. Acesso em 08 de novembro de 2017.</p>
<p>BRASIL ESCOLA. <strong>O que é Luminol? </strong>Disponível em: &lt;http://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/quimica/o-que-e-luminol.htm&gt; Acesso em 08 de novembro de 2017.</p>
<p>CHEMELLO, E. <strong>Química Forense: manchas de sangue.</strong> Química virtual. 2007.</p>
<p>Figuras 1 e 2:</p>
<p>CHEMELLO, E. <strong>Química Forense: manchas de sangue.</strong> Química virtual. 2007.</p>
<p>PORTAL SÃO FRANCISCO. <strong>Luminol</strong>. Disponível em: &lt;http://www.portalsaofrancisco.com.br/quimica/luminol&gt; Acesso em 09 de novembro de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sonambulismo – conceituação e inovação tecnológica para tratamento</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 16:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabrielle do Nascimento Camara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Sonambulismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O sonambulismo, que se classifica como uma Parassonia, se trata de um distúrbio do sono em que as funções motoras do sonâmbulo despertam sem que esteja totalmente consciente, ou seja, as funções cerebrais continuam adormecidas. Por isso, ao acordar, não se recorda de nenhum acontecimento durante a crise. Os sintomas mais frequentes em pessoas com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sonambulismo, que se classifica como uma Parassonia, se trata de um distúrbio do sono em que as funções motoras do sonâmbulo despertam sem que esteja totalmente consciente, ou seja, as funções cerebrais continuam adormecidas. Por isso, ao acordar, não se recorda de nenhum acontecimento durante a crise.</p>
<p>Os sintomas mais frequentes em pessoas com este transtornoé: levantar da cama e andar dormindo, conversar sozinho, levantar para comer, abrir portas. Nos casos mais raros, acontecem eventos como sair de casa sem rumo, dirigir algum veículo, tomar posse de instrumentos que possam ferir. Esses episódios geralmente acontecem algumas horas após o sono.</p>
<p>Não se sabe ao certo a causa do sonambulismo, mas estudos científicos afirmam que este se desenvolve mais em crianças e tende a desaparecer na adolescência. Também deve-se levar em conta o fator genético, pois foi observado que o transtorno do sono desenvolvia-se em pessoas com histórico de sonambulismo na família. Apesar disto, o sonambulismo pode ser causado por algumas doenças como distúrbios gastrointestinais, fadiga, depressão, noites mal dormidas, e uso de álcool. O tratamento só se faz necessário quando os episódios de sonambulismo trazem riscos grandes ao paciente, neste caso usa-se medicamentos e psicoterapia.</p>
<p>Apesar do que acreditava-se antigamente, a pessoa pode sim ser acordada durante a crise. Pensando nisso, a estudante de 17 anos, Nathália Souza de Oliveira, auxiliada por professores da escola Estadual Alexandre von Humboldt, em São Paulo, criou um dispositivo para pessoas que sofrem de sonambulismo. Através de estudos, Nathalia descobriu que esse distúrbio está relacionado com os batimentos cardíacos. Por isso o seu dispositivo é um monitor cardíaco constituído por sensores que ficam em uma pulseira no braço do paciente. Quando os batimentos cardíacos passam de 40 a 70 vezes por minuto, para 70 a 110, o sonâmbulo entra no estado de transição entre o sono e a vigília, é neste momento que o sensor envia um sinal via bluetooth para o aplicativo no celular ou em um computador, que pode ser de algum familiar do paciente que possa acordá-lo e impedir que continue os eventos.</p>
<div id="attachment_2145" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/12.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2144"><img class="size-full wp-image-2145" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/12.png" alt="Imagem 1. Nathália Souza de Oliveira. (FONTE: ARQUIVO PESSOAL.)" width="343" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 1. Nathália Souza de Oliveira. (FONTE: ARQUIVO PESSOAL.)</p></div>
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<p>O projeto foi feito em parceria com uma empresa americana, e ganhou a Feira de Ciências de São Paulo. O protótipo criado custou 150 reais e o objetivo é fazer com que custe apenas 50 reais. Este será testado em pacientes com o distúrbio em breve.</p>
<div id="attachment_2146" style="width: 336px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/22.png" class="grouped_elements" rel="tc-fancybox-group2144"><img class="size-full wp-image-2146" src="http://www.petquimica.ufc.br/wp-content/uploads/2017/07/22.png" alt="Imagem 2. Protótipo do dispositivo. (FONTE: ARQUIVO PESSOAL.)" width="326" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem 2. Protótipo do dispositivo. (FONTE: ARQUIVO PESSOAL.)</p></div>
<p>Nathalia Souza, que anseia ser médica e levar a tecnologia para a área da saúde, ganhou o prêmiopara mulheres na engenharia da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace).</p>
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<p><strong>Referências</strong></p>
<p><strong>Sonambulismo: Sintomas, Tratamentos e Causas.</strong>Disponível em &lt;http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sonambulismo&gt; Acesso em 11 de julho de 2017.</p>
<p><strong>Doenças e Sintomas – Sonambulismo. </strong>Disponível em &lt;https://drauziovarella.com.br/letras/s/sonambulismo/&gt; Acesso em 11 de julho de 2017.</p>
<p><strong>Parassonias. </strong>Disponível em: &lt;http://www.temponavida.com/gmdrb/acessorios/Parassonias.html&gt; Acesso em 11 de julho de 2017.</p>
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<p><strong>Referências das Imagens</strong></p>
<p>GALILEU. <strong>Estudante da rede pública cria monitor cardíaco para sonâmbulos. </strong>Disponível em: &lt;http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/05/estudante-da-rede-publica-cria-monitor-cardiaco-para-sonambulos.html&gt; Acesso em 11 de julho de 2017.</p>
<p>BBC. <strong>Aluna de escola pública inventa monitor cardíaco para sonâmbulos. </strong>Disponível em: &lt;http://www.bbc.com/portuguese/geral-39930541&gt; Acesso em: 11 de julho de 2017.</p>
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